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Polícia

Polícia intercepta carregamento de drogas entre Guajará-Mirim e Porto Velho; três foram presos

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Na madrugada desta terça-feira (10), durante a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras — deflagrada com o objetivo de combater crimes transfronteiriços —, as forças de segurança pública realizaram uma significativa apreensão de entorpecentes na BR-364, nas proximidades do distrito de Nova Mutum Paraná. A ação contou com a participação do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON), 8º BPM, FTICCO e do Pelotão de Operações com Cães do BPCHOQUE. (Adicionei travessões e a crase no 8º BPM)

Durante patrulhamento e abordagens na rodovia, os policiais interceptaram dois veículos que trafegavam em conjunto, levantando suspeitas. No primeiro automóvel, uma caminhonete GM/S10 Tornado D 4X4, conduzida por um homem de 38 anos, foram encontrados quatro tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína escondidos no veículo.

Ao ser questionado, ele confessou que a droga era de sua propriedade e que havia saído de Guajará-Mirim com destino a Porto Velho, onde entregaria o entorpecente a um destinatário desconhecido. Ainda durante a revista, revelou que havia mais tabletes escondidos no veículo, e os policiais encontraram mais 11 tabletes de entorpecentes, totalizando 15 tabletes apenas no primeiro automóvel.

Na sequência, o segundo veículo modelo Toyota Hilux CD 4X2 SR, conduzida por um homem acompanhado da esposa, também foi inspecionado. Ele admitiu de imediato que transportava drogas escondidas no veículo e revelou ter sido contratado para fazer o transporte mediante pagamento de R$ 8 mil.

Diante dos fatos, os envolvidos foram presos em flagrante. Seus direitos constitucionais foram lhes assegurados, e os suspeitos foram encaminhados à Central de Flagrantes de Porto Velho.

A operação, realizada pelo Ministério da Justiça em conjunto com o Estado, representa mais um duro golpe contra o tráfico de drogas na região de fronteira entre Brasil e Bolívia, demonstrando a efetividade da integração entre as forças de segurança pública no combate à criminalidade organizada.

Fonte: Fonte: Assessoria da Polícia Militar

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Justiça mantém prisão preventiva de garimpeiro em Rondônia

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A Justiça Federal em Rondônia negou o pedido de liberdade provisória e manteve a prisão preventiva de um investigado por extração ilegal de minério (cassiterita) na Floresta Nacional do Jamari. A decisão seguiu manifestação do Ministério Público Federal (MPF) contra a soltura do homem.  

Ele foi preso em flagrante, em janeiro desse ano, pela prática de extração ilegal de recurso mineral (art. 55 da Lei nº 9.605/1998), usurpação contra o patrimônio da União (art. 2º da Lei nº 8.176/1991) e porte ilegal de arma de fogo (art. 14 da Lei nº 10.826/2003).

Segundo o MPF, o homem possui condenações anteriores transitadas em julgado (não cabendo recursos) por crimes praticados com violência ou grave ameaça e voltou a cometer crimes mesmo estando em liberdade condicional desde dezembro de 2023.

“A reiteração e a reincidência são comuns em casos de garimpo ilegal, devido ao prevalente sentimento de impunidade. É importante destacar que a prática de novo crime pode, efetivamente, resultar em privação da liberdade”, observa o procurador da República Andre Porreca.

Ao se manifestar no processo, o MPF defendeu a manutenção da prisão, apontando que as provas permanecem as mesmas e que outras medidas são insuficientes para interromper o ciclo de infrações e garantir a aplicação da lei penal.

Processo nº 1002239-03.2026.4.01.4100

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IDENTIFICADO: Jovem atacado a tiros não resiste e morre no hospital João Paulo II

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A tarde de sábado (28/02) foi marcada por violência na zona leste de Porto Velho. O jovem Abraão Fernandes Costa da Silva, de 27 anos, natural de Rio Branco (AC), foi surpreendido por criminosos armados na rua Fábia, bairro Esperança da Comunidade, enquanto estava em frente à própria residência. Os suspeitos efetuaram vários disparos e fugiram logo em seguida. A vítima foi socorrida inicialmente à UPA Leste e, devido à gravidade dos ferimentos, transferida ao Hospital João Paulo II, onde permaneceu internada em estado grave.

Segundo apurado pela equipe do Notícias Urgentes, Abraão não resistiu às lesões e morreu na manhã de domingo (01/03), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João Paulo II, em Porto Velho. A confirmação do óbito gerou comoção entre familiares e amigos.

A Polícia Civil abriu investigação para esclarecer a motivação do crime e identificar os autores do atentado. Até o momento, ninguém foi preso.

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PROFESSOR AFASTADO: IFRO emite nota e esclarece caso de abuso sexual contra aluna em Porto Velho

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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) informa que tomou conhecimento, no dia 23 de fevereiro, de denúncia envolvendo possível situação de assédio. A instituição destaca que não tolera condutas que violem a dignidade humana. O IFRO adotou as medidas administrativas cabíveis para apuração dos fatos e reafirma seu compromisso com a construção de um ambiente institucional seguro, respeitoso e livre de qualquer forma de assédio ou discriminação.

Na mesma data, uma equipe institucional realizou os procedimentos iniciais de escuta da estudante denunciante, assegurando acolhimento, escuta qualificada e os encaminhamentos necessários. A manifestação foi devidamente registrada na Ouvidoria e encaminhada à Corregedoria da instituição para a adoção das providências cabíveis.

Diante da denúncia, foram adotadas imediatamente medidas administrativas preventivas, por meio de Portaria, determinando o afastamento cautelar do servidor de suas funções, bem como o impedimento de sua entrada nas dependências da instituição, com o objetivo de resguardar a integridade da estudante denunciante, da comunidade escolar e a lisura do processo de apuração.

O caso será tratado no âmbito da Comissão Permanente de Processos Administrativos Disciplinares, que possui prazo de até 60 dias para emissão de relatório final, observando o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, conforme determina a legislação vigente. Paralelamente, o IFRO está prestando acolhimento e suporte à família denunciante.

A instituição reafirma seu compromisso com um ambiente seguro, ético e respeitoso, não tolerando qualquer forma de assédio, violência ou violação de direitos. Situações dessa natureza são tratadas com rigor, responsabilidade e transparência, em conformidade com a legislação vigente e as normativas institucionais.

Como medidas adicionais, serão reforçadas as ações de prevenção e enfrentamento às violências no ambiente escolar, incluindo:

  • intensificação de campanhas educativas sobre respeito, consentimento e convivência;
  • fortalecimento dos canais de denúncia, com garantia de sigilo e proteção;
  • ampliação das formações continuadas para servidores e estudantes sobre ética e prevenção de violências;
  • revisão e aprimoramento dos protocolos institucionais de acolhimento e encaminhamento de casos.

A instituição seguirá acompanhando e adotará todas as medidas cabíveis conforme os resultados das apurações.

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