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Ecobarreiras reforçam ações da Prefeitura de Porto Velho contra alagamentos e poluição dos igarapés
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), através dos Serviços Básicos, vem ampliando o uso das ecobarreiras, uma solução simples e eficiente que ajuda a conter o lixo lançado nos igarapés e canais urbanos. O projeto, que já está em funcionamento no igarapé da rua Itapage, bairro Tancredo Neves, tem apresentado resultados expressivos e será expandido para outros pontos da cidade.
As ecobarreiras são estruturas flutuantes feitas com cabos de aço e boias que impedem que resíduos sólidos cheguem aos rios, evitando entupimentos, poluição e alagamentos. Segundo o secretário-executivo de Serviços Básicos, Giovanni Marini, a iniciativa tem impacto direto na melhoria da qualidade ambiental.
“A ecobarreira é uma ferramenta de baixo custo, mas com grande retorno. No Itapajé, por exemplo, temos recolhido em média 30 quilos de resíduos por dia. São garrafas, sacolas, isopor e até lixo doméstico que deixariam nossos canais completamente obstruídos”, destacou o secretário.
Segundo Marini, o trabalho vai muito além da limpeza. “A ecobarreira é parte de uma estratégia maior, que envolve educação ambiental, ampliação da coleta seletiva e instalação de ecopontos. Não basta retirar o lixo, precisamos mudar o comportamento da população. A cidade fica limpa quando todos colaboram”, reforçou.
O secretário explica que novas ecobarreiras serão instaladas ainda este ano em locais estratégicos, como:
Rua 22 de Dezembro, bairro Flodoaldo Pontes Pinto;
Canal do Skate Parque, na rua Cuniã;
Rua Bela, nas proximidades do Porto Velho Shopping;
Canal do Igarapé dos Tanques, bairro Embratel;
Canal da rua Jaci com Presidente Dutra, bairro Mocambo.

“Esses pontos foram escolhidos com base em estudos técnicos e observação direta das nossas equipes. São locais onde há maior acúmulo de lixo e risco de alagamento. A ampliação das ecobarreiras é um passo importante para preservar o meio ambiente e proteger as famílias de Porto Velho”, afirmou Marini.
O secretário também destacou que o maior desafio ainda é a falta de conscientização. “A gente limpa, recolhe, e quando volta, está tudo sujo de novo. Esse é o maior obstáculo que enfrentamos. Por isso, estamos intensificando as ações educativas em escolas e bairros, mostrando que lugar de lixo é no lixo”, frisou.
A população também pode colaborar com a Prefeitura denunciando locais de descarte irregular de lixo, por meio dos canais: (69) 98473-2922 e no email: dpu.semusb@portovelho.ro.gov.br
O prefeito Léo Moraes destacou o compromisso da gestão com o meio ambiente e a qualidade de vida dos porto-velhenses. “Cuidar dos nossos rios e igarapés é cuidar das pessoas. As ecobarreiras são um exemplo de como ações simples podem gerar grandes resultados. Vamos continuar investindo em sustentabilidade, limpeza urbana e conscientização, porque Porto Velho merece uma cidade mais limpa, saudável e preparada para o futuro”, afirmou o prefeito.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Conta de luz fica sem cobrança extra em novembro
A conta de energia elétrica dos brasileiros não terá cobrança adicional em novembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, na sexta-feira (30), a manutenção da bandeira tarifária verde pelo segundo mês consecutivo.
Segundo a agência reguladora, a decisão foi possível devido às condições favoráveis de geração de energia, impulsionadas pelo aumento das chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas.
Com a melhora nos níveis dos reservatórios, diminui a necessidade de acionar usinas termelétricas, que possuem custos de produção mais elevados e podem encarecer a geração de energia.
A bandeira verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela. Com a manutenção em novembro, os consumidores continuam sem pagar valores adicionais relacionados ao sistema de bandeiras tarifárias.
De acordo com a Aneel, o aumento das chuvas contribui para o equilíbrio dos reservatórios e permite manter condições mais favoráveis para a produção de energia elétrica.
Entenda as bandeiras tarifárias
O sistema de bandeiras tarifárias indica os custos de geração de energia no país. Quando as condições são desfavoráveis, as bandeiras amarela e vermelha são acionadas, gerando cobranças extras nas contas de luz.
Confira os valores adicionais:
- Bandeira verde: não há cobrança adicional.
- Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
- Bandeira vermelha – Patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 para cada 100 kWh consumidos.
- Bandeira vermelha – Patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 kWh consumidos.
Com a bandeira verde mantida em novembro, os consumidores terão mais um mês sem cobrança extra na conta de energia elétrica.
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Bolívia decreta emergência por Super El Niño e aumenta preocupação com seca em Rondônia
O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, decretou neste sábado (31) estado de emergência nacional para enfrentar os impactos do fenômeno El Niño, que já provoca períodos de seca em diferentes regiões do país e aumenta o risco de enchentes. A medida prevê a liberação de recursos financeiros e a mobilização de equipes para atender as áreas mais afetadas.
A situação também chama a atenção em Rondônia, estado brasileiro que faz fronteira com a Bolívia. Embora a declaração de emergência do país vizinho não represente uma situação de emergência em território rondoniense, as previsões climáticas apontam possíveis impactos do fenômeno na região amazônica.
De acordo com o governo boliviano, o objetivo é reunir recursos humanos e financeiros para enfrentar os efeitos climáticos. Em pronunciamento à população, Rodrigo Paz afirmou que o país está mobilizando diferentes instituições para reduzir os prejuízos provocados pelo fenômeno.
A preocupação envolve tanto a falta de água em determinadas regiões quanto a possibilidade de inundações em outras áreas. Segundo informações divulgadas pela imprensa boliviana, 63 comunidades já enfrentam problemas relacionados à seca.
Em Rondônia, as projeções também indicam um cenário de atenção. O boletim mais recente do Painel El Niño, divulgado em 29 de outubro pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em conjunto com outros órgãos federais, aponta maior probabilidade de chuvas abaixo da média em grande parte da Região Norte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. As temperaturas também devem ficar acima da média, principalmente na região amazônica.
Entre os possíveis efeitos para Rondônia estão a redução das chuvas, períodos mais prolongados de estiagem, temperaturas elevadas e maior risco de queimadas. A diminuição das precipitações também pode contribuir para a queda dos níveis dos rios, com reflexos na navegação, no transporte fluvial, na pesca e no abastecimento de comunidades ribeirinhas.
A situação merece atenção especialmente pela importância dos rios para o deslocamento de moradores e o transporte de mercadorias em Rondônia. O Rio Madeira, por exemplo, é uma das principais vias de navegação da região e pode sofrer consequências caso o nível das águas apresente redução significativa.
Apesar das projeções, os impactos não são automáticos e podem variar conforme a intensidade do fenômeno e as condições climáticas de cada localidade. Por isso, os órgãos de monitoramento recomendam acompanhar as atualizações meteorológicas e os alertas da Defesa Civil.
O que é o El Niño?
O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Essa alteração interfere na circulação dos ventos e na distribuição de umidade da atmosfera, provocando mudanças no regime de chuvas e nas temperaturas em diferentes partes do planeta.
No Brasil, os efeitos variam conforme a região. Normalmente, o fenômeno favorece períodos de chuva mais intensa no Sul e redução das precipitações em áreas do Norte e do Nordeste, além de contribuir para temperaturas mais elevadas.
E o Super El Niño?
A expressão Super El Niño é utilizada para descrever episódios de intensidade muito forte do fenômeno, quando o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial alcança níveis elevados.
Segundo o INMET, existe elevada probabilidade de que o episódio atual atinja intensidade muito forte a partir de novembro de 2026, com possibilidade de impactos climáticos em diferentes regiões do Brasil.
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Novembro começa com temporais em três regiões do Brasil e aumento do calor
Chuvas fazem com que o Amazonas, Rondônia e as regiões Centro-Oeste e Sudeste comecem o mês de novembro com um aviso de perigo potencial para tempestades. A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste domingo (1º).

Na Região Norte, além dos dois estados, áreas do Acre também têm condições para chuvas e trovoadas. No oeste de Roraima, sul do Pará e centro e sul do Tocantins, há ainda possibilidade de chuvas isoladas.
Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 graus Celsius (°C) em Rio Branco e a máxima chega a 37 °C em Boa Vista.
Grande parte da Região Centro-Oeste tem previsão de chuva, especialmente os estados de Goiás e de Mato Grosso do Sul onde também pode haver queda de granizo.
A temperatura mínima nas capitais será de 20 °C em Brasília e a máxima de 34 °C em Cuiabá.
No Sudeste do país, as chuvas também devem atingir quase toda a região, mas em Minas Gerais e Espírito Santo há condições para tempestades.
A temperatura mínima, entre as capitais, será de 16 °C em Belo Horizonte e a máxima de 28 °C em Belo Horizonte.
Na Região Sul chove com trovoadas no norte, noroeste e oeste do Paraná, com possibilidade de granizo no noroeste do estado. Também chove em Santa Catarina e pode chover de forma isolada na Serra Gaúcha.
A temperatura mínima será de 14 °C em Curitiba e a máxima de 26 °C em Porto Alegre.
Seca
No Nordeste brasileiro, há um aviso de perigo potencial para baixa umidade relativa do ar em quase todo o interior da região, exceto nos estados do Maranhão e Sergipe. Há possibilidade de chuvas isoladas apenas nas regiões sudoeste e oeste da Bahia.
O mês de novembro começa com temperaturas elevadas na região. Neste domingo, a mínima será de 27 °C em São Luís e a máxima chega a 38 °C em Teresina.
Agência Brasil
