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Política

Senador Jaime Bagattoli esclarece que não votou por aumento na conta de energia

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O senador Jaime Bagattoli (PL) veio a público esclarecer que não votou por aumento algum na conta de energia elétrica do brasileiro. Por meio de suas redes sociais, Bagattoli desmontou a narrativa criada em torno da recente derrubada de vetos pelo Congresso Nacional.

“Eu não votei a favor de aumento de energia nenhuma, eu votei pela derrubada de vetos para para que fosse mantido o subsídio das pequenas hidrelétricas. Quem decide o aumento ou não na conta de energia elétrica é a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e o Governo Federal”, esclareceu.

Na prática, Senado e Câmara votaram pela derrubada de alguns vetos da Política de Geração de Energia Limpa Firme. Ao todo, dos 24 vetos em análise, apenas oito foram derrubados na sessão conjunta desta semana e todos eles não contribuem para o aumento da conta de energia.

“Eu jamais votaria para aumentar qualquer imposto, como tem feito esse desgoverno. Quem me acompanha sabe que a minha posição foi contrária ao aumento de IOF, da tributação das LCA e até mesmo contra a Reforma Tributária que vai nos gerar a maior alíquota do mundo”, acrescentou.

CORTINA DE FUMAÇA

Ainda em sua fala, Bagattoli defendeu que a falsa narrativa foi criada para desqualificar a imagem da direita e da oposição, num momento em que o Governo Federal tenta esconder um impacto bilionário decorrente de uma medida, já regulamentada, que prevê a gratuidade na conta para quem consome até 80 quilowatts-hora por mês para os beneficiários da Tarifa Social.

Embora apresentada como um alívio para mais de  60 milhões de brasileiros, economistas já apontam um impacto de R$ 4,4 bilhões que deverá ser repassado aos demais consumidores por meio de reajustes na tarifa.

“Eu não sou contra as pessoas que não têm condições de pagar, mas quando alguém não vai pagar algo uma outra parte pagará por aquilo. Isso sim será um grande fator para o aumento da conta de energia”, alertou o senador. 

Fonte: Assessoria

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Política

Deputado estadual é preso acusado de lavagem de dinheiro

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O deputado estadual Márcio Canella (União) foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro, durante a 8ª fase da operação Unha e Carne. A ação faz parte de uma investigação que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro com participação de políticos, além de possíveis ligações entre agentes públicos e organizações criminosas que atuam no estado.

A nova fase da operação busca avançar nas apurações sobre as relações entre integrantes do poder público e grupos criminosos. A investigação também tem como foco possíveis movimentações financeiras relacionadas ao esquema suspeito.

Esta não é a primeira vez que o deputado se envolve em uma ocorrência com a Polícia Federal. Em julho de 2026, Canella foi preso em flagrante após agentes encontrarem um fuzil no carro dele. Na ocasião, a ocorrência foi relacionada à suspeita de posse ilegal de arma.

Mesmo diante do episódio anterior, o parlamentar disputou as eleições realizadas em 4 de outubro e foi eleito o segundo deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro.

Antes de assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa, Canella construiu sua trajetória política no município de Belford Roxo, onde foi eleito prefeito em 2024.

A prisão desta quinta-feira ocorre no contexto das investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e possíveis conexões entre agentes públicos e organizações criminosas no Rio de Janeiro.

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Política

Senadores de Rondônia votam a favor do fim da escala 6×1

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O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A votação terminou com 75 votos favoráveis e apenas um contrário nos dois turnos. A proposta estabelece dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima de trabalho, sem diminuição salarial.

A mudança representa uma alteração importante nas regras trabalhistas brasileiras e tem como objetivo ampliar o tempo de descanso e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores.

A bancada de Rondônia no Senado apoiou a aprovação da proposta. Os senadores Confúcio Moura (MDB), Jaime Bagattoli (PL) e Marcos Rogério (PL) votaram favoravelmente nos dois turnos.

Pelo texto aprovado, a jornada semanal será reduzida gradualmente de 44 para 40 horas. A transição prevê a adoção da escala 5×2, com dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial.

A aprovação representa um avanço na discussão sobre os direitos trabalhistas no país, mas a implementação depende da promulgação da emenda constitucional.

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Política

Veja como Flávio Bolsonaro votou sobre o fim da escala 6×1

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O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), votou a favor do fim da escala de trabalho 6×1, nesta quarta-feira (14), durante a votação da proposta no Senado. O texto foi aprovado em dois turnos, com 75 votos favoráveis e apenas um contrário.

A proposta, apresentada por parlamentares da esquerda, prevê mudanças na jornada semanal de trabalho sem redução salarial e é uma das principais bandeiras da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A decisão marcou a primeira vez que Flávio se posicionou favoravelmente à medida. Antes, o senador havia classificado a proposta como “oportunista”, por considerar que foi apresentada às vésperas das eleições.

Na terça-feira (13), Flávio afirmou que votaria a favor porque, segundo ele, a maioria dos trabalhadores brasileiros deseja o fim da escala 6×1.

Apesar do apoio, o senador defende uma jornada de trabalho mais flexível, com possibilidade de negociação entre empregadores e funcionários sobre os horários. Ele argumenta que a proposta precisa considerar situações específicas, como trabalhadores em home office e mães que precisam conciliar o emprego com os cuidados dos filhos.

“Eu queria que tivesse liberdade para o trabalhador montar seu horário de trabalho”, afirmou.

O presidente Lula vinha cobrando publicamente um posicionamento de seu adversário sobre o tema. Na semana anterior à votação, declarou que a posição dos parlamentares ficaria evidente quando o Senado começasse a analisar a proposta.

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