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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 6

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A Caixa Econômica Federal paga quinta-feira (24) a parcela de abril do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 6.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 668,73. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 20,48 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,66 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Os beneficiários de 659 cidades receberam o pagamento no último dia 15, independentemente do NIS. A medida beneficiou moradores do Rio Grande do Sul, afetados por enchentes de abril a junho, e de mais seis estados, afetados por chuvas ou por estiagens. Além de todos os 497 municípios gaúchos, o pagamento unificado ocorreu em 169 cidades do Piauí, 12 de São Paulo, 10 do Paraná, seis de Roraima, três do Amazonas e dois do Rio de Janeiro.

A lista dos municípios com pagamento unificado pode ser conferida na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social na internet.

Desde o ano passado, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 3,05 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 366,77.

Calendário Bolsa Família 2025 - abril

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também será pago nesta quinta-feira às famílias cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 6. O valor subiu para R$ 108 neste mês.

Com duração prevista até o fim de 2026, o programa beneficia 5,37 milhões de famílias. Com a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, no fim de 2022, o benefício foi mantido em 100% do preço médio do botijão de 13 kg.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte: Agência Brasil

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Nego Di é condenado a mais de 14 anos de prisão por esquema de rifas virtuais

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O influenciador e humorista Dilson Alves da Silva Neto, o Nego Di, foi condenado pela Justiça do Rio Grande do Sul a mais de 14 anos de prisão em um novo desdobramento do caso envolvendo rifas ilegais promovidas nas redes sociais.

A decisão, divulgada nesta terça-feira (23/6), envolve acusações de estelionato, lavagem de dinheiro qualificada, uso de documento falso e a exploração de loterias sem autorização.

A esposa do influenciador, Gabriela Sousa, também foi sentenciada no mesmo processo. Ela recebeu pena de 8 anos e 4 meses de prisão em regime fechado por lavagem de dinheiro.

Segundo o Ministério Público, o esquema funcionava por meio da divulgação de rifas eletrônicas em perfis nas redes sociais. Entre os prêmios ofertados estavam valores em dinheiro e bens de luxo, como um Porsche Macan.

As investigações apontam que ao menos 34 rifas teriam sido realizadas entre 2022 e 2024, sem autorização legal. Parte das operações teria sido usada para movimentar recursos de forma fraudulenta.

O prejuízo é estimado em mais de R$ 185 mil e teria afetado cerca de 9 mil pessoas.

Dinheiro teria sido movimentado por terceiros

De acordo com a acusação, o casal teria utilizado contas de terceiros para movimentar aproximadamente R$ 2,5 milhões. O dinheiro teria sido aplicado na compra de imóveis e veículos de alto padrão no Rio Grande do Sul.

O processo também cita a divulgação de um comprovante de transferência de R$ 1 milhão destinado a uma campanha solidária durante as enchentes no estado. A investigação afirma que o valor real doado teria sido significativamente menor.

Nego Di já cumpria liberdade provisória desde novembro de 2024, após deixar a Penitenciária de Canoas. A prisão anterior estava ligada a outro processo de estelionato envolvendo a loja virtual “Tadizuera”.

Nesse caso, ele e um sócio foram condenados por vender produtos pela internet que nunca eram entregues aos compradores.

Investigação também envolveu operação policial

Durante o andamento do processo, o Ministério Público realizou uma operação em julho de 2024. Na ação, a esposa do influenciador chegou a ser presa em flagrante após a apreensão de uma arma sem registro.

As defesas de Nego Di e de Gabriela ainda não se manifestaram sobre a nova condenação.

Fonte: Metrópoles

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Instagram enfrenta instabilidade e fica fora do ar em diversos países

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O Instagram enfrenta instabilidade na tarde desta terça-feira (23). Usuários relatam dificuldades para acessar as próprias contas e utilizar recursos da plataforma. Até o momento, a Meta, empresa responsável pela rede social, não se pronunciou sobre as falhas no aplicativo.

Fonte: Metrópoles

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Departamento de Postura segue plano de ação para reduzir impactos do El Niño

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Cuidado, zelo e proteção. Essas são algumas das palavras que definem o trabalho do Departamento de Posturas Urbanas (DPU), órgão vinculado à Prefeitura de Porto Velho por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). 

Focado em ações que impactam diretamente a rotina da população porto-velhense, o DPU apresentou na última semana um plano de ação para os próximos 90 dias com o objetivo de amenizar os impactos climáticos, urbanos e ambientais previstos com a chegada do fenômeno El Niño. 

Com a previsão de um período de estiagem mais severo na região, o fenômeno exige uma atuação mais intensa da fiscalização para impedir o avanço de terrenos baldios sem manutenção pelos bairros da cidade, reduzindo o risco de queimadas urbanas e contribuindo para a preservação da qualidade de vida da população. 

De acordo com o secretário executivo de Serviços Básicos, Giovani Marini, o plano de ação prevê a ampliação dos trabalhos de fiscalização, considerando a grande quantidade de terrenos baldios existentes no município. 

“Durante todo o ano passado nossa equipe atuou de maneira integrada ao programa Cidade Limpa. Chegamos à marca de mais de 800 notificações, número superior ao registrado no ano anterior. Neste ano, por conta do El Niño, decidimos executar um trabalho ainda mais abrangente”

O plano será desenvolvido em quatro fases operacionais. As duas primeiras consistem na identificação e notificação de proprietários de terrenos públicos e privados para que realizem a limpeza das áreas, evitando focos de incêndio e a deterioração da qualidade do ar no município. 

Segundo o prefeito Léo Moraes, o período de estiagem previsto em razão das mudanças climáticas já vem sendo acompanhado pela administração municipal por meio de um comitê integrado que reúne diversas secretarias. 

“Neste período de estiagem estamos atuando diretamente na redução das queimadas em Porto Velho. É uma ação integrada que está sendo executada antes que os problemas ocorram, justamente para garantir qualidade de vida à população e minimizar os impactos ambientais”. 

Além da fiscalização dos terrenos baldios, o DPU também mantém ações permanentes voltadas à organização da utilização dos logradouros públicos pelo comércio informal, fiscalização de publicidade urbana e outras atividades relacionadas à ordenação dos espaços urbanos.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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