Polícia
Mãe e filho são presos após ser comprovado furto de energia em três residências da família
Duas pessoas foram presas em flagrante por furto de energia elétrica nesta quinta-feira (4) em Jaru (RO). A operação, realizada pela Energisa com apoio da Polícia Militar e da Polícia Técnica (Politec), teve como alvo três residências pertencentes a membros de uma mesma família. Todas as unidades já possuíam histórico de irregularidades, como medidores queimados e ligações diretas na rede de energia.
Durante a ação, os peritos da Politec confirmaram as fraudes após análise técnica. Em uma das casas, a responsável — mãe dos demais moradores — foi detida. Em outra residência, o filho também foi preso. Ambos são apontados como responsáveis pelas unidades consumidoras onde as irregularidades foram encontradas.
O gestor de Fiscalização e Combate às Perdas da Energisa, Edilson Rodrigues, reforçou os riscos envolvidos nesse tipo de crime.
“Estamos intensificando as ações de combate à fraude para garantir a segurança da comunidade. O furto de energia é uma prática perigosa, coloca em risco a vida de quem faz e prejudica toda a sociedade, pois pode ocasionar incêndios, interrupções no fornecimento e até acidentes fatais”, alertou.
Mais de 130 prisões em 2025
O furto de energia é previsto no artigo 155 do Código Penal e pode resultar em pena de até quatro anos de prisão. Somente em 2025, até o dia 4 de dezembro, mais de 130 pessoas foram presas em Rondônia por esse tipo de crime — quase o dobro do registrado em 2024, quando 71 pessoas foram detidas.
Como denunciar
Ao identificar ou suspeitar de ligações clandestinas, a população pode denunciar de forma anônima pelos seguintes canais:
- Polícia Militar: 190
- Central 24h da Energisa: 0800 647 0120
- WhatsApp Gisa: (69) 99358-9673
- Aplicativo Energisa On, disponível na App Store e Google Play
A empresa reforça que denúncias ajudam a reduzir riscos, evitar acidentes e garantir a segurança no fornecimento de energia para toda a comunidade.
Polícia
Operação por assassinato de ex-vereador prende suspeitos em Rondônia
Nesta sexta-feira (20), a Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de São Miguel do Guaporé, deflagrou operação policial com o objetivo de dar cumprimento a medidas cautelares no âmbito de investigação que apura o crime de homicídio que vitimou José Solano, ex-vereador e comerciante da região.
No curso das investigações, a autoridade policial representou pela adoção de medidas cautelares, as quais foram devidamente deferidas pelo Poder Judiciário, compreendendo três mandados de busca e apreensão domiciliar, duas prisões preventivas e uma medida cautelar diversa da prisão, consistente em monitoramento eletrônico.
As diligências foram realizadas de forma simultânea nos municípios de São Miguel do Guaporé e Ministro Andreazza, para o cumprimento integral das ordens judiciais expedidas.
Conforme apurado até o momento, a motivação do crime estaria relacionada a desentendimento entre a vítima e os investigados, decorrente da cobrança de valores supostamente subtraídos.
Durante o cumprimento das medidas, além das prisões preventivas decretadas no âmbito da investigação de homicídio, foi realizada uma prisão em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo, em razão da localização de material ilícito em uma das residências alvo das buscas.
As investigações encontram-se em estágio avançado, tendo a operação contribuído de forma significativa para o esclarecimento dos fatos, identificação dos envolvidos e robustecimento do conjunto probatório.
A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com a elucidação de crimes contra a vida e com a responsabilização penal dos autores, atuando de forma técnica, integrada e contínua em todo o território estadual.

Fonte: Polícia Civil
Polícia
Polícia Civil faz operação contra exploração sexual de menores
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por intermédio da Delegacia de Polícia de Alto Paraíso e com apoio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Ariquemes e da Delegacia Regional, realizou uma operação policial com o objetivo de combater crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes e o comércio de produtos proibidos.
A ação é fruto de uma investigação detalhada que começou após o recebimento de informações enviadas pelo Conselho Tutelar. Esse alerta inicial permitiu o aprofundamento dos trabalhos com análise de dados e coleta de provas fundamentais para o caso.
Durante as diligências, foram identificados indícios de crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente que envolvem o aliciamento de menores e a produção ou compartilhamento de materiais ilícitos. Também foi constatada a venda irregular de cigarros eletrônicos na região.
No momento do cumprimento das ordens judiciais em Alto Paraíso, foi realizada uma prisão em flagrante. Além disso, houve a apreensão de dispositivos eletrônicos e outros materiais que agora serão analisados pela perícia. O objetivo é ajudar a identificar novas vítimas e garantir a responsabilização dos envolvidos.
As investigações seguem em andamento e sob sigilo para garantir que todos os fatos sejam esclarecidos e a responsabilização penal dos envolvidos seja concretizada.
A Polícia Civil reafirma seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes e com o enfrentamento rigoroso a qualquer prática criminosa que atente contra a dignidade humana.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Foragido condenado por matar policial civil é preso com arma ilegal
Na manhã desta sexta-feira (20), a Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO2), com apoio do GAECO do Ministério Público, logrou êxito na localização e prisão de J. B. F., foragido da Justiça do Estado de Minas Gerais.
A ação foi resultado de trabalho qualificado de inteligência policial, que possibilitou a identificação do paradeiro do investigado em território rondoniense, no município de Cacoal, viabilizando o cumprimento do mandado de prisão expedido pela autoridade judiciária competente.
O custodiado foi condenado pelo homicídio de um agente da Polícia Civil, crime ocorrido no ano de 2005, que à época gerou significativa repercussão social, especialmente no âmbito das instituições de segurança pública.
Após o regular trâmite processual, foi imposta ao réu pena de 14 (quatorze) anos de reclusão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.
No momento da abordagem policial, além do cumprimento do mandado de prisão, foi constatado que o indivíduo mantinha em sua posse uma arma de fogo sem a devida autorização legal.
Diante da situação de flagrância, procedeu-se à sua autuação pelo crime de posse ilegal de arma de fogo.
A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com a segurança pública e destaca a importância da integração entre as forças de segurança no combate à criminalidade, atuando de forma firme e contínua para garantir a ordem e a proteção da sociedade.
Fonte: Polícia Civil
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