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Política

Vereadores Fernando Silva e Sofia Andrade são criticados por priorizarem pautas estaduais e abandonarem Porto Velho

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Um protesto organizado nesta terça-feira (20) pelos vereadores Fernando Silva (Republicanos) e Sofia Andrade (PL), que deveria demonstrar apoio às forças de segurança de Rondônia, terminou em completo fiasco. Com ausência total de policiais e bombeiros — os principais interessados — e a presença quase exclusiva de assessores parlamentares, o ato foi marcado por críticas, baixa adesão e uma mensagem clara: Porto Velho foi deixado de lado.

A manifestação passou por vias movimentadas da capital, como as avenidas Jatuarana, Rio Madeira e Amazonas, e se encerrou em frente ao Palácio Rio Madeira, sede do Executivo estadual. No entanto, nenhum grupo representativo das forças de segurança se somou à mobilização, deixando evidente a desconexão entre os organizadores e a categoria que pretendiam defender.

Discurso político, interesse eleitoral

Nos bastidores, o movimento é visto como uma jogada de marketing político. Fernando Silva é cotado como pré-candidato a deputado estadual, e Sofia Andrade, que já foi candidata à Câmara Federal e é suplente, pode tentar novamente. A crítica principal é que, ao invés de fiscalizar a Prefeitura e buscar soluções para problemas que afetam diretamente a vida do povo de Porto Velho, os vereadores estariam antecipando suas campanhas de 2026.

“Porto Velho sofre com ruas abandonadas, caos na saúde, falta de infraestrutura nos bairros. Mas os vereadores estão em protesto de tema estadual? Parece mais uma encenação do que um ato de compromisso com o povo”, afirmou um servidor público que preferiu não se identificar.

Fernando e Sofia: mais mídia, menos ação

O vereador Fernando Silva também esteve envolvido recentemente em uma polêmica, ao discutir com o secretário de Saúde, Luiz Eduardo Maiorquim, em uma unidade de pronto atendimento. A cena foi encarada por muitos como mais uma tentativa de aparecer nas redes sociais.

Já a vereadora Sofia Andrade segue com um mandato considerado apagado e sem cobrança efetiva à gestão municipal. Seu engajamento em um ato de responsabilidade do governo estadual só aumentou as críticas quanto à sua atuação como representante da capital.

Capital abandonada

Enquanto os dois parlamentares miram objetivos futuros, Porto Velho segue esquecida. A população enfrenta a precariedade nos serviços básicos, sem ver ações concretas da parte de quem foi eleito para representá-la na Câmara Municipal.

O fiasco do protesto desta terça-feira deixou claro: faltou povo, faltou força de segurança e, principalmente, faltou compromisso com quem realmente precisa.

Fonte: Jornal Rondônia

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Política

TSE rejeita por unanimidade o registro de candidatura de Pablo Marçal

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade, nesta sexta-feira (11), rejeitar o registro da candidatura de Pablo Marçal à presidência da República. Os sete ministros votaram pelo indeferimento do pedido de Marçal e seu partido, o PRTB.

O voto da relatora, ministra Estela Aranha, foi seguido pelos ministros Ricardo Villas Bôas, Nunes Marques, André Mendonça, Antônio Carlos Ferreira, Floriano Peixoto e Dias Toffoli.

Pablo Marçal está inelegível até 2032 por ter sido condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.

Além disso, o Ministério Público Federal, responsável por pedir ao TSE a negativa da candidatura, disse que o Marçal não estava filiado ao PRTB em abril deste ano, quando terminou o prazo da janela partidária para troca de partido. Ele estava filiado ao União Brasil.

Fonte: Agência Brasil

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Política

TSE forma maioria para rejeitar candidatura de Pablo Marçal à Presidência

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, nesta sexta-feira (11/9), para rejeitar o registro de candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República.

Votaram pelo indeferimento: a ministra relatora do caso, Estela Aranha, e os ministros Nunes Marques, André Mendonça e Ricardo Bôas Villas Cueva.

A primeira a votar foi a ministra relatora Estela Aranha. Em voto divulgado nesta sexta-feira (11/9), a magistrada afirmou que Marçal não preenche condição de elegibilidade alusiva à filiação partidária e citou, também, a condenação à inelegibilidade pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) pela prática de uso indevido dos meios de comunicação social nas eleições de 2024.

Marçal está inelegível até 2032, após condenação por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024.

O imbróglio se dá porque na data limite para filiação partidária, o presidente do PRTB, Leonardo Avalanhce, estava sem a senha de acesso aos sistemas da Justiça Eleitoral para enviar a lista de filiados. Com isso, candidatos da sigla de todo o país tiveram que apresentar fichas de filiação manuscritas para comprovar que estavam vinculadas ao partido até o dia 4 de abril.

Marçal alega ter assinado uma ficha física de filiação em 4 de abril de 2026.

No último dia 3 de setembro, o Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou contra o registro da candidatura de Marçal. Para a promotoria, as manifestações do próprio interessado são totalmente incompatíveis com a alegação de que ele já estaria filiado ao PRTB, indicando falta de veracidade temporal na ficha apresentada à Justiça.

De acordo com o parecer do MPE, não há provas consistentes de que a ficha tenha sido assinada, recebida e deferida no prazo legal. A promotora destacou a completa falta de e-mails, protocolos, comunicações contemporâneas, convocações ou qualquer registro de chamada da época que comprovem o trâmite de filiação no início de abril.

Fonte: Metrópoles

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Política

Fachin dá 24h para Mendonça retirar sigilo total do caso Master

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O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, acolheu nesta sexta-feira (11) o pedido feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de retirada do sigilo das investigações relatadas pelo ministro André Mendonça sobre o Banco Master.

O magistrado concedeu prazo de 24 horas para que a remessa dos documentos seja remetida aos gabinetes da Suprema Corte, mas fez uma ressalva relativa a investigações que ainda estejam em curso.

“Ressalvadas exclusivamente as diligências em andamento ou a serem realizadas, para os quais se pudesse antever possíveis prejuízos à sua efetividade”, destacou.

Fonte: CNN Brasil

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