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Com ação do Dia Mundial do Diabetes governo de RO fortalece atendimento à comunidade
O governo de Rondônia realizou no sábado (22) mais uma edição do Agevisa em Ação na Comunidade – Dia Mundial do Diabetes, uma mobilização que reforçou a importância do diagnóstico precoce, da prevenção das doenças crônicas não transmissíveis e da promoção de hábitos saudáveis. O evento utilizou a estrutura de uma instituição religiosa, na rua Mané Garrincha, 3154, bairro Socialista, em Porto Velho, reunindo equipes multiprofissionais e aproximando a população de serviços gratuitos, atividades educativas, orientações de saúde e ações culturais destinadas a todas as faixas etárias.
A programação geral do evento contou com vacinação; testes rápidos; avaliação e curativos no pé diabético; exames oftalmológicos (fundo de olho e tonometria); atendimentos odontológicos; serviços de fisioterapia; aferição de pressão arterial e glicemia; antropometria; atenção farmacêutica; saúde da mulher; avaliação nutricional; cadastro em programas sociais; apresentações culturais; ações educativas de trânsito; atividades recreativas e circuito pedagógico desenvolvido com diversos parceiros municipais, estaduais e comunitários.
As atrações culturais incluíram a abertura com a Banda da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO) e apresentações musicais e de dança que animaram o público durante todo o evento. Segundo a coordenadora de Vigilância das Doenças Crônicas Não Transmissíveis da Agevisa, Gerleide Monteiro da Costa ações como esta ampliam o acesso a serviços essenciais, promovem educação em saúde e sensibilizam a população sobre fatores de risco modificáveis. “Nosso foco é fortalecer a prevenção e garantir que cada pessoa tenha acesso à orientações qualificadas, testagens e acolhimento humanizado”.

Orientações educativas sobre higiene pessoal e domiciliar
AGEVISA
Com uma estimativa de mais de 1.200 atendimentos realizados ao longo do dia, o núcleo técnico da Agevisa mobilizou suas coordenações e unidades especializadas para ofertar uma gama de serviços essenciais à comunidade. Durante a ação, foram promovidas orientações educativas sobre segurança de alimentos, higiene domiciliar, cuidados com a água e boas práticas sanitárias, acompanhadas da distribuição de materiais informativos. As equipes também realizaram atendimentos preventivos, como vacinação, triagens oculares e dermatológicas, orientações sobre vetores — incluindo o barbeiro, transmissor da Doença de Chagas — e a distribuição de hipoclorito, alcançando centenas de moradores e reforçando o compromisso com a promoção da saúde no território.
A mobilização envolveu, ainda, ações voltadas para doenças crônicas e infecciosas, com grande participação da comunidade. Foram realizados atendimentos preventivos, orientações sobre pragas sinantrópicas, atividades educativas sobre higiene das mãos, ambulatório do pé diabético, cadastro de medula óssea e outras iniciativas de cuidado contínuo. No eixo das ISTs, foi realizada uma ampla distribuição de insumos de prevenção, garantindo acesso facilitado a métodos de proteção. No conjunto, a ação consolidou uma média geral robusta de atendimentos, tornando-se uma das maiores iniciativas do ano voltadas à prevenção de agravos e promoção da saúde.
PARCEIROS

Proerd reunião as crianças na quadra da comunidade Sâo Thiago
Os parceiros institucionais ampliaram significativamente o impacto social do evento, oferecendo serviços especializados, atendimentos técnicos, ações de cidadania, oficinas, palestras e suporte logístico. Participaram da mobilização as seguintes instituições: Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), Companhia de Água e Esgotos do Estado de Rondônia (Caerd), Superintendência Estadual de Turismo (Setur), Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) Escola Municipal Lar de Nazaré, Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Secretaria Municipal de Trânsito (Semtran), Secretaria Municipal do Desenvolvimento da Cidade (Semdec), Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Federação do Comércio do estado de Rondônia (Fecomércio-RO), Serviços Social do Comércio Rondônia (Sesc), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), cooperativas, associações e parceiros privados.
Entre os serviços ofertados pelos parceiros foram oferecidos: cadastro e orientação do trabalhador; elaboração de currículos e encaminhamento para vagas de emprego; cursos profissionalizantes; palestras de primeiros socorros; atendimento jurídico envolvendo divórcio amigável, guarda, reconhecimento de paternidade e pensão alimentícia; recreação itinerante; jogos educativos; cinema infantil; apresentações culturais; ações de turismo; credenciamento de pessoas com deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA); emissão do passe livre municipal e passe livre especial; ações educativas de trânsito com óculos simuladores de embriaguez, pit stop educativo, distribuição de materiais informativos; ampla distribuição de brindes, lanches, água e materiais promocionais; instalação de bebedouros sustentáveis; além de ações sociais complementares ofertadas ao longo do dia.
De acordo com o diretor geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima destacou que a ação representa um compromisso permanente com a saúde pública, aproximando nossos serviços da população e fortalecendo a prevenção como pilar fundamental do cuidado. O Dia Mundial do Diabetes é uma oportunidade estratégica para reforçar a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo, principalmente em comunidades mais vulneráveis”.
Fonte: Secom
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Frente fria coloca 12 estados e o DF sob alerta do Inmet
Uma frente fria deve provocar queda nas temperaturas em grande parte do Brasil a partir desta quinta-feira (4). O alerta foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que colocou 12 estados e o Distrito Federal em aviso de perigo potencial.
De acordo com o órgão, a previsão é de redução entre 3°C e 5°C nos termômetros, com validade até o meio-dia de sábado (6).
Os estados atingidos são: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. Ao todo, cerca de 2,6 mil municípios estão sob alerta.
O Inmet classifica o aviso como “amarelo”, indicando risco leve à saúde, principalmente para pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças e quem possui doenças respiratórias.
Além da queda de temperatura, o instituto também mantém alerta laranja para chuvas intensas em áreas do Nordeste, especialmente em Pernambuco, Alagoas e Paraíba. Nessas regiões, há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de rios.
A orientação é que a população acompanhe os avisos meteorológicos e redobre os cuidados diante das mudanças no tempo.
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Após um século de espera, Porto Velho garante seu primeiro Hospital Universitário
Sabe aquele projeto que parece um sonho distante, mas que, quando sai do papel, muda a vida de milhares de famílias? É exatamente essa a sensação que tomou conta de Porto Velho nesta terça-feira (3).
Um dia que marca mais um avanço na saúde da capital, quando a Prefeitura sancionou a lei que autoriza a doação do Hospital Municipal para a Universidade Federal de Rondônia (Unir), dando o passo definitivo para a implantação do tão sonhado Hospital Universitário.
Mais do que assinaturas em um documento, essa transição representa uma resposta para quem mais precisa. Hoje, quem mora na capital muitas vezes disputa uma vaga para cirurgia ou atendimento clínico com pacientes que vêm de todos os cantos do estado.
“O diferencial desse hospital é que vamos priorizar a população de Porto Velho. Aquela pessoa que está na fila de espera aguardando um procedimento vai começar a ver o reflexo dessa doação”, destacou a secretária municipal de Saúde, Sandra Maria Petrillo Cardoso.
De sonho à realidade
O projeto é resultado de um esforço conjunto que envolveu a compra do prédio com recursos próprios do município, um grande diferencial, já que a estrutura foi adquirida pronta, garantindo muito mais agilidade para a implantação. Agora, o passo definitivo acontece com a parceria entre Unir, Ministério da Educação, Ministério da Saúde e Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
Para o prefeito Léo Moraes, o momento é um marco histórico.
“Hoje é o dia em que, legalmente, começamos a passar do sonho para a realidade. Não é um, não são dois, não são três anos. É um século de espera para termos um Hospital Universitário. O melhor está por vir em defesa do nosso povo”, celebrou.
O prefeito também fez questão de tranquilizar a população: a nova unidade não substitui o Hospital João Paulo II, que continuará atendendo casos de alta complexidade.
O Hospital Universitário chega para somar forças, oferecendo ambulatórios, médicos especialistas, UTI e salas de cirurgia, com a expectativa de ultrapassar a marca de 200 leitos. É um fôlego essencial para ajudar a reduzir a fila de regulação do SUS e desafogar o sistema de saúde como um todo. A previsão é que os primeiros atendimentos comecem já no segundo semestre, avançando gradativamente.
A sala de aula onde a vida acontece
Se, por um lado, o paciente ganha mais acesso à saúde, por outro, a juventude rondoniense ganha um espaço de excelência para aprender e pesquisar.
A reitora da Unir, Marília Pimentel, reforçou que o impacto na educação será imenso.
“É mais um equipamento de saúde que vem para a população, mas que também terá um impacto muito positivo na formação dos nossos alunos. É um avanço para a saúde do nosso estado”, pontuou.
E quem já vive essa expectativa na pele sabe o peso dessa conquista. João Felipe Xavier, estudante do quinto período de Medicina, resumiu o sentimento de quem em breve estará vestindo o jaleco nos corredores da nova unidade.
“Esse hospital não é um avanço só para nós, alunos, é um avanço para toda a população. Teremos mais locais de atuação e, no futuro, seremos médicos mais qualificados para atender a nossa própria comunidade.”
Esse sentimento de pertencimento e retorno social é compartilhado por Matheus Neri, também estudante de Medicina e presidente do Centro Acadêmico. Para ele, o grande ganho é fortalecer o elo entre a universidade e quem precisa de atendimento.
“Nós teremos uma melhor inserção junto à comunidade. É um lugar onde conseguiremos ter cada vez mais uma saúde de qualidade para a nossa população, sendo mais um centro de referência para a nossa cidade”, avaliou.
Em breve, as portas se abrirão. E o que antes era uma estrutura particular agora será um patrimônio de saúde, ensino e cuidado, de portas abertas para quem vive em Porto Velho.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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ONU alerta para risco de novo El Niño e possível seca severa na Região Norte
A possibilidade de um novo episódio do fenômeno El Niño entre os meses de junho e agosto acendeu um sinal de alerta para autoridades e especialistas em clima. A previsão foi divulgada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), que aponta elevada probabilidade de formação do fenômeno nos próximos meses.
A preocupação é ainda maior na Região Norte do Brasil, que continua enfrentando reflexos da severa estiagem registrada nos últimos anos. Durante o último evento climático de grande intensidade, diversos rios da Amazônia alcançaram níveis historicamente baixos, provocando dificuldades no transporte fluvial, comprometendo o abastecimento de água e afetando comunidades que dependem dos rios para locomoção e subsistência.
O El Niño é caracterizado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, o que altera os padrões climáticos em várias partes do mundo. Na Amazônia, o fenômeno costuma provocar redução das chuvas, temperaturas mais elevadas e aumento do risco de queimadas e incêndios florestais.
Especialistas alertam que uma nova estiagem severa pode gerar impactos não apenas para a Região Norte, mas também para outras áreas do país. Isso ocorre porque a floresta amazônica desempenha papel fundamental na formação de correntes de umidade responsáveis por influenciar o regime de chuvas em diferentes regiões brasileiras.
Diante da possibilidade de um novo período de seca, o governo federal anunciou a criação de um grupo de monitoramento para acompanhar a evolução do fenômeno e coordenar medidas preventivas. A iniciativa reúne órgãos públicos e instituições de pesquisa com o objetivo de reduzir os impactos sobre a população e os setores mais vulneráveis.
A recomendação de especialistas é que estados e municípios reforcem os planos de contingência, principalmente em áreas que historicamente sofrem com a redução dos níveis dos rios e com o aumento dos focos de incêndio durante períodos de estiagem prolongada.
