Polícia
Bebê de 1 ano e 5 meses morre atropelado pelo avô em Rondônia
Uma tragédia em Vilhena na noite desta sexta-feira (25). Uma criança, de apenas 1 ano e 5 meses, identificada como Aylla Beatriz Silva de Andrade, morreu após ser acidentalmente atropelada pelo avô no quintal de casa, no bairro Parque Cidade Jardim.
De acordo com informações apuradas pelo Jornal Folha do Sul Online, a família se preparava para uma confraternização em casa, uma noite de pizza que reuniu parentes que vivem em quatro residências construídas no mesmo terreno. Após arrecadar o dinheiro para o evento, os avós da criança foram buscar as pizzas e, ao retornarem, o avô, ao manobrar o carro de ré, não percebeu que Aylla estava no caminho.
A mãe da menina, Fernanda, grávida de 9 meses de seu terceiro filho, relatou em entrevista emocionada que estava no quarto com o marido se preparando para dar banho na bebê quando ouviu o portão se abrindo. Ao pedir que o marido verificasse o que acontecia, ele saiu e logo começou a gritar.
Os avós, em pânico, colocaram a neta no próprio carro e a levaram imediatamente para o Hospital Regional de Vilhena. Fernanda, ao saber do acidente, tentou chamar um mototáxi para chegar rapidamente ao hospital com os documentos da filha, mas acabou sendo levada por um vizinho após alegar que a viatura da Polícia Militar, presente no local, não prestou assistência.
No hospital, os médicos tentaram reanimar Aylla por cerca de 40 minutos. Apesar dos esforços, a pequena não resistiu aos ferimentos. Segundo a equipe médica, o pulmão da criança foi bem afetado, levando a uma parada cardíaca irreversível.
Em meio à dor, Fernanda desabafou: “E foi assim que, com 1 ano, 5 meses e 5 dias, minha Aylla foi morar com Deus. Eu tinha feito aniversário no dia 22, e no dia 25 perdi minha filha.”
Polícia
Gari que estudava medicina morre atropelado por caminhão de lixo
Patrick Revert Borborema, um gari de 48 anos, morreu nesta terça-feira (20) após ser atropelado por um caminhão de coleta de lixo enquanto trabalhava na cidade de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.
De acordo com a Polícia Civil, a equipe foi até o local do acidente, na rua Américo Vespúcio, bairro Jardim Primavera, por volta de 07h30, e encontraram a vítima já sem vida.
Os colegas de trabalho de Patrick, que estavam na parte traseira do caminhão com a vítima, afirmaram que ele perdeu o equilíbrio e caiu no chão.
O condutor do caminhão de coleta da prefeitura afirmou que, ao manobrar em marcha à ré, acabou passando com a roda traseira sobre a vítima.
Patrick era estudante de medicina e tinha familiares em Montes Claros, Minas Gerais. Por isso, ele será velado na cidade e sepultado em Bocaiúva, em data e horário ainda não divulgados.
A Polícia de Trânsito isolou a área para o atendimento do acidente e realizou o teste de alcoolemia no condutor, que foi negativo. A perícia técnica esteve no local, e após os trabalhos técnicos o corpo da vítima foi encaminhado ao IML de Ponta Porã.
Em nota, a Prefeitura Municipal de Ponta Porã lamentou a morte do servidor público e afirmou que está prestando apoio aos familiares. Veja nota na íntegra:
“A Prefeitura Municipal de Ponta Porã manifesta profundo pesar pelo falecimento do servidor Patrick Revert Borborema, gari efetivo do município, vítima de um acidente ocorrido na manhã desta terça-feira (20), durante a execução dos serviços de coleta de resíduos no bairro Jardim Primavera.
A perícia técnica está no local realizando os procedimentos necessários para esclarecer as circunstâncias do acidente.
A equipe de Assistência Social do município está mobilizada para prestar todo o apoio e acolhimento necessários à família do servidor neste momento de dor.
A Administração Municipal manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando suas mais sinceras condolências pela perda.
A Prefeitura acompanha o caso e, à medida que as circunstâncias forem oficialmente esclarecidas, prestará novas informações à população, bem como dará transparência às providências adotadas.”
Fonte: CNN Brasil
Polícia
Motorista é preso com 35 mil pacotes de cigarros contrabandeados
A Polícia Federal e o Batalhão de Polícia Militar de Fronteira do Paraná (BPFron) apreenderam, nesta quarta-feira (21/10), um caminhão carregado com cigarros contrabandeados na zona rural do município de Toledo.
Durante patrulhamento e diligências na região, as equipes abordaram o veículo. Ao ser questionado, o condutor informou que transportava cigarros de origem estrangeira. Em vistoria, foram localizados 35 mil pacotes de cigarros.
Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão em flagrante e, em conjunto com o veículo e todo o material ilícito apreendido, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal para a adoção dos procedimentos cabíveis.
Fonte: Polícia Federal
Polícia
Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagrou, nesta quarta-feira (21/10), a Operação Colete de Troia para investigar a participação de policiais penais em um esquema criminoso de entrada de drogas, celulares e outros materiais ilícitos na Penitenciária Estadual de Dourados (PED).
Segundo as investigações, que começaram em 2024, os policiais usariam os próprios cargos para facilitar a entrada de produtos ilícitos na unidade prisional, em conluio com presos e outras pessoas. O esquema incluiria o uso de drones para levar os materiais ao interior do presídio.
Além disso, de acordo com o órgão, os itens seriam distribuídos, comercializados ou consumidos dentro da penitenciária.
A ação, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Dourados, Ivinhema e Rio Brilhante, em Mato Grosso do Sul, e em Paranavaí, no Paraná.
O nome da operação faz referência à narrativa do Cavalo de Troia, da mitologia grega. Segundo o MP, a denominação indica a suspeita de que a função pública e a confiança associada ao cargo de policial penal estariam sendo usadas para facilitar a infiltração do crime organizado no sistema prisional.
A operação conta com o apoio da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Choque, do Comando de Operações Penitenciárias (Cope), da Gerência de Inteligência Penitenciária e da Corregedoria da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), além do Gaeco do Paraná.
Fonte: Metrópoles
