Política
Deputada federal Cristiane Lopes destina 300 mil à marcha para Jesus de Porto Velho
Uma solenidade marcada por fé, unidade e compromisso com a sociedade marcou o lançamento oficial da Marcha para Jesus 2025, nesta segunda-feira (14), no Prédio do Relógio, sede da Prefeitura de Porto Velho. O evento contou com a presença de autoridades, lideranças religiosas e representantes da comunidade cristã, e teve como destaque a atuação da deputada federal Cristiane Lopes, que destinou R$300 mil por meio de emenda parlamentar para apoiar a realização da 31ª edição da Marcha, prevista para o dia 2 de agosto.
Reconhecida por sua forte atuação junto ao segmento cristão, Cristiane Lopes celebrou a oportunidade de, mais uma vez, contribuir diretamente com um dos maiores eventos de expressão de fé da região Norte. “Abracei esse projeto com todo meu coração. A Marcha para Jesus representa mais do que um ato público: é uma declaração de fé, de esperança, de intercessão pela nossa cidade e de unidade entre igrejas e denominações. É emocionante ver o crescimento desse evento a cada ano”, afirmou a deputada.
A Marcha para Jesus 2025 deverá reunir mais de 80 mil pessoas, o dobro da edição anterior, segundo os organizadores. O evento terá início às 15h, com concentração em frente ao Centro Político Administrativo (CPA), e saída marcada para as 16h, com percurso pela avenida Farqhuar até o Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Durante todo o trajeto, haverá louvores, orações e manifestações artísticas de adoração ao nome de Jesus Cristo.

Cristiane Lopes enfatizou que, além do aspecto espiritual, o evento também gera impactos sociais positivos em Porto Velho. “As bênçãos de Deus se estendem a todas as áreas: à saúde, à educação, à economia. A Marcha é um momento em que clamamos por justiça, paz e prosperidade para nossa cidade. Estou muito feliz em contribuir com esse movimento que transforma vidas e fortalece a fé do nosso povo”, declarou.
A Marcha para Jesus é promovida pelo Conselho de Pastores de Porto Velho e conta com o apoio de diversas instituições religiosas. Para o presidente do Conselho, pastor Fábio Ramos, o evento é uma demonstração pública do amor de Porto Velho por Jesus Cristo. “A Marcha é um ato profético e espiritual. É um prazer servir a Deus e ver tantos irmãos unidos nesse propósito. Quando o poder público apoia ações como essa, toda a sociedade é beneficiada”, ressaltou.
O prefeito Léo Moraes, presente no lançamento, destacou a importância de integrar o poder público às ações cristãs, já que muitas igrejas são responsáveis por projetos sociais que atendem diretamente às comunidades. “Quando as instituições cristãs são fortalecidas, observamos uma melhora significativa em áreas como saúde, segurança e assistência social”, pontuou.
A vice-prefeita Magna dos Anjos também reforçou a relevância da Marcha para a cidade. “É um evento que traz a presença de Deus à sociedade. Sua mensagem de paz, amor e salvação é essencial para construir uma cidade mais justa e acolhedora. Seu impacto vai além do espiritual, ele atinge positivamente o convívio social e a qualidade de vida”, destacou.

De acordo com o último Censo do IBGE, mais de 80% da população de Porto Velho professa a fé cristã, um universo de mais de 310 mil pessoas que reconhecem Jesus Cristo como Salvador. A Marcha para Jesus, portanto, é um evento que reflete a identidade religiosa e cultural do povo porto-velhense.
A atuação da deputada Cristiane Lopes no fortalecimento da Marcha evidencia seu compromisso com os valores cristãos e com a promoção da fé como instrumento de transformação social.
“Todos estão convidados para esse momento de louvor ao nosso Senhor Jesus. Que Ele derrame suas bênçãos sobre nosso povo, sobre nossa cidade, e que essa Marcha seja um marco de cura, reconciliação e fé para Rondônia”, concluiu a parlamentar.
Fonte: Assessoria
Política
Jaqueline Cassol é citada em documentos da investigação do Banco Master
A ex-deputada federal por Rondônia, Jaqueline Cassol, foi citada em documentos que fazem parte das investigações relacionadas ao Banco Master, cujo sigilo parcial foi retirado por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.
Nos registros divulgados, relatórios produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) indicam movimentações financeiras realizadas pela ex-parlamentar para contas associadas a empresas ligadas à família Nogueira Lima. O material integra uma apuração mais ampla que também menciona outras figuras públicas e agentes políticos.
Conforme as informações disponíveis, a referência ao nome de Jaqueline Cassol ocorre em razão dessas transações identificadas pelos órgãos de controle. Até o momento, não há qualquer informação pública apontando que ela seja investigada ou acusada de prática ilícita no âmbito do caso.
A investigação tem como um dos focos o senador Ciro Nogueira (PP-PI), e os documentos tornados públicos incluem citações a diversos políticos em diferentes contextos, como movimentações financeiras, participação em eventos e relações institucionais analisadas durante a apuração.
Com a retirada do sigilo de parte dos autos, os documentos passaram a ser de conhecimento público. Procurada para comentar a citação de seu nome nos relatórios, Jaqueline Cassol não havia se manifestado até o encerramento desta reportagem. O espaço segue aberto para eventuais esclarecimentos.
Política
Cristiane Lopes cobra regularização de gratificação retirada de servidores federais de Rondônia
Parlamentar solicita ao Ministério da Gestão e da Inovação a restituição dos valores descontados e a normalização imediata dos pagamentos da GDEXT aos servidores do ex-Território de Rondônia.
A deputada federal Cristiane Lopes (PODEMOS-RO) encaminhou ofício à ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, solicitando providências urgentes para a regularização dos pagamentos da Gratificação de Desempenho de Atividade dos Servidores do Ex-Território de Rondônia (GDEXT). A gratificação deixou de ser paga a aproximadamente 80% dos servidores federais do estado na folha salarial do mês de maio.
“Recebi com grande preocupação os relatos dos servidores que foram surpreendidos com a retirada da GDEXT de seus contracheques. Estamos falando de trabalhadores que organizaram suas vidas contando com esse direito e que, de forma inesperada, sofreram uma redução significativa em sua renda. É uma situação que precisa ser corrigida com urgência”, afirmou Cristiane Lopes.
A solicitação da parlamentar foi motivada por denúncias de servidores e or um ofício encaminhado pelo Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Rondônia (SINDSEF/RO), que relata os prejuízos causados pela suspensão do benefício.
Segundo as informações recebidas, o problema atinge exclusivamente servidores federais de Rondônia. Não há registros de situação semelhante nos estados de Roraima e Amapá, que também possuem servidores oriundos dos antigos territórios federais.
Cristiane destacou que a medida gerou insegurança financeira e dificuldades para centenas de famílias, especialmente para aposentados e pensionistas que dependem diretamente da remuneração para custear despesas básicas.
“Solicitei à ministra Esther Dweck a imediata regularização dos pagamentos e o ressarcimento dos valores descontados no mês de maio. Os servidores públicos merecem respeito, segurança jurídica e previsibilidade. Não podemos permitir que sejam prejudicados sem uma solução rápida e transparente”, reforçou.
No documento, a deputada também pede esclarecimentos sobre os motivos que levaram à supressão da gratificação e solicita providências para evitar que novos prejuízos atinjam os servidores federais de Rondônia.
A parlamentar seguirá acompanhando o caso junto ao Governo Federal até que os pagamentos sejam normalizados e os valores retirados dos contracheques sejam integralmente restituídos aos servidores.
Fonte: Assessoria
Política
Assembleia aprova PEC que garante acúmulo de cargos para policiais e bombeiros militares
A Assembleia Legislativa de Rondônia aprovou em dois turnos, nesta terça-feira (16), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 26/2026, encaminhada pelo governador Marcos Rocha (PSD), que altera a Constituição Estadual para garantir a acumulação de cargos por policiais militares e bombeiros militares. A matéria recebeu uma emenda modificativa, teve parecer favorável do deputado Cirone Deiró (União) em plenário e foi aprovada com 15 votos favoráveis.
A proposta tem como objetivo adequar a Constituição de Rondônia às regras já previstas na Constituição Federal desde a Emenda Constitucional 101, de 2019, que passou a permitir aos militares estaduais o exercício cumulativo de determinadas funções, desde que haja compatibilidade de horários e observância do teto constitucional.
Pelo texto encaminhado pelo Executivo, os militares estaduais poderiam acumular o cargo militar com um cargo de professor, com outro cargo técnico ou científico ou com cargo ou emprego privativo de profissional de saúde com profissão regulamentada.
Emenda alterou para outros cargos
Durante a tramitação, a proposta recebeu emenda apresentada pelo deputado Jesuíno Boabaid (PSD), que ampliou as hipóteses previstas originalmente. O texto aprovado acrescenta a possibilidade de acumulação de um cargo militar com outro cargo de qualquer natureza, observadas a prevalência da atividade militar, a compatibilidade de horários e os princípios da hierarquia e da disciplina.
A emenda também estabelece de forma expressa que as regras de acumulação alcançam tanto as carreiras de praças quanto de oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia.
Outro dispositivo incluído determina que a implementação da emenda constitucional não implicará criação de vantagens, gratificações, adicionais, equiparações remuneratórias ou qualquer outro efeito financeiro, mantendo caráter exclusivamente autorizativo e regulamentador da acumulação de cargos públicos, observadas a disponibilidade orçamentária e a legislação aplicável.
O texto aprovado prevê ainda que a emenda produzirá efeitos retroativos à vigência da Emenda Constitucional Federal 101, de 3 de julho de 2019.
Na justificativa da proposta, o Governo argumenta que a alteração busca adequar a Constituição Estadual ao ordenamento jurídico federal e garantir segurança jurídica aos policiais e bombeiros militares. Já a justificativa da emenda parlamentar afirma que as mudanças pretendem evitar interpretações restritivas sobre o alcance das regras de acumulação e reforçar o caráter regulamentador da medida.
