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MAIS CIRURGIAS: Governo de RO amplia atendimentos do SUS com contratação de hospitais particulares
Com o objetivo de reduzir a fila de espera por procedimentos cirúrgicos eletivos no Sistema Único de Saúde (SUS), o governo de Rondônia contratou hospitais particulares para a realização de cirurgias e internações nas especialidades de cirurgia geral, ortopedia, urologia e oftalmologia, atendendo pacientes encaminhados pela rede pública.
O governador de Rondônia Marcos Rocha destacou que o projeto, que leva saúde e qualidade de vida à população, já tem apresentado resultados positivos. “No decorrer da gestão, levamos saúde aos municípios, com ampliação de especialidades, novas unidades hospitalares e o fortalecimento da saúde pública”, pontuou.
Entre as unidades contratadas estão: Hospital das Clínicas, Hospital Santa Marcelina de Rondônia, Complexo Hospitalar Central, Hospital de Amor Amazônia, Hospital 9 de Julho, Hospital Prontocordis, além das clínicas especializadas Médicos dos Olhos Oftalmologia e Sol Oftalmologia Porto Velho.

A paciente Lucineia, logo após receber alta hospitalar da cirurgia ortopédica.
A paciente Lucineia, de 44 anos, que realizou uma cirurgia de joelho garantida pelas novas contratações, afirmou: “Os profissionais são muito atenciosos, minha cirurgia foi excelente, estou muito feliz”, comemorou.
REFORÇO NO ATENDIMENTO
Para ampliar ainda mais a capacidade, a contratação mais recente foi com a empresa IRB Prime Care, instalada no Complexo Hospitalar Central, em Porto Velho, que disponibilizou médicos experientes e especializados. A unidade iniciou as atividades no final de setembro e vem realizando mais de 10 procedimentos cirúrgicos eletivos por dia, nas especialidades de cirurgia ortopédica, geral e urológica.
Outro destaque foi o mutirão de cirurgias de hérnia realizado no Hospital Santa Marcelina, que beneficiou cerca de 100 pacientes do SUS com a correção de hérnia da parede abdominal, e aconteceu entre os dias 29 de setembro e 4 de outubro. A ação contou com a participação da Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH), reunindo profissionais renomados que vieram especialmente para fortalecer a missão de ampliar o acesso à saúde.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha, as medidas fazem parte do planejamento estratégico para acelerar a realização de cirurgias e reduzir o tempo de espera dos pacientes, oferecendo mais qualidade e dignidade no atendimento.
HOSPITAIS PÚBLICOS

Os hospitais públicos realizam cirurgias em todas as especialidades, na baixa, em média e alta complexidade.
Segundo a Coordenadoria de Regulação, Controle e Avaliação dos Serviços de Saúde (CRECSS), Sônia Mariri, somente no mês de julho, a rede pública estadual de saúde realizou 2.214 cirurgias, entre procedimentos de urgência, emergência e eletivos, atuando para garantir assistência hospitalar em todas as regiões de Rondônia.
Conforme a coordenadora, a unidade que mais se destacou foi o Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho, responsável por 928 procedimentos de média e alta complexidade.
Outros hospitais também contribuíram de forma significativa:
- Hospital João Paulo II (Porto Velho) – 148 cirurgias
- Hospital Regional de Buritis Dr. Silvano Valério Firmiano – 28 cirurgias
- Hospital de Retaguarda de Rondônia – 200 cirurgias
- Hospital Regional de Extrema – 3 cirurgias
- Hospital Regional de Cacoal – 240 cirurgias
- Hospital Regional de São Francisco – 52 cirurgias
- Hospital de Urgência e Emergência Regional de Cacoal (Heuro) – 152 cirurgias
- Hospital Regional de Guajará-Mirim – 465 cirurgias, conforme Relatório de Gestão da unidade.
Utilidade pública
Fonte: Secom
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Concurso da Marinha tem 374 vagas com salário inicial de mais de R$ 9 mil
Concurso aberto pela Marinha do Brasil oferece 374 vagas para o Serviço Militar Voluntário de Oficiais Temporários (SMV-OF-RM2). As oportunidades são para nível superior completo, com lotação nos nove distritos navais espalhados em todas as unidades federativas pelo país.
A remuneração bruta inicial é superior a R$ 9 mil. Quem quiser participar as inscrições estão abertas e podem ser feitas até 10 de novembro, pelo site de cada distrito naval. A taxa custa R$ 150.
Podem participar apenas candidatos brasileiros natos, com idade entre 18 e 41 anos completos até agosto de 2027, data prevista para a incorporação.
O processo seletivo contará com cinco etapas: prova escrita objetiva, prova de títulos, verificação de dados biográficos e verificação documental, inspeção de saúde e teste de aptidão física.
As vagas são divididas em cinco grupos: saúde; apoio à saúde; técnica; técnica-magistério; e engenharia.
Distribuição de vagas
- 1º Distrito Naval (RJ, ES, MG): 171 vagas
- 2º Distrito Naval (BA e SE): 24 vagas
- 3º Distrito Naval (CE, RN, PB, PE, AL): 35 vagas
- 4º Distrito Naval (AP, PA, MA, PI): 25 vagas
- 5º Distrito Naval (RS e SC): 27 vagas
- 6º Distrito Naval (MT e MS): 16 vagas
- 7º Distrito Naval (TO, GO e DF): 17 vagas
- 8º Distrito Naval (SP e PR): 36 vagas
- 9º Distrito Naval (RR, AC, AM e RO): 23 vagas
Prova
A prova escrita objetiva será realizada no dia 21 de fevereiro de 2027, com duração de três horas. Para a maioria das profissões, a avaliação será composta por 40 questões de múltipla escolha sobre língua portuguesa.
Para os profissionais de medicina, a prova terá 50 questões sobre atendimento e conduta em situações de urgência e emergência médica, inclusive em áreas remotas.
“Os candidatos aprovados nas etapas previstas serão convocados para o curso de formação, no qual receberão treinamento militar. Ao término, serão designados para as Organizações Militares que integram a área de jurisdição do Distrito Naval escolhido, conforme as necessidades da Administração Naval”, informou a corporação.
Ingresso
Apesar do serviço ser temporário e não gerar estabilidade na Marinha, os militares incorporados poderão permanecer no Serviço Militar por até oito anos, com prorrogação anual.
Os candidatos aprovados ingressarão no posto de guarda-Marinha e, após seis meses de incorporação, poderão ser promovidos a segundo-tenente, desde que cumpridos os requisitos previstos. Além da remuneração, os oficiais RM2 têm acesso a benefícios como assistência médico-odontológica, psicológica, social e religiosa.
Fonte: Metrópoles
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Parque Circuito reabre neste sábado (24) com muitas novidades
Playground, academia ao ar livre, espaço para os pets, chuveirão, banheiros reformados com espaço para cuidar dos bebês, deck de madeira e iluminação especial são algumas das novidades do Parque Circuito, que será entregue neste próximo sábado (24).
Completando 60 anos de fundação em 2027, é um espaço que conta uma parte da história de Porto Velho. Bastante utilizado por famílias em confraternizações e por praticantes de esportes, como corrida e caminhada, o Parque Circuito ganha uma nova vida com essa obra.
De acordo com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, essa primeira fase da obra já irá modernizar o espaço, que também contará com a primeira fonte interativa do estado de Rondônia.
“Está tudo preparado para receber as famílias e garantir muita diversão! Espero toda a comunidade nessa grande reabertura, que representa mais um passo em prol de uma cidade que oferece qualidade de vida e opções de lazer”, disse o prefeito Léo Moraes.
A reabertura do Parque Circuito está programada para às 15h e contará com programação cultural voltada para o público cristão.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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INSS: Justiça libera R$ 2,9 bilhões para pagamentos atrasados
O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou R$ 2,9 bilhões para pagar atrasados de benefícios previdenciários e assistenciais a 192,2 mil pessoas que venceram ações na Justiça. Os recursos correspondem a 138.945 processos e serão distribuídos pelos Tribunais Regionais Federais (TRFs).
O lote reúne Requisições de Pequeno Valor (RPVs) autuadas, ou seja, registradas nos tribunais, em setembro de 2026. Entre os processos estão pedidos de revisão de aposentadorias, pensões, auxílio-doença e outros benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
As RPVs são utilizadas para quitar dívidas judiciais de até 60 salários mínimos por beneficiário. O pagamento ocorre em até 60 dias contados do protocolo da requisição no tribunal.
Quem tem direito
Estão incluídos neste lote os beneficiários com créditos reconhecidos judicialmente e que tiveram as RPVs registradas em setembro.
Os atrasados envolvem valores devidos em ações de concessão ou revisão de benefícios, como aposentadorias, pensões, auxílios e Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Cada TRF define seu cronograma de depósitos. Por isso, a liberação dos recursos pelo CJF não significa que todos os beneficiários já possam sacar o dinheiro.
A data de disponibilidade deve ser conferida na consulta da RPV no portal do tribunal responsável pelo processo.
Os depósitos são feitos em contas judiciais na Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil. As informações sobre a instituição bancária e a situação do pagamento ficam disponíveis na consulta do requisitório.
Como consultar
Para verificar o pagamento, o beneficiário deve acessar o site do TRF responsável pela ação e procurar a área de precatórios e requisições de pagamento.
Os dados exigidos variam conforme o sistema. Em alguns sistemas é obrigatório informar o CPF do beneficiário e mais um dado, como o número do processo ou a inscrição do advogado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
A consulta mostra o andamento da requisição e, após o pagamento, o banco responsável pelo depósito.
Veja quanto foi liberado a cada TRF
TRF da 1ª Região — Distrito Federal e 12 estados: R$ 914,4 milhões para 51.162 beneficiários, em 42.064 processos. Atende DF, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP;
TRF da 2ª Região — Rio de Janeiro e Espírito Santo: R$ 217,8 milhões para 14.649 beneficiários, em 9.880 processos;
TRF da 3ª Região — São Paulo e Mato Grosso do Sul: R$ 370,2 milhões para 16.667 beneficiários, em 12.584 processos;
TRF da 4ª Região — Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina: R$ 589 milhões para 46.914 beneficiários, em 32.386 processos;
TRF da 5ª Região — Pernambuco, Ceará, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte e Paraíba: R$ 523,2 milhões para 42.362 beneficiários, em 25.066 processos;
TRF da 6ª Região — Minas Gerais: R$ 316,4 milhões para 21.488 beneficiários, em 16.965 processos.
Fonte: Metrópoles
