Polícia
Dentista acusado de encomendar a execução do pai se entrega na Patrimônio
O odontólogo identificado como Célio Alberto L. F., se apresentou acompanhado de um advogado na Delegacia de Patrimônio, em Porto Velho (RO).
O homem é acusado de mandar matar o pai por duas vezes, segundo as investigações da Polícia Civil.
Com mandado de prisão decretado, ele estava foragido da Operação Cronos, deflagrada pela Delegacia de Patrimônio após a elucidação dos crimes na última segunda-feira (08).
Conforme a polícia, o dentista teria encomendado a morte do pai de 45 anos motivado por dinheiro, herança.
Uma das tentativas de execução aconteceu no dia 07 de novembro do mês passado em uma oficina mecânica na Avenida Amazonas, bairro Nossa Senhora das Graças, região Central de Porto Velho (RO). Câmeras de segurança gravaram o crime.
O que diz a Polícia Civil
As apurações apontam que o investigado, motivado por dívidas e pressões financeiras, teria plajado a morte de seu próprio pai com o intuito de obter vantagem econômica. As diligências indicaram que ele buscou intermediários, negociou valores, contratou executores distintos em duas ocasiões, disponibilizou veículo para a prática delitiva e monitorou a rotina da vítima.
Mesmo após a primeira tentativa não consumada, o suspeito teria articulado nova execução, demonstrando persistência, planejamento e divisão de tarefas, características típicas de crime por encomenda, com risco concreto de consumação não fosse a intervenção policial.
A denominação “Operação Cronos” faz referência à figura mitológica greco-romana que simboliza o ato do filho voltar-se contra o pai por ambição e desejo de ocupar seu lugar. A escolha remete, de forma simbólica e não personalizada, à natureza dos fatos investigados, nos quais a premeditação e o interesse econômico motivaram a ruptura do vínculo familiar e a tentativa de supressão da autoridade paterna.
Polícia
Mulher é condenada a 66 anos de prisão por envenenar ovo de Páscoa
A mulher que envenenou um ovo de Páscoa que resultou na morte de duas crianças no Maranhão, no ano passado, foi condenada a 66 anos, oito meses e sete dias de prisão pelos crimes de duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado contra a mãe das crianças.
O Tribunl do Júri da 3ª Vara Criminal da Comarca de Imperatriz tomou a decisão nesta segunda-feira (22). Jordélia Pereira Barbosa terá que cumprir a pena em regime inicial fechado, com início imediato. Ela já estava detida desde 17 de abril de 2025. Cabe recurso.
De acordo com a denúncia, Jordélia enviou um ovo de Páscoa envenenado para a casa de Mirian Lira Rocha, em Imperatriz, por meio de um mototaxista. A mãe e os dois filhos, Luiz Fernando Rocha Silva, de 7 anos, e de Evillyn Fernanda Rocha Silva, de 13 anos, comeram o alimento. As duas crianças morreram e Mirian sobreviveu após receber atendimento médico.
A investigação indicou que a mãe das crianças era o alvo principal do ataque e o crime teria sido motivado por ciúmes, já que Mirian mantinha um relacionamento com o ex-companheiro da acusada. No entanto, os jurados reconheceram que a ré assumiu o risco de provocar a morte das crianças ao enviar o alimento envenenado para a casa onde eles viviam com a mãe.
No julgamento, também foi destacado que Jordélio planejou o crime. Ela teria saído da cidade onde morava, Santa Inês, para ir a Imperatriz usando um disfarce, se hospedado em um hotel com identidade falsa e monitorado a rotina da casa antes de praticar o crime.
A pena foi fixada da seguinte forma:
- tentativa de homicídio contra Mirian – 14 anos, 9 meses e 25 dias
- morte de Luiz Fernando – 25 anos, 11 meses e 6 dias pela
- morte de Evillyn – 25 anos, 11 meses e 6 dias
Jordélia também foi condenada a pagar uma indenização mínima por danos morais de 100 salários mínimos para Mirian e 400 salários mínimos para os pais das duas crianças, em razão dos prejuízos físicos, psicológicos e da perda irreparável sofrida pela família.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Servidora da Sedam morre em grave colisão entre caminhonetes na BR-364
A servidora pública da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Genilcy do Nascimento Brito, foi identificada como a vítima fatal de um grave acidente ocorrido na tarde desta terça-feira (23) na BR-364, entre os municípios de Itapuã do Oeste e Candeias do Jamari.
Relembre:
Genilcy morreu após uma colisão frontal envolvendo duas caminhonetes no km 650 da rodovia. Ela não resistiu aos ferimentos e faleceu ainda no local antes da chegada do socorro.
Além da vítima fatal, outras quatro pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades de saúde da região. As circunstâncias do acidente serão investigadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Perícia Técnica.


Polícia
Ex-conselheiro tutelar condenado em Rondônia é preso em Goiânia pela Polícia Civil
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Capturas (Decap), cumpriu na segunda-feira (22) um mandado de prisão definitiva contra um ex-conselheiro tutelar no Setor Santa Helena, em Goiânia.
O homem, identificado como Lorizete Feliciano Almeida, é oriundo de Vilhena (RO) e possui condenações que somam mais de 43 anos de prisão em regime fechado.
De acordo com as informações da polícia, ele foi condenado pela 2ª Vara Criminal de Vilhena por uma série de crimes, incluindo estupro de vulnerável, satisfação de lascívia na presença de criança ou adolescente, tráfico de drogas, receptação, furto, violação de direito autoral e descaminho.
A ordem de prisão cumprida nesta segunda-feira é decorrente de condenação definitiva, sem possibilidade de novos recursos. Após ser localizado, o condenado foi detido e encaminhado à custódia da Decap.
Ele deve ser transferido nos próximos dias para a Central de Triagem do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde ficará à disposição da Justiça para início do cumprimento da pena.
