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Polícia

Justiça mantém prisão de acusado por homicídio encomendado na zona rural

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O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) negou, por unanimidade, o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de J. F. R., acusado de envolvimento no homicídio qualificado ocorrido em 12 de outubro de 2024, na Linha Nova, km 2, zona rural de Jaru.

A defesa solicitava o relaxamento da prisão preventiva ou sua substituição por medidas cautelares, mas o relator do caso rejeitou o pedido, destacando a gravidade do crime e os indícios consistentes de autoria e materialidade.

Na manhã do crime, a vítima Gilson Peixoto da Silva foi encontrada morta ao lado de uma caminhonete Mitsubishi Triton, por volta das 7h30. Ele havia sido executado a tiros, e, no local, foram encontrados santinhos de um vereador de Porto Velho, fato que despertou atenção dos investigadores.

De acordo com as investigações, o homicídio teria sido encomendado por A. M. S., morador de Machadinho D’Oeste, que havia adquirido um terreno de Gilson e estava inadimplente, sendo cobrado com frequência. Ainda segundo as apurações, M. C. N., também de Machadinho D’Oeste, teria agenciado o crime.

A vítima teria sido atraída para o local por meio de uma armadilha armada via WhatsApp. Dois suspeitos se passaram por clientes interessados em alugar uma retroescavadeira e marcaram o encontro com Gilson sob o pretexto de mostrar o local onde o serviço seria realizado.

Com a decisão, Joabe Ferreira Rodrigues continuará preso preventivamente. O TJRO reforçou que, em casos de homicídio qualificado, medidas cautelares alternativas não são suficientes para garantir a ordem pública e a efetividade da Justiça.

Polícia

Acusado de matar professora terá prisão preventiva e deverá ser levado ainda hoje ao presídio

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Durante audiência de custódia realizada em regime de plantão na manhã deste sábado (7), a Justiça decidiu converter a prisão em flagrante em prisão preventiva do acusado de matar a professora e escrivã de polícia Juliana Santiago. O investigado deverá ser encaminhado ainda hoje ao sistema prisional.

O crime ocorreu na sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular de Porto Velho, e causou grande comoção entre a comunidade acadêmica e a sociedade.

Fonte: TJRO

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Polícia

Após morte de professora, Faculdade Fimca emite nota e decreta luto de três dias

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Após a morte da professora Dra. Juliana Mattos Lima Santiago, vítima de um crime brutal ocorrido na sexta-feira (06), a Faculdade Fimca, por meio da Direção do Grupo Aparício Carvalho, emitiu nota oficial manifestando profundo pesar pela perda, que abalou familiares, amigos e toda a comunidade acadêmica.

Na nota, a instituição destacou a trajetória da professora, ressaltando seu compromisso com a formação jurídica, a excelência acadêmica, a ética e a dignidade. O comunicado também reforça que, embora a violência tenha silenciado sua voz, seu legado permanecerá vivo por meio do exemplo e da dedicação deixados ao longo de sua carreira.

Em solidariedade aos que sofrem com a perda, o Grupo Aparício Carvalho decretou luto institucional de três dias, no período de 07 a 09 de fevereiro de 2026, com a suspensão das atividades acadêmicas em suas unidades. A instituição reafirmou ainda que a educação jamais será vencida pela violência.

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Polícia Civil lamenta morte de professora após ataque em faculdade

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A Polícia Civil de Rondônia manifesta profundo pesar pelo falecimento da Escrivã de Polícia Juliana Mattos de Lima Santiago, também professora de Direito Penal.

Profissional dedicada, construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a segurança pública, com a Justiça e com a formação de novos profissionais.

Neste momento de dor, a instituição se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho.

RELEMBRE O CASO:

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