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Polícia

Mulher é presa por organizar sequestro de filha para lhe dar “uma lição”

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Uma mulher do Arkansas, nos Estados Unidos, foi presa após arquitetar um falso sequestro da própria filha, de 22 anos, com o objetivo de “dar uma lição” à jovem.

Tamara Hamby apresentou-se voluntariamente à polícia na quarta-feira. Segundo a emissora 5 News, ela contratou três pessoas para encenar o rapto porque acreditava que a filha, que tem limitações cognitivas, estava sendo manipulada por alguém que se passava pelo cantor country Luke Bryan em uma relação online.

O plano consistia em fazer com que um dos envolvidos marcasse um encontro com a jovem, fingindo ser o suposto artista. Ao aceitar, ela seria levada para uma área isolada, obrigada a entregar dinheiro e deixada amarrada a uma árvore. Depois disso, Tamara apareceria para “resgatar” a filha, tentando alertá-la sobre os perigos da internet.

Para executar o esquema, Tamara contou com a ajuda da cuidadora da jovem, que sabia de tudo e contratou dois homens para participar da encenação.

Em 17 de novembro, porém, tudo fugiu ao controle. A jovem conseguiu se soltar da árvore e ligou para a polícia, relatando estar aterrorizada. Segundo o Departamento de Polícia de Crawford County, ela “temia pela própria vida e segurava um urso de pelúcia durante todo o depoimento”.

Após o episódio, Tamara pediu demissão do emprego em uma biblioteca. Seu marido, Jeffrey Hamby, saiu em sua defesa, dizendo que o casal estava desesperado com a situação. Ele relatou que a filha mantinha conversas há cerca de seis meses com um homem que dizia ser o cantor e que usava um número registrado na Nigéria. Mesmo quando os pais tiravam seus aparelhos eletrônicos, ela encontrava maneiras de retomar o contato.

Jeffrey afirmou que eles acreditavam que o homem “levaria nossa menina”.

Tamara Hamby foi formalmente acusada de sequestro, cárcere privado envolvendo pessoa vulnerável, agressão e ameaça. A cuidadora e os dois homens contratados também foram presos.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Polícia

Mulher é condenada a 66 anos de prisão por envenenar ovo de Páscoa

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A mulher que envenenou um ovo de Páscoa que resultou na morte de duas crianças no Maranhão, no ano passado, foi condenada a 66 anos, oito meses e sete dias de prisão pelos crimes de duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado contra a mãe das crianças.

O Tribunl do Júri da  3ª Vara Criminal da Comarca de Imperatriz tomou a decisão nesta segunda-feira (22). Jordélia Pereira Barbosa terá que cumprir a pena em regime inicial fechado, com início imediato. Ela já estava detida desde 17 de abril de 2025. Cabe recurso.

De acordo com a denúncia, Jordélia enviou um ovo de Páscoa envenenado para a casa de Mirian Lira Rocha, em Imperatriz, por meio de um mototaxista. A mãe e os dois filhos, Luiz Fernando Rocha Silva, de 7 anos, e de Evillyn Fernanda Rocha Silva, de 13 anos, comeram o alimento. As duas crianças morreram e Mirian sobreviveu após receber atendimento médico.

A investigação indicou que a mãe das crianças era o alvo principal do ataque e o crime teria sido motivado por ciúmes, já que Mirian mantinha um relacionamento com o ex-companheiro da acusada. No entanto, os jurados reconheceram que a ré assumiu o risco de provocar a morte das crianças ao enviar o alimento envenenado para a casa onde eles viviam com a mãe.

No julgamento, também foi destacado que Jordélio planejou o crime. Ela teria saído da cidade onde morava, Santa Inês, para ir a Imperatriz usando um disfarce, se hospedado em um hotel com identidade falsa e monitorado a rotina da casa antes de praticar o crime.

A pena foi fixada da seguinte forma:

  • tentativa de homicídio contra Mirian – 14 anos, 9 meses e 25 dias
  • morte de Luiz Fernando – 25 anos, 11 meses e 6 dias pela
  • morte de Evillyn  – 25 anos, 11 meses e 6 dias

Jordélia também foi condenada a pagar uma indenização mínima por danos morais de 100 salários mínimos para Mirian e 400 salários mínimos para os pais das duas crianças, em razão dos prejuízos físicos, psicológicos e da perda irreparável sofrida pela família.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Servidora da Sedam morre em grave colisão entre caminhonetes na BR-364

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A servidora pública da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Genilcy do Nascimento Brito, foi identificada como a vítima fatal de um grave acidente ocorrido na tarde desta terça-feira (23) na BR-364, entre os municípios de Itapuã do Oeste e Candeias do Jamari.

Relembre:

Genilcy morreu após uma colisão frontal envolvendo duas caminhonetes no km 650 da rodovia. Ela não resistiu aos ferimentos e faleceu ainda no local antes da chegada do socorro.

Além da vítima fatal, outras quatro pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades de saúde da região. As circunstâncias do acidente serão investigadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Perícia Técnica.

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Polícia

Ex-conselheiro tutelar condenado em Rondônia é preso em Goiânia pela Polícia Civil

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A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Capturas (Decap), cumpriu na segunda-feira (22) um mandado de prisão definitiva contra um ex-conselheiro tutelar no Setor Santa Helena, em Goiânia.

O homem, identificado como Lorizete Feliciano Almeida, é oriundo de Vilhena (RO) e possui condenações que somam mais de 43 anos de prisão em regime fechado.

De acordo com as informações da polícia, ele foi condenado pela 2ª Vara Criminal de Vilhena por uma série de crimes, incluindo estupro de vulnerável, satisfação de lascívia na presença de criança ou adolescente, tráfico de drogas, receptação, furto, violação de direito autoral e descaminho.

A ordem de prisão cumprida nesta segunda-feira é decorrente de condenação definitiva, sem possibilidade de novos recursos. Após ser localizado, o condenado foi detido e encaminhado à custódia da Decap.

Ele deve ser transferido nos próximos dias para a Central de Triagem do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde ficará à disposição da Justiça para início do cumprimento da pena.

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