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Polícia

Ministério Publico denuncia 50 integrantes de rede internacional de tráfico que usava Rondônia como rota

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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou, na última quinta-feira (18), 50 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas. O grupo utilizava Rondônia como rota estratégica de entrada dos entorpecentes no Brasil.

Segundo as investigações, a droga vinha da Colômbia, Bolívia e Peru, atravessava a fronteira por Rondônia e seguia para Goiás. De lá, os carregamentos eram levados até o Distrito Federal, onde abasteciam traficantes locais.

Como funcionava o esquema

De acordo com o delegado Luiz Sampaio, da Coordenação de Repressão às Drogas (CORD/PCDF), os criminosos lançavam mão de diferentes meios de transporte para dificultar o trabalho da polícia, entre eles:

  • Caminhões cegonhas;
  • Veículos de passeio;
  • Passageiros de ônibus.

Em Goiás, os entorpecentes eram armazenados em casas usadas como pontos de apoio. Integrantes da organização, vindos de Brasília, buscavam as cargas e as levavam até a capital federal, onde eram distribuídas. A rede comercializava, principalmente, cocaína e skunk.

Estrutura criminosa

As investigações apontaram que a quadrilha era altamente organizada e com funções bem definidas. Um dos membros se passava por policial em grupos de WhatsApp para tentar antecipar ações das forças de segurança. Outro cuidava da montagem e adaptação dos veículos para esconder as cargas. Em alguns casos, as drogas eram disfarçadas em distribuidoras de bebidas para dificultar a fiscalização.

Operação e apreensões

Em julho, a Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou uma megaoperação que resultou na prisão de diversos integrantes e na apreensão de:

  • Veículos;
  • Uma moto aquática;
  • R$ 100 mil em espécie;
  • Armas de fogo;
  • Mais de R$ 4 milhões em drogas.

A denúncia apresentada pelo MPDFT reforça a importância de Rondônia para o tráfico internacional, evidenciando como organizações criminosas exploram a região de fronteira da Amazônia para abastecer grandes centros urbanos do país.

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Polícia

Justiça condena mãe e irmão de Djidja Cardoso por esquema de tráfico de cetamina

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A Justiça do Amazonas condenou sete pessoas acusadas de integrar um esquema de tráfico de cetamina em Manaus. Entre os sentenciados estão a mãe e o irmão da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso, encontrada morta em maio de 2024. As penas variam de 8 anos e 6 meses a 10 anos e 11 meses de prisão.

A decisão foi proferida pela 3ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes. Conforme a sentença, o grupo utilizava uma rede de salões de beleza e uma organização religiosa para distribuir e incentivar o uso da cetamina, medicamento de uso veterinário que possui efeitos alucinógenos quando administrado em humanos.

Segundo a investigação, a substância era adquirida de forma irregular por meio de uma clínica veterinária e posteriormente fornecida a integrantes e pessoas ligadas ao grupo. A Justiça concluiu que havia provas suficientes para comprovar a atuação da organização criminosa e a participação dos condenados.

Entre os principais condenados estão Cleusimar Cardoso Rodrigues, mãe de Djidja, apontada como líder do esquema, e Ademar Farias Cardoso Neto, irmão da ex-sinhazinha, identificado como responsável pela execução das atividades do grupo. Ambos receberam pena de 10 anos e 11 meses de reclusão em regime fechado.

Também foram condenados um médico veterinário, um personal trainer, uma gerente, um funcionário de clínica veterinária e o ex-namorado de Djidja Cardoso. Parte dos réus permanecerá presa preventivamente e não poderá recorrer em liberdade. Outros foram autorizados a recorrer, desde que cumpram medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.

A sentença foi proferida meses após a anulação de uma condenação anterior, quando o processo retornou à primeira instância para correção de falhas relacionadas às provas periciais. Com a regularização do procedimento, a Justiça confirmou a materialidade dos crimes e a responsabilidade dos envolvidos.

Durante as investigações da Operação Mandrágora, a Polícia Civil apontou que a cetamina era utilizada em encontros promovidos pelo grupo sob o argumento de proporcionar benefícios espirituais. Testemunhas também relataram supostos episódios de cárcere privado e abusos contra pessoas que estariam sob efeito da substância.

Três acusados foram absolvidos por falta de provas.

A morte de Djidja Cardoso segue como um dos principais fatos relacionados ao caso. A ex-sinhazinha foi encontrada sem vida em maio de 2024, e a principal linha de investigação aponta para uma possível overdose de cetamina. Na ocasião, policiais encontraram frascos da substância, seringas e outros materiais relacionados ao uso da droga na residência da vítima.

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Menina de 7 anos sofre grave escalpelamento após cabelo prender em motor de embarcação

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Uma menina de 7 anos ficou gravemente ferida após sofrer um acidente de escalpelamento enquanto viajava com a família em uma pequena embarcação no município de Portel, no Arquipélago do Marajó, no Pará.

De acordo com as informações divulgadas, a criança teve os cabelos presos no eixo do motor da embarcação, conhecido popularmente na região como “rabeta”. A força do equipamento provocou o arrancamento do couro cabeludo, causando ferimentos de extrema gravidade.

Logo após o acidente, familiares prestaram os primeiros socorros com o auxílio de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Em razão da gravidade do quadro, a menina foi transferida para um hospital de referência em Belém, onde passou a receber atendimento especializado e foi submetida a procedimentos cirúrgicos para reconstrução da área atingida.

O caso chama novamente a atenção para um problema recorrente nas comunidades ribeirinhas da Amazônia. Acidentes de escalpelamento continuam fazendo vítimas, principalmente mulheres e crianças, em embarcações equipadas com motores que circulam sem a proteção adequada no eixo.

Órgãos de saúde e de segurança da navegação reforçam que a instalação da cobertura de proteção no eixo do motor é uma medida simples, obrigatória e essencial para evitar esse tipo de acidente, preservando a integridade física e a vida dos passageiros que utilizam embarcações na região amazônica.

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Homem é espancado a pauladas pelo vizinho por causa de dívida de R$ 1,2 mil

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Um homem ficou gravemente ferido após ser agredido a pauladas pelo próprio vizinho na tarde de quarta-feira (22), no bairro Jardim Oiti, em Três Lagoas (MS). A principal suspeita é de que o crime tenha sido motivado por uma dívida de aproximadamente R$ 1,2 mil.

Segundo as informações apuradas, a vítima caminhava pela Rua Almirante Barroso quando foi surpreendida pelo agressor, que passou a golpeá-la com um pedaço de madeira. Não houve discussão antes do ataque.

Com a violência das agressões, o homem sofreu uma grave lesão no ombro esquerdo, além de cortes, hematomas e diversas escoriações pelo corpo. O espancamento só foi interrompido quando uma testemunha começou a pedir socorro, fazendo com que o suspeito fugisse do local.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e prestou os primeiros atendimentos à vítima, que foi encaminhada ao Hospital Auxiliadora para realização de exames e tratamento médico.

Equipes da Polícia Militar realizaram buscas na região, mas o suspeito não foi localizado. O caso foi registrado como lesão corporal dolosa na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), e a Polícia Civil dará continuidade às investigações para localizar o autor da agressão.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do D24am

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