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Ação conjunta reforça compromisso de Rondônia no combate às queimadas e preservação ambiental

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A implementação de estratégias integradas do governo de Rondônia no combate às queimadas em 2025, trouxeram resultados concretos. De acordo com dados divulgados pela Força-Tarefa Interinstitucional de Combate às Queimadas e Incêndios Florestais, durante coletiva de imprensa ocorrida na segunda-feira (13), na sede do Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) houve uma redução significativa no mês de agosto, em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Rondônia teve uma redução de 91,37% nos focos de calor. Essa queda expressiva é resultado do trabalho realizado pelas equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO) e Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), em conjunto com demais órgãos, como: a Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO), MPRO e Ministério Público Federal (MPF).

O Corpo de Bombeiros está realizando a Operação Verde Rondônia (OVR), que permanece em atividade até novembro. Iniciada em 18 de março deste ano, a operação tem como foco a realização de ações preventivas. Até o momento, já foram promovidas 37.754 atividades, entre palestras e trabalhos de conscientização, alcançando um público de 120.978 pessoas. Além disso, foram combatidos 2.579 focos de incêndio.

Instrutores do Corpo de Bombeiros mostram os perigos das queimadas

O trabalho de prevenção foi essencial, mas o uso da tecnologia também teve papel fundamental no enfrentamento dos incêndios. Por meio de imagens de satélite monitoradas pela Sedam, foi possível identificar focos de calor com rapidez, permitindo a atuação imediata das equipes de brigadistas em campo. Durante esse período, as equipes registraram 611 ocorrências relacionadas a queimadas, além da instauração de 30 inquéritos para responsabilização de autores de crimes ambientais.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, as ações de conscientização do estado foram essenciais. “A redução das queimadas demonstra que os métodos adotados foram eficientes, principalmente o diálogo e a conscientização de cada cidadão. Quando todos — governo e comunidade — nos unimos para cuidar do meio ambiente, estamos cuidando da nossa vida, da saúde das pessoas e do futuro das próximas gerações”, destacou.

O promotor de Justiça do MPRO, Pablo Hernandes ressaltou a união dos órgãos de controle no combate aos incêndios florestais. “É importante destacar a união de todos que estiveram empenhados no trabalho de combate aos incêndios, especialmente aqueles que estavam na linha de frente. Isso foi essencial. Hoje, estamos respirando um ar muito melhor do que nos últimos anos, nesta mesma época”, afirmou.

O titular da Sedam, Marco Antonio Lagos salientou as ações de educação ambiental. “A prevenção foi essencial para a redução desses problemas. Estivemos nos locais com maior incidência de queimadas, visitamos escolas e propriedades rurais, levando as ações de educação ambiental que obtiveram êxito, conforme demonstram os resultados alcançados.”

O comandante do Corpo de Bombeiros, Nivaldo Azevedo, destacou as ações dos homens que estão na linha de frente e os investimentos feitos pelo governo do estado. “Quero ressaltar a importância dos bombeiros, que não mediram esforços nos momentos necessários e, que continuam nos locais atentos para manter o trabalho e garantir que problemas como incêndios naturais e os causados pela ação humana não aconteçam. Ressalto, também a gestão atual do governo pelos investimentos na infraestrutura do Corpo de Bombeiros e nas ações que garantiram um trabalho de excelência”.

Fonte: Secom

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Dentista morre durante o parto em Porto Velho

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A dentista Jhenifer Lopes, bastante conhecida em Porto Velho e especialista em Harmonização Facial, morreu durante um parto realizado no Hospital SAMAR, na capital.

A bebê nasceu com vida, mas permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), entubada e sob cuidados médicos intensivos.

O marido, o empresário Arthur Queiroz, prestou uma homenagem nas redes sociais com a frase: “Te amarei daqui à eternidade”, o que gerou grande comoção entre amigos, pacientes e a população em geral.

A morte de Jhenifer causou forte repercussão e abalou a comunidade de Porto Velho.

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Semtran organiza trânsito no percurso do Carnaval 2026

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Durante as ações de organização do Carnaval 2026 em Porto Velho, a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) realizou a remoção de veículos estacionados em desacordo com a portaria que proíbe parar ou estacionar ao longo do percurso oficial da festa, incluindo ruas paralelas utilizadas para apoio logístico e circulação de serviços de emergência.

A fiscalização foi intensificada para assegurar a fluidez do trânsito, a segurança dos foliões e o acesso de ambulâncias, equipes de segurança e demais estruturas operacionais do evento.

Segundo o secretário da Semtran, Iremar Torres, a medida busca garantir a tranquilidade durante a programação. “Nosso objetivo é manter o trânsito organizado e seguro para todos”.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Adolescente que apanhou do piloto morre em hospital 

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O adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, morreu na UTI do Hospital Brasília, em Águas Claras, neste sábado (7/2). O estudante não resistiu às graves lesões sofridas após uma briga ocorrida em Vicente Pires. O principal envolvido no caso, o ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, foi preso preventivamente em 30/1. O óbito do rapaz foi confirmado pelo advogado da família, Albert Halex.

Rodrigo Castanheira havia sido socorrido em estado crítico, com traumatismo craniano, e permaneceu intubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em Águas Claras. Apesar dos esforços médicos, o jovem morreu em decorrência das complicações.

Turra foi detido em casa, sob vaias e gritos de moradores, e encaminhado à 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires). Ele já havia sido preso anteriormente, mas foi liberado após pagamento de fiança de R$ 24 mil.

Como a briga começou

Segundo a investigação, a confusão teve início na noite do dia 22/1. Testemunhas relataram que Turra jogou um chiclete mascado em um amigo da vítima. Após provocações, os dois adolescentes passaram a se agredir fisicamente.

Vídeos gravados no local mostram o momento em que Turra desfere um soco que faz Rodrigo Castanheira bater violentamente a cabeça contra um carro. O impacto o deixou desacordado. Ele chegou a vomitar sangue enquanto era socorrido.

A nova ordem de prisão foi solicitada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT). Durante coletiva de imprensa, o delegado responsável pelo caso, Pablo Aguiar, apresentou detalhes adicionais da investigação.

Ele afirmou que o investigado já teria se envolvido em outros episódios violentos, incluindo a suposta tortura de uma adolescente com um taser, e classificou o comportamento de Turra como “sociopata”. Emocionado, o delegado comentou a gravidade do caso.

A defesa contestou as declarações. “O delegado não tem competência para definir o comportamento psicológico de ninguém. Isso pode configurar abuso de autoridade”, declarou o advogado Enio Barros.

Histórico de ocorrências

Com a repercussão do caso, surgiram registros de outras passagens policiais envolvendo o ex-piloto:

  • Agressão em praça pública contra um jovem após desentendimento;
  • Briga de trânsito, com agressões físicas a um motorista de 49 anos;
  • Denúncia de coação contra uma adolescente para ingerir bebida alcoólica em festa, possível violação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
  1. Todos os episódios seguem sob investigação.

O que pode acontecer agora

Com a confirmação da morte do adolescente, a tipificação do crime pode ser alterada para lesão corporal com resultado morte, o que aumenta a gravidade da acusação e a possível pena.

A lesão corporal seguida de morte, tipificada no art. 129, §3º do Código Penal brasileiro, ocorre quando o agente tem a intenção de agredir (dolo), mas por culpa (negligência, imprudência ou imperícia), causa a morte da vítima. É um crime preterdoloso, com pena de reclusão de 4 a 12 anos. O resultado morte deve ser previsível, mas não desejado.

A família de Rodrigo Castanheira pede justiça. Amigos e colegas organizaram homenagens nas redes sociais e vigílias em frente à escola do jovem.

A Polícia Civil, por meio da 38ª DP, relatou o inquérito sobre o caso nesta sexta-feira (6/2).

Fonte: Metrópoles

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