Política
Derrubada de IOF é decisão suprapartidária, diz Hugo Motta
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a derrubada do decreto que aumentava as cobranças do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), aprovada pelo Congresso Nacional, ocorreu por meio de uma “construção suprapartidária” e com “maioria expressiva”.
“Tivemos um dia muito importante para o país. Começamos votando o Projeto de Decreto Legislativo que sustou o aumento do IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras. Essa construção se deu de forma suprapartidária e com a maioria expressiva. A Câmara e o Senado resolveram derrubar esse decreto do governo para evitar o aumento de impostos”, disse em vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira (26).
Na noite de quarta-feira (25), Câmara e Senado aprovaram a derrubada do decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), impondo uma derrota à gestão petista.
Entre os deputados, o placar foi de 383 votos favoráveis à derrubada e outros 98 contrários ao PDL (Projeto de Decreto Legislativo). No Senado, a votação ocorreu de forma simbólica.
Agora, a proposta precisa ser promulgada pelo presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Com o resultado, os decretos do governo federal sobre o IOF perdem a validade e voltam a valer as regras anteriores sobre a aplicação do imposto.
Entenda
A proposta aprovada susta todos os decretos do governo que aumentaram as alíquotas do IOF – as três normas editadas desde maio.
O projeto aprovado pelo Congresso tramitou apensado (de forma conjunta) com outras 36 propostas de mesmo teor. A maioria dos textos foi patrocinada pela oposição.
O último decreto editado pelo governo com a “recalibragem” no IOF ajustou a expectativa de arrecadação com o imposto para R$ 10 bilhões em 2025. Antes, a versão original, publicada em maio e reeditada em junho, previa uma receita de aproximadamente R$ 20 bilhões.
CNN Brasil
Política
Veja quantos votos Flávio Bolsonaro e Lula receberam em Rondônia
Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado em Rondônia no segundo turno das eleições presidenciais de 2026, realizado neste domingo (25). Com 100% das urnas apuradas, ele recebeu 674.382 votos, o equivalente a 69,61% dos votos válidos no estado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 294.446 votos, correspondentes a 30,39% dos votos válidos. A diferença entre os dois candidatos foi de 379.936 votos, segundo dados divulgados com base na apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A votação em Rondônia acompanha o resultado da disputa entre os dois candidatos no estado, onde Flávio terminou o segundo turno à frente de Lula.
Ao todo, 988.489 eleitores compareceram às urnas em Rondônia. O índice de abstenção foi de 21,92%. Os votos brancos representaram 0,85% do total, enquanto os nulos somaram 1,14%.
Os números mostram a distribuição dos votos dos eleitores rondonienses na disputa presidencial. O resultado estadual integra a totalização nacional realizada pela Justiça Eleitoral.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo (25), conquistando seu quarto mandato. Com 99,89% das urnas totalizadas, Lula somava 64.162.245 votos, o equivalente a 51,77% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 59.784.442 votos, correspondentes a 48,23%. Os números foram divulgados durante a apuração do segundo turno das eleições de 2026.
Política
Brasileiros no exterior já votaram em vários países; veja os resultados
Os resultados de boletins de urna no exterior divulgados até 12h30 deste domingo (25) mostram o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente com 66,2% dos votos válidos, contra 33,8% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no segundo turno da eleição presidencial.
Ao todo, 918 mil brasileiros que vivem fora do país estão aptos a votar neste ano, distribuídos por 186 cidades de 134 países, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Os dados estão sendo divulgados ao longo do dia e foram obtidos pela CNN a partir dos boletins de urna (BUs) publicados pelo TSE em seu site de resultados. O boletim de urna é o documento que cada urna eletrônica emite ao fim da votação, com o total de votos de cada candidato naquela seção. Somando os boletins de todas as seções de um país, é possível conhecer o resultado antes da totalização oficial, que é feita e divulgada pela Justiça Eleitoral.
A diferença de fuso horário entre os países permite que os primeiros votos sejam registrados antes mesmo da abertura das seções eleitorais em território brasileiro.
No Brasil, a votação começa às 8h deste domingo, pelo horário oficial. A votação no exterior ocorre, em geral, das 8h às 17h no horário local, o que faz com que o processo eleitoral dure, ao todo, 29 horas — começando no sábado às 16h na Nova Zelândia e terminando com o Canadá às 21h de domingo.
Depois da Nova Zelândia, as urnas abriram na Austrália e países da Ásia na noite de sábado. Na madrugada e manhã de domingo, brasileiros que vivem na Europa, África e Américas começaram a votar.
Veja onde cada candidato tem vantagem ao redor do mundo:
Flávio Bolsonaro
- Grécia (54,95%), com 311 votos contra 255 de Lula (45,05%)
- África do Sul (57,92%), com 256 votos contra 186 de Lula (42,08%)
- Moçambique (52%), com 117 votos contra 108 de Lula (48%)
- Catar (55,08%), com 195 votos contra 159 de Lula (44,92%)
- Emirados Árabes Unidos (54,56%), com 772 votos contra 643 de Lula (45,44%)
- Tailândia (51,72%), com 60 votos contra 56 de Lula (48,28%)
- Indonésia (60,53%), com 23 votos contra 15 de Lula (39,47%)
- Hong Kong (51,15%), com 133 votos contra 127 de Lula (48,85%)
- Taiwan (58,04%), com 130 votos contra 94 de Lula (41,96%)
- Malásia (51,76%), com 44 votos contra 41 de Lula (48,24%)
- Filipinas (59,09%), com 39 votos contra 27 de Lula (40,91%)
- Japão (80,08%), com 28.538 votos contra 7.098 de Lula (19,92%)
Lula
- Finlândia (74,83%), com 550 votos contra 185 de Flávio (25,17%)
- Estônia (82,90%), com 160 votos contra 33 de Flávio (17,10%)
- Chipre (53,70%), com 29 votos contra 25 de Flávio (46,30%)
- Jordânia (90,51%), com 725 votos contra 76 de Flávio (9,49%)
- Síria (90,60%), com 106 votos contra 11 de Flávio (9,40%)
- Kuwait (78,48%), com 62 votos contra 17 de Flávio (21,52%)
- Arábia Saudita (61,25%), com 49 votos contra 31 de Flávio (38,75%)
- Egito (78,95%), com 60 votos contra 16 de Flávio (21,05%)
- Quênia (64,44%), com 29 votos contra 16 de Flávio (35,56%)
- China (73,67%), com 375 votos contra 134 de Flávio (26,33%)
- Singapura (63,77%), com 213 votos contra 121 de Flávio (36,23%)
- Coreia do Sul (64,35%), com 148 votos contra 82 de Flávio (35,65%)
- Austrália (63,46%), com 6.017 votos contra 3.465 de Flávio (36,54%)
- Nova Zelândia (80,54%), com 418 votos contra 101 de Flávio (19,46%)
Fonte: CNN Brasil
Política
Flávio Bolsonaro e Lula votam no 2º turno
Os candidatos à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votaram na manhã deste domingo (25), durante o segundo turno das eleições de 2026. Após registrarem seus votos, os dois falaram com a imprensa e defenderam suas propostas para o país.
Flávio Bolsonaro foi o primeiro a votar. O senador chegou à seção eleitoral por volta das 8h, acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro. Após a votação, afirmou que sua campanha foi marcada pela alegria e declarou que considera necessário promover mudanças no país.
“Fizemos uma campanha com muita alegria, uma campanha limpa, com felicidade no rosto. Acho que chegou a hora da mudança de verdade”, disse.
Na sequência, Flávio criticou a situação atual do país e afirmou que, em sua avaliação, a população teve piora na qualidade de vida. “A vida de todo mundo piorou, não tem por que ficar insistindo no erro”, declarou.
Já o presidente Lula votou por volta das 9h30, em São Bernardo do Campo, acompanhado da primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Após votar, Lula comentou a mobilização durante a campanha do segundo turno e afirmou ter visto pessoas nas ruas em defesa da democracia e das conquistas da população.
“O povo foi para a rua defender suas conquistas. Se eu ganhar, eu só devo ao povo brasileiro”, afirmou.
O presidente também agradeceu o apoio recebido durante sua trajetória política e destacou a possibilidade de conquistar um quarto mandato. “É muito gratificante alguém que nasceu onde eu nasci estar tentando um quarto mandato. O povo sempre foi generoso comigo”, disse.
Segundo turno das eleições
A votação deste domingo (25) define a disputa pela Presidência da República entre Flávio Bolsonaro e Lula. Também há segundo turno para governador no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e Distrito Federal.
O horário de votação é das 8h às 17h, conforme o horário de Brasília. Nos estados com fusos horários diferentes, os eleitores devem observar o horário local.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a divulgação dos resultados e da totalização dos votos pode começar a partir das 17h, no horário de Brasília.
