Geral
Policlínica Ana Adelaide adota novo procedimento para pacientes sem urgência
Com o propósito de garantir mais agilidade no atendimento aos cidadãos que buscam a Policlínica Ana Adelaide, a Prefeitura de Porto Velho atualizou o protocolo de classificação de prioridade, estabelecendo o encaminhamento adequado para casos considerados sem urgência.
Esses casos geralmente envolvem queixas crônicas ou de baixa complexidade, como resfriados, contusões leves, escoriações, dor de garganta, ferimentos superficiais e outras situações que podem e devem ser tratadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Agora, pacientes classificados com a cor azul serão atendidos após todos os outros casos prioritários e, em seguida, encaminhados para a unidade básica mais próxima, onde poderão dar continuidade ao atendimento médico oferecido pela Prefeitura.

“Anteriormente, a gente não usava a classificação azul nos atendimentos da Ana Adelaide. Passamos a adotar esse critério para identificar o número de usuários que não precisam buscar a policlínica, mas sim uma unidade básica de saúde. Isso não significa que o paciente não será atendido, mas ele aguardará mais tempo, e o médico fará o devido encaminhamento para uma unidade próxima de sua casa”, explicou Sandra Maria Cardoso, diretora da Policlínica Ana Adelaide.
Ainda de acordo com a diretora, desde a adoção desse novo modelo de classificação foi constatado um grande número de pacientes procurando atendimento às segundas e quintas-feiras, em sua maioria buscando apenas atestados médicos.

“É difícil falar isso, mas é algo que observamos. Muitas queixas surgem porque o médico não fornece atestado em alguns casos. O atestado não é para acompanhante e nem para situações em que o paciente não precisaria estar aqui. Os pacientes de classificação azul sairão com um comprovante de comparecimento, e não com atestado médico”, esclareceu Sandra Cardoso.
Para ilustrar o impacto desse comportamento, somente em setembro a Policlínica Ana Adelaide realizou 8.126 atendimentos, sendo 900 classificados como azul e 4.602 como verde — ambas categorias consideradas de baixa ou nenhuma urgência.
Esses números revelam que mais da metade dos atendimentos poderiam ter sido realizados nas unidades básicas de saúde espalhadas pela cidade, sem sobrecarregar o atendimento da policlínica.
A Prefeitura de Porto Velho segue atuando de forma intensiva para melhorar a qualidade e a eficiência dos atendimentos em todas as unidades de saúde municipais.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Dentista morre durante o parto em Porto Velho
A dentista Jhenifer Lopes, bastante conhecida em Porto Velho e especialista em Harmonização Facial, morreu durante um parto realizado no Hospital SAMAR, na capital.
A bebê nasceu com vida, mas permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), entubada e sob cuidados médicos intensivos.
O marido, o empresário Arthur Queiroz, prestou uma homenagem nas redes sociais com a frase: “Te amarei daqui à eternidade”, o que gerou grande comoção entre amigos, pacientes e a população em geral.
A morte de Jhenifer causou forte repercussão e abalou a comunidade de Porto Velho.
Geral
Semtran organiza trânsito no percurso do Carnaval 2026
Durante as ações de organização do Carnaval 2026 em Porto Velho, a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) realizou a remoção de veículos estacionados em desacordo com a portaria que proíbe parar ou estacionar ao longo do percurso oficial da festa, incluindo ruas paralelas utilizadas para apoio logístico e circulação de serviços de emergência.
A fiscalização foi intensificada para assegurar a fluidez do trânsito, a segurança dos foliões e o acesso de ambulâncias, equipes de segurança e demais estruturas operacionais do evento.
Segundo o secretário da Semtran, Iremar Torres, a medida busca garantir a tranquilidade durante a programação. “Nosso objetivo é manter o trânsito organizado e seguro para todos”.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Adolescente que apanhou do piloto morre em hospital
O adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, morreu na UTI do Hospital Brasília, em Águas Claras, neste sábado (7/2). O estudante não resistiu às graves lesões sofridas após uma briga ocorrida em Vicente Pires. O principal envolvido no caso, o ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, foi preso preventivamente em 30/1. O óbito do rapaz foi confirmado pelo advogado da família, Albert Halex.
Rodrigo Castanheira havia sido socorrido em estado crítico, com traumatismo craniano, e permaneceu intubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em Águas Claras. Apesar dos esforços médicos, o jovem morreu em decorrência das complicações.
Turra foi detido em casa, sob vaias e gritos de moradores, e encaminhado à 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires). Ele já havia sido preso anteriormente, mas foi liberado após pagamento de fiança de R$ 24 mil.
Como a briga começou
Segundo a investigação, a confusão teve início na noite do dia 22/1. Testemunhas relataram que Turra jogou um chiclete mascado em um amigo da vítima. Após provocações, os dois adolescentes passaram a se agredir fisicamente.
Vídeos gravados no local mostram o momento em que Turra desfere um soco que faz Rodrigo Castanheira bater violentamente a cabeça contra um carro. O impacto o deixou desacordado. Ele chegou a vomitar sangue enquanto era socorrido.
A nova ordem de prisão foi solicitada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT). Durante coletiva de imprensa, o delegado responsável pelo caso, Pablo Aguiar, apresentou detalhes adicionais da investigação.
Ele afirmou que o investigado já teria se envolvido em outros episódios violentos, incluindo a suposta tortura de uma adolescente com um taser, e classificou o comportamento de Turra como “sociopata”. Emocionado, o delegado comentou a gravidade do caso.
A defesa contestou as declarações. “O delegado não tem competência para definir o comportamento psicológico de ninguém. Isso pode configurar abuso de autoridade”, declarou o advogado Enio Barros.
Histórico de ocorrências
Com a repercussão do caso, surgiram registros de outras passagens policiais envolvendo o ex-piloto:
- Agressão em praça pública contra um jovem após desentendimento;
- Briga de trânsito, com agressões físicas a um motorista de 49 anos;
- Denúncia de coação contra uma adolescente para ingerir bebida alcoólica em festa, possível violação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
- Todos os episódios seguem sob investigação.
O que pode acontecer agora
Com a confirmação da morte do adolescente, a tipificação do crime pode ser alterada para lesão corporal com resultado morte, o que aumenta a gravidade da acusação e a possível pena.
A lesão corporal seguida de morte, tipificada no art. 129, §3º do Código Penal brasileiro, ocorre quando o agente tem a intenção de agredir (dolo), mas por culpa (negligência, imprudência ou imperícia), causa a morte da vítima. É um crime preterdoloso, com pena de reclusão de 4 a 12 anos. O resultado morte deve ser previsível, mas não desejado.
A família de Rodrigo Castanheira pede justiça. Amigos e colegas organizaram homenagens nas redes sociais e vigílias em frente à escola do jovem.
A Polícia Civil, por meio da 38ª DP, relatou o inquérito sobre o caso nesta sexta-feira (6/2).
Fonte: Metrópoles
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