Polícia
Três agentes da PRF morrem após viatura capotar durante perseguição
Três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) morreram na manhã desta sexta-feira (18) durante uma perseguição na zona norte do Rio de Janeiro. A tragédia abalou a corporação e gerou comoção entre autoridades e familiares. As vítimas foram identificadas como Rodrigo Pizetta Fraga, Carlos Eduardo Mariath Macedo e Diego Abreu de Figueiredo.
Segundo informações da PRF, os policiais participavam de uma operação de fiscalização de rotina quando se depararam com um veículo suspeito. Durante a tentativa de abordagem, houve uma perseguição que terminou em um grave acidente, resultando na morte dos três agentes. As circunstâncias exatas do ocorrido ainda estão sendo investigadas pelas autoridades competentes.
Rodrigo Pizetta Fraga, de 47 anos, integrava a PRF desde setembro de 2012 e atuava na Delegacia de Duque de Caxias. Era casado e pai de uma filha. Carlos Eduardo Mariath Macedo, de 41 anos, estava na corporação desde fevereiro de 2017, também lotado em Duque de Caxias. Era casado e pai de dois filhos. Já Diego Abreu de Figueiredo, o mais jovem da equipe, ingressou na PRF em janeiro de 2022 e atuava na Delegacia do Rio de Janeiro. Era casado e pai de um filho.
Em nota oficial, a PRF lamentou profundamente a perda dos colegas e decretou luto oficial de três dias. A corporação destacou o compromisso dos agentes com a segurança pública e reafirmou seu apoio às famílias das vítimas.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, também se pronunciou, manifestando “profundo pesar” pela ocorrência. Ele destacou a importância do trabalho da PRF na preservação da ordem pública e prometeu que o governo federal prestará todo o apoio necessário aos familiares dos policiais mortos.
“Esses agentes estavam em missão, protegendo a sociedade e garantindo a segurança nas rodovias federais durante o feriado. É uma perda inestimável para todos nós”, afirmou Lewandowski.


Polícia
Sargento da PM é condenado a 21 anos de prisão por matar cabo Elder
O Tribunal do Júri de Porto Velho condenou, nesta terça-feira (8), o sargento da Polícia Militar Thiago Gabriel Levino Amaral a 21 anos e 4 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pelo assassinato do cabo da PM Elder Neves de Oliveira. O julgamento se estendeu por mais de 12 horas e terminou com a condenação do militar por homicídio qualificado.
Durante a sessão, o Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo Ministério Público, reconhecendo que o crime foi praticado com circunstâncias qualificadoras. Além da pena de reclusão, a sentença determinou a perda do cargo público, conforme previsto na legislação para casos dessa natureza.
O crime ocorreu em janeiro de 2023, após uma confraternização entre policiais militares em Porto Velho. Conforme as investigações da Polícia Civil, após o encontro, Thiago Gabriel Levino Amaral e Elder Neves de Oliveira se envolveram em um desentendimento. Pouco tempo depois, o cabo foi atingido por dois disparos na cabeça e morreu.
A investigação apontou que o homicídio foi motivado por conflitos e divergências anteriores entre os dois policiais, situação que teria se intensificado na noite do crime. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que as provas reunidas ao longo da investigação demonstravam a responsabilidade do acusado, tese que foi aceita pelos jurados.
A defesa apresentou sua versão dos fatos e buscou afastar a acusação de homicídio qualificado. No entanto, ao final da votação, os jurados decidiram pela condenação do sargento.
Com a sentença, Thiago Gabriel Levino Amaral deverá cumprir 21 anos e 4 meses de prisão em regime inicialmente fechado. A decisão também prevê a perda do cargo de policial militar. Ainda cabe recurso da condenação às instâncias superiores, conforme prevê a legislação brasileira.
O caso teve grande repercussão em Rondônia por envolver dois integrantes da Polícia Militar e mobilizou familiares, colegas de farda e representantes das instituições de segurança pública ao longo da investigação e do julgamento.
Polícia
Motociclista fica ferida após ser atingida e arrastada por carro
Uma motociclista ficou ferida após um acidente de trânsito registrado na noite desta terça-feira (8), no cruzamento das avenidas Sete de Setembro e João Pedro da Rocha, na região Central de Porto Velho.
De acordo com as informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, duas motocicletas e um carro seguiam pela Avenida Sete de Setembro, no sentido da Avenida Rio Madeira. Em determinado momento, o condutor de uma das motocicletas saiu da faixa da direita para acessar a Avenida João Pedro da Rocha e realizar uma conversão à esquerda.
Ao perceber a manobra, a condutora de uma Honda Biz que seguia logo atrás reduziu a velocidade para permitir a passagem. No entanto, o motorista do carro que vinha logo atrás não conseguiu frear a tempo e atingiu violentamente a traseira da motocicleta.
Com o impacto, a moto foi arrastada por alguns metros. A motociclista sofreu ferimentos e apresentava sinais de desorientação quando recebeu os primeiros atendimentos no local.
Uma equipe de resgate foi acionada para prestar socorro à vítima, que foi encaminhada para uma unidade hospitalar. As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades de trânsito.

Polícia
Motociclista é arrastado por 15 metros após violenta colisão com jeep
Um grave acidente de trânsito deixou um motociclista gravemente ferido na tarde desta quarta-feira (8), no bairro Nova Porto Velho, na capital.
De acordo com as informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, o condutor de um jipe seguia pela Avenida Alexandre Guimarães, no sentido da Avenida Jorge Teixeira, quando uma motocicleta Honda Biz teria avançado a via preferencial e cruzado à frente do veículo.
Sem tempo para evitar o impacto, o motorista do jeep atingiu a motocicleta. Com a força da colisão, o motociclista foi arrastado por aproximadamente 15 metros sobre o asfalto.
A vítima sofreu ferimentos graves, apresentava suspeita de fratura e foi encontrada desacordada no local do acidente. Equipes de resgate foram acionadas para prestar os primeiros socorros e encaminhar o motociclista a uma unidade hospitalar.
As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

