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Governo de RO reforça compromisso com gestão sustentável da água durante evento da Amazônia Legal, no Maranhão

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Com o objetivo de fortalecer a governança da água, que é o conjunto de sistemas políticos, institucionais, legais e sociais que orientam a tomada de decisões sobre o uso e a gestão de recursos hídricos, e ampliar as ações conjuntas voltadas à sustentabilidade e à segurança climática na região amazônica, o governo de Rondônia participou, no período de 8 a 10 de outubro, do Encontro da Agenda Azul da Amazônia Legal, realizado no Maranhão.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), por meio da Coordenadoria de Recursos Hídricos (Coreh) participou do evento que reuniu representantes dos nove estados amazônicos (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, Mato Grosso e Maranhão) e membros do Grupo Técnico da Agenda Azul (GTAA), promovendo o diálogo e a integração de políticas públicas em prol da gestão eficiente dos recursos hídricos.

Durante o encontro, foram discutidas estratégias conjuntas para aprimorar a gestão dos recursos hídricos na Amazônia Legal, com destaque para a articulação de um termo de cooperação entre a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e os estados participantes. O acordo prevê a integração de dados por meio da Plataforma Água Brasil, ferramenta que permitirá ampliar a transparência, o monitoramento e a gestão compartilhada das águas na região, contribuindo para decisões mais assertivas e sustentáveis.

Objetivo do encontro: formular estratégias conjuntas para aprimorar a gestão dos recursos hídricos

Outro resultado importante foi a construção da Carta do Maranhão, documento elaborado com a participação ativa dos representantes estaduais, incluindo Rondônia, que será encaminhado à presidência da COP30. O texto propõe que o tema “Água” seja tratado como eixo estruturante da segurança climática, com o intuito de garantir que as recomendações da Amazônia Legal sejam incorporadas aos debates e deliberações da conferência mundial sobre mudanças climáticas, que será realizada no Brasil em 2025.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou o compromisso do estado com a gestão sustentável da água e com o fortalecimento das ações conjuntas entre os estados da Amazônia Legal. “O governo de Rondônia tem reafirmado o compromisso com o Pacto da Governança da Água e com o fortalecimento da gestão hídrica em toda a Amazônia Legal. A integração regional e a cooperação técnica entre os estados são fundamentais para enfrentarmos, de forma conjunta, os desafios ambientais e climáticos da nossa região”.

Para a coordenadora da Coreh, Daniely Sant’Anna, o evento representou uma oportunidade estratégica para alinhar políticas públicas, trocar experiências e avançar na implementação de instrumentos que aprimorem o monitoramento e a governança da água na região. “Participar deste encontro foi fundamental para ampliarmos o diálogo entre os estados e fortalecermos a cooperação técnica em torno da gestão hídrica. A Agenda Azul vem consolidando um espaço importante para discutir soluções práticas, baseadas em dados e evidências, que contribuam para o uso racional dos recursos hídricos e para a segurança climática da Amazônia”, destacou.

Segundo o secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, a integração entre os entes federativos é essencial para o desenvolvimento de políticas públicas eficazes e alinhadas à realidade de cada território. “Esse diálogo entre os estados é fundamental para avançarmos em uma gestão mais equilibrada e participativa dos recursos naturais. Cada região possui suas particularidades e, trabalhar de forma integrada nos permite construir estratégias que promovam sustentabilidade, proteção ambiental e justiça climática para todos os povos da Amazônia”, ressaltou.

Fonte: Secom

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Bolívia decreta emergência por Super El Niño e aumenta preocupação com seca em Rondônia

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O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, decretou neste sábado (31) estado de emergência nacional para enfrentar os impactos do fenômeno El Niño, que já provoca períodos de seca em diferentes regiões do país e aumenta o risco de enchentes. A medida prevê a liberação de recursos financeiros e a mobilização de equipes para atender as áreas mais afetadas.

A situação também chama a atenção em Rondônia, estado brasileiro que faz fronteira com a Bolívia. Embora a declaração de emergência do país vizinho não represente uma situação de emergência em território rondoniense, as previsões climáticas apontam possíveis impactos do fenômeno na região amazônica.

De acordo com o governo boliviano, o objetivo é reunir recursos humanos e financeiros para enfrentar os efeitos climáticos. Em pronunciamento à população, Rodrigo Paz afirmou que o país está mobilizando diferentes instituições para reduzir os prejuízos provocados pelo fenômeno.

A preocupação envolve tanto a falta de água em determinadas regiões quanto a possibilidade de inundações em outras áreas. Segundo informações divulgadas pela imprensa boliviana, 63 comunidades já enfrentam problemas relacionados à seca.

Em Rondônia, as projeções também indicam um cenário de atenção. O boletim mais recente do Painel El Niño, divulgado em 29 de outubro pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em conjunto com outros órgãos federais, aponta maior probabilidade de chuvas abaixo da média em grande parte da Região Norte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. As temperaturas também devem ficar acima da média, principalmente na região amazônica.

Entre os possíveis efeitos para Rondônia estão a redução das chuvas, períodos mais prolongados de estiagem, temperaturas elevadas e maior risco de queimadas. A diminuição das precipitações também pode contribuir para a queda dos níveis dos rios, com reflexos na navegação, no transporte fluvial, na pesca e no abastecimento de comunidades ribeirinhas.

A situação merece atenção especialmente pela importância dos rios para o deslocamento de moradores e o transporte de mercadorias em Rondônia. O Rio Madeira, por exemplo, é uma das principais vias de navegação da região e pode sofrer consequências caso o nível das águas apresente redução significativa.

Apesar das projeções, os impactos não são automáticos e podem variar conforme a intensidade do fenômeno e as condições climáticas de cada localidade. Por isso, os órgãos de monitoramento recomendam acompanhar as atualizações meteorológicas e os alertas da Defesa Civil.

O que é o El Niño?

O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Essa alteração interfere na circulação dos ventos e na distribuição de umidade da atmosfera, provocando mudanças no regime de chuvas e nas temperaturas em diferentes partes do planeta.

No Brasil, os efeitos variam conforme a região. Normalmente, o fenômeno favorece períodos de chuva mais intensa no Sul e redução das precipitações em áreas do Norte e do Nordeste, além de contribuir para temperaturas mais elevadas.

E o Super El Niño?

A expressão Super El Niño é utilizada para descrever episódios de intensidade muito forte do fenômeno, quando o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial alcança níveis elevados.

Segundo o INMET, existe elevada probabilidade de que o episódio atual atinja intensidade muito forte a partir de novembro de 2026, com possibilidade de impactos climáticos em diferentes regiões do Brasil.

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Novembro começa com temporais em três regiões do Brasil e aumento do calor

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Chuvas fazem com que o Amazonas, Rondônia e as regiões Centro-Oeste e Sudeste comecem o mês de novembro com um aviso de perigo potencial para tempestades. A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste domingo (1º).

Na Região Norte, além dos dois estados, áreas do Acre também têm condições para chuvas e trovoadas. No oeste de Roraima, sul do Pará e centro e sul do Tocantins, há ainda possibilidade de chuvas isoladas.

Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 graus Celsius (°C) em Rio Branco e a máxima chega a 37 °C em Boa Vista.

Grande parte da Região Centro-Oeste tem previsão de chuva, especialmente os estados de Goiás e de Mato Grosso do Sul onde também pode haver queda de granizo.

A temperatura mínima nas capitais será de 20 °C em Brasília e a máxima de 34 °C em Cuiabá.

No Sudeste do país, as chuvas também devem atingir quase toda a região, mas em Minas Gerais e Espírito Santo há condições para tempestades.

A temperatura mínima, entre as capitais, será de 16 °C em Belo Horizonte e a máxima de 28 °C em Belo Horizonte.

Na Região Sul chove com trovoadas no norte, noroeste e oeste do Paraná, com possibilidade de granizo no noroeste do estado. Também chove em Santa Catarina e pode chover de forma isolada na Serra Gaúcha.

A temperatura mínima será de 14 °C em Curitiba e a máxima de 26 °C em Porto Alegre.

Seca

No Nordeste brasileiro, há um aviso de perigo potencial para baixa umidade relativa do ar em quase todo o interior da região, exceto nos estados do Maranhão e Sergipe. Há possibilidade de chuvas isoladas apenas nas regiões sudoeste e oeste da Bahia.

O mês de novembro começa com temperaturas elevadas na região. Neste domingo, a mínima será de 27 °C em São Luís e a máxima chega a 38 °C em Teresina.

Agência Brasil

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Hospital privado é denunciado por instalar câmera em área de repouso

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Profissionais de saúde denunciaram o Hospital Santa Marta, em Taguatinga (DF), após identificarem uma câmera de monitoramento instalada na área de repouso feminino da equipe de enfermagem. Em uma mensagem enviada a um grupo de WhatsApp (leia abaixo), uma gestora compartilhou uma imagem do local e informou que o espaço estava sendo monitorado.

Na mensagem, a gestora reforça que é proibido utilizar roupas de cama destinadas aos pacientes, incluindo lençóis e cobertores, durante o repouso dos funcionários.

“Informo que estamos acompanhando, por meio das câmeras de monitoramento, a utilização desses itens durante os períodos de repouso. As situações identificadas serão apuradas, e os profissionais envolvidos serão devidamente acionados”, diz trecho da mensagem.

Em nota ao Metrópoles, o Hospital Santa Marta (HSM) informou que a câmera instalada na área de repouso deveria estar posicionada do lado de fora do ambiente, para monitorar o corredor de acesso.

“No entanto, uma falha na execução do serviço resultou na instalação do equipamento no interior do ambiente, diferentemente do que havia sido previsto”, explicou a unidade.

O hospital afirmou que o monitoramento por câmeras em áreas de repouso não faz parte das práticas da instituição e que os demais espaços destinados ao descanso dos profissionais não possuem equipamentos de videomonitoramento.

“Assim que a situação foi identificada, foram adotadas providências imediatas para a retirada do equipamento, que já foi removido do local”, acrescentou.

A unidade também reafirmou o compromisso com a privacidade e a dignidade dos funcionários e informou que está avaliando as circunstâncias da ocorrência e reforçando os procedimentos internos para evitar situações semelhantes.

Fonte: Metrópoles

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