Política
Deputada Cristiane Lopes recebe representantes do IFRO e reforça compromisso com a Educação de Rondônia
Em visita ao gabinete, reitor, gestores e estudantes fizeram prestação de contas e agradeceram o trabalho da parlamentar além de reforçar a parceria
A deputada federal Cristiane Lopes (União Brasil-RO) recebeu nesta terça-feira (8), comitiva do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), liderada pelo reitor Moisés Rosa e composta por diretores, assessores e estudantes de diversas unidades do estado. A visita teve como objetivo prestar contas das ações já realizadas com o apoio da parlamentar e reforçar a parceria em prol da educação pública de qualidade em Rondônia.
“A presença de todos aqui é motivo de alegria e também de compromisso e quero garantir a vocês que vamos continuar lutando pela qualidade desses recursos. O que está sendo feito por meio do IFRO é grande demais para não ser cuidado com zelo”, destacou a deputada.
O reitor Moisés Rosa apresentou um relatório parcial das ações desenvolvidas com os recursos destinados por Cristiane Lopes e agradeceu o empenho da parlamentar. “Viemos aqui agradecer e mostrar que os projetos já começaram. Muitos deles não podem parar, por isso precisamos da continuidade do apoio da deputada, inclusive na distribuição dos recursos entre os campus”.
Representando os estudantes, Eduarda Gabriely Alves Sued, presidente do grêmio estudantil do Campus Calama, fez um apelo por melhores condições de infraestrutura. “Temos campus que não possuem nem refeitório ou cantina. Muitos alunos ficam o dia inteiro na escola sem acesso a uma alimentação adequada, e isso impacta diretamente o aprendizado. Contamos com o apoio da deputada para mudar essa realidade”, disse a jovem.
Cristiane Lopes reafirmou seu compromisso com a educação técnica e superior em Rondônia, e garantiu que continuará destinando recursos para as famílias atípicas, para os projetos voltados na área social, para agricultura familiar, ao agronegócio, pesquisas, para infraestrutura e defendendo pautas que promovam acesso, estrutura e dignidade a todos que são atendidos por esses recursos.
Fonte: Assessoria
Política
Deputado estadual é preso acusado de lavagem de dinheiro
O deputado estadual Márcio Canella (União) foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro, durante a 8ª fase da operação Unha e Carne. A ação faz parte de uma investigação que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro com participação de políticos, além de possíveis ligações entre agentes públicos e organizações criminosas que atuam no estado.
A nova fase da operação busca avançar nas apurações sobre as relações entre integrantes do poder público e grupos criminosos. A investigação também tem como foco possíveis movimentações financeiras relacionadas ao esquema suspeito.
Esta não é a primeira vez que o deputado se envolve em uma ocorrência com a Polícia Federal. Em julho de 2026, Canella foi preso em flagrante após agentes encontrarem um fuzil no carro dele. Na ocasião, a ocorrência foi relacionada à suspeita de posse ilegal de arma.
Mesmo diante do episódio anterior, o parlamentar disputou as eleições realizadas em 4 de outubro e foi eleito o segundo deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro.
Antes de assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa, Canella construiu sua trajetória política no município de Belford Roxo, onde foi eleito prefeito em 2024.
A prisão desta quinta-feira ocorre no contexto das investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e possíveis conexões entre agentes públicos e organizações criminosas no Rio de Janeiro.
Política
Senadores de Rondônia votam a favor do fim da escala 6×1
O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A votação terminou com 75 votos favoráveis e apenas um contrário nos dois turnos. A proposta estabelece dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima de trabalho, sem diminuição salarial.
A mudança representa uma alteração importante nas regras trabalhistas brasileiras e tem como objetivo ampliar o tempo de descanso e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores.
A bancada de Rondônia no Senado apoiou a aprovação da proposta. Os senadores Confúcio Moura (MDB), Jaime Bagattoli (PL) e Marcos Rogério (PL) votaram favoravelmente nos dois turnos.
Pelo texto aprovado, a jornada semanal será reduzida gradualmente de 44 para 40 horas. A transição prevê a adoção da escala 5×2, com dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial.
A aprovação representa um avanço na discussão sobre os direitos trabalhistas no país, mas a implementação depende da promulgação da emenda constitucional.
Política
Veja como Flávio Bolsonaro votou sobre o fim da escala 6×1
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), votou a favor do fim da escala de trabalho 6×1, nesta quarta-feira (14), durante a votação da proposta no Senado. O texto foi aprovado em dois turnos, com 75 votos favoráveis e apenas um contrário.
A proposta, apresentada por parlamentares da esquerda, prevê mudanças na jornada semanal de trabalho sem redução salarial e é uma das principais bandeiras da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A decisão marcou a primeira vez que Flávio se posicionou favoravelmente à medida. Antes, o senador havia classificado a proposta como “oportunista”, por considerar que foi apresentada às vésperas das eleições.
Na terça-feira (13), Flávio afirmou que votaria a favor porque, segundo ele, a maioria dos trabalhadores brasileiros deseja o fim da escala 6×1.
Apesar do apoio, o senador defende uma jornada de trabalho mais flexível, com possibilidade de negociação entre empregadores e funcionários sobre os horários. Ele argumenta que a proposta precisa considerar situações específicas, como trabalhadores em home office e mães que precisam conciliar o emprego com os cuidados dos filhos.
“Eu queria que tivesse liberdade para o trabalhador montar seu horário de trabalho”, afirmou.
O presidente Lula vinha cobrando publicamente um posicionamento de seu adversário sobre o tema. Na semana anterior à votação, declarou que a posição dos parlamentares ficaria evidente quando o Senado começasse a analisar a proposta.
