Polícia
Aumenta número de golpes em que criminosos se passam por advogados; vítima perdeu mais de R$ 38 mil
Casos de golpes aplicados por estelionatários que se passam por advogados têm crescido em Jaru e região, causando prejuízos significativos às vítimas. Os criminosos usam principalmente o WhatsApp para se comunicar, fingindo ser profissionais da área jurídica e solicitando transferências bancárias sob falsas justificativas de pagamento de custas processuais ou outras despesas judiciais.
Em alguns casos, os golpistas conseguem invadir o número verdadeiro do advogado — o chamado clonagem ou hackeamento de conta. Em outros, apenas utilizam a foto do profissional em um número desconhecido, convencendo o cliente de que se trata de seu representante legal. Com uma comunicação articulada e domínio sobre termos jurídicos, os estelionatários acabam conquistando a confiança da vítima.
O prejuízo mais grave registrado recentemente foi o de uma mulher que perdeu mais de R$ 38 mil ao acreditar estar realizando pagamentos legítimos relacionados a um processo judicial. Ocorrências policiais apontam ainda diversos outros casos, com valores menores, mas que seguem o mesmo modo de atuação.
Advogados ouvidos pela reportagem relataram o impacto que esses golpes têm causado. “É impressionante como os criminosos conhecem detalhes de processos e conseguem se passar por nós. As vítimas realmente acreditam que estão falando com seu advogado”, disse um dos profissionais que teve seu nome usado indevidamente.
Diante da onda de golpes, autoridades reforçam o alerta: nunca realize transferências sem antes confirmar pessoalmente com seu advogado ou por meios seguros e confiáveis. Além disso, é importante desconfiar de qualquer número novo ou contato que solicite dinheiro de forma urgente.
Quem for vítima ou identificar tentativas de golpe deve registrar boletim de ocorrência imediatamente e buscar orientação junto à OAB ou à Delegacia de Polícia Civil.
Polícia
Homem encontra ossada humana em área de mata no interior de RO
Uma ossada humana foi encontrada na segunda-feira (19) em uma área de mata na zona Leste de Ariquemes (RO). Os restos mortais foram localizados por um homem que estava na região colhendo castanhas. Até o momento, a vítima não foi identificada.
Conforme o boletim de ocorrência da Polícia Militar, no local foram encontrados um crânio, fêmures, ossos da bacia, costelas e outros fragmentos ósseos.
A perícia foi acionada e recolheu peças de roupa e um relógio de pulso que estavam próximos aos restos mortais. Os objetos poderão ajudar na identificação da pessoa.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, ainda não há informações suficientes para determinar a causa da morte. A investigação busca esclarecer as circunstâncias e apura diferentes possibilidades, incluindo homicídio, morte por causas naturais ou um eventual ataque de animal.
O laudo pericial deve ficar pronto em até 15 dias e poderá contribuir para o esclarecimento do caso.
Polícia
Mulher fica gravemente ferida após atropelar capivara
Uma mulher, ainda não identificada, ficou gravemente ferida após atropelar uma capivara na noite desta quarta-feira (21), na Rua Rogério Weber, região central de Porto Velho (RO).
De acordo com as primeiras informações, a vítima trafegava pela avenida quando foi surpreendida pelo animal, que atravessou repentinamente a pista. Sem tempo para frear, a mulher acabou atingindo a capivara e, com a força do impacto, caiu ao solo, sofrendo diversos ferimentos.
O animal não resistiu à colisão e morreu no local.
Populares que passavam pela região acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para prestar socorro à vítima. Em seguida, ela foi encaminhada para o Hospital João Paulo ll
A Polícia Militar também foi acionada para registrar a ocorrência.
Matéria em atualização.
Polícia
Acusado de matar ex e amigo começa a ser julgado nesta quarta-feira
Começou na manhã desta quarta-feira (21) o julgamento de Vinicius Wallace do Casal Marinho, acusado de matar a ex-companheira, Jaiane Lemos, e o amigo dela, Everaldo Oliveira, em abril de 2024, em Rondônia. O crime aconteceu na casa da vítima e foi presenciado pela filha do ex-casal, que tinha apenas um ano na época.
Railson Ferreira da Silva também será julgado, acusado de ajudar Vinicius a fugir após os assassinatos. Ao todo, 14 testemunhas foram indicadas para depor durante a sessão do Tribunal do Júri.
Segundo as investigações, Vinicius teria invadido a residência e atirado contra as duas vítimas. Imagens de câmeras de segurança registraram a movimentação de um carro preto, conduzido por Railson, que parou em frente ao imóvel. Após os disparos, Vinicius teria fugido no veículo.
Vinicius responde por feminicídio pela morte de Jaiane e homicídio pela morte de Everaldo. A acusação inclui qualificadoras como motivo torpe e recurso que dificultou a defesa das vítimas. O julgamento deve avaliar as provas e a responsabilidade dos acusados pelos crimes.
