Conecte-se conosco

Polícia

Dupla é presa suspeita de participação em grupo que roubava caminhonetes em RO

Publicado

em

Na última terça-feira (18), a Polícia Civil de Rondônia prendeu preventivamente duas pessoas suspeitas de participarem de um esquema criminoso especializado no roubo de caminhonetes. A operação foi realizada nos municípios de São Francisco do Guaporé e Costa Marques, com o objetivo de desarticular a quadrilha.

De acordo com as investigações, o grupo furtava os veículos em diversas regiões do estado e os transportava para a Bolívia, onde eram revendidos ou trocados por entorpecentes. Os suspeitos presos são apontados como membros ativos da organização criminosa.

Durante a operação, a Polícia Civil também cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados. Em um dos endereços, os agentes encontraram um tablete de aproximadamente 4 kg de uma substância semelhante à maconha, reforçando a hipótese de que a quadrilha também esteja envolvida com o tráfico de drogas.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema e desmantelar por completo a rede criminosa. A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população e incentiva que denúncias sejam feitas através dos canais oficiais.

Polícia

Motorista avança preferencial e provoca acidente em cruzamento

Publicado

em

Por

Um acidente de trânsito foi registrado na tarde desta quarta-feira em Porto Velho. A colisão ocorreu no cruzamento das ruas Jacir Paraná e Uruguai, ponto da capital conhecido pelo registro frequente de acidentes.

Segundo informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, o motorista de um Chevrolet Prisma seguia pela rua Jacir Paraná, que é a via preferencial. Ao chegar ao cruzamento, um Renault Kwid conduzido por uma mulher, que trafegava pela rua Uruguai no sentido da avenida Raimundo Cantuária, acabou avançando a preferencial.

Sem conseguir evitar a batida, o Kwid atingiu a lateral do Prisma que passava pelo cruzamento.

Com o impacto, a motorista do Renault Kwid passou a reclamar de fortes dores na região do peito. Já o condutor do Prisma sofreu apenas ferimentos leves.

Apesar do susto, o acidente resultou principalmente em danos materiais. A ocorrência chamou a atenção de pessoas que passavam pelo local e reacendeu a preocupação de moradores da região, já que o cruzamento tem histórico de diversas colisões.

Motoristas que utilizam o trecho com frequência pedem mais atenção dos condutores e também medidas que possam aumentar a segurança no local, a fim de evitar novos acidentes.

Fonte: Notícias Urgentes

Continue lendo

Polícia

MP diz que policial penal morto durante ação do BPTAR havia sido condenado por matar PM em Porto Velho

Publicado

em

Por

Um policial penal foi condenado a 18 anos de prisão pelo homicídio de um policial militar e morreu após reagir à ordem de prisão nesta terça-feira (10/3). O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri, em Porto Velho, com atuação do Ministério Público de Rondônia (MPRO). O réu, Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, acompanhou a sessão de forma online, da cidade de Machadinho do Oeste. Após a leitura da sentença, ele foi alvo de ordem de prisão imediata. Ao resistir à abordagem da Polícia Militar, efetuou disparos contra a guarnição e acabou baleado.

O julgamento foi conduzido no Tribunal do Júri da capital. O Ministério Público foi representado pelo Promotor de Justiça Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues.

Os jurados analisaram o caso e reconheceram a responsabilidade do réu pelo homicídio do policial militar Francisco Garcia Galvão e acolheram as qualificadoras apresentadas pelo MPRO, de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima . O crime ocorreu em 2013, em Porto Velho. A vítima foi atingida por seis disparos de arma de fogo.

Com base na decisão do júri, a Justiça fixou a pena em 18 anos de prisão.

Acompanhamento remoto

O réu, Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, não estava presente no tribunal. Ele acompanhou o julgamento por meio de videoconferência, da cidade de Machadinho do Oeste.

Após a leitura da sentença, a Promotoria de Justiça de Machadinho do Oeste acionou a Polícia Militar para cumprir a ordem de prisão.

Resistência à prisão

Durante a tentativa de cumprimento da ordem judicial, o policial penal teria reagido à abordagem policial. Segundo informações da ocorrência, ele efetuou disparos contra a guarnição da Polícia Militar.

Os policiais reagiram à agressão. O homem foi atingido e morreu no hospital local.

Veja mais

MP/RO

Continue lendo

Polícia

Polícia faz operação contra suspeito de passar informação para facção

Publicado

em

Por

O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou nesta quarta-feira (11/3) a “Operação Eco”, com o objetivo de cumprir ordens judiciais no município de Nova Mamoré/RO. A ação é um desdobramento da Operação Godos, deflagrada no dia 12/11/2025, e visa instruir investigação que apura a suposta prática do crime de obstrução de justiça, especificamente no que tange ao embaraço de investigações envolvendo organização criminosa armada.

As diligências foram deflagradas para o cumprimento de 2 (dois) mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara de Garantias de Porto Velho, sendo um em endereço residencial e outro em sede empresarial. Além das buscas, o Poder Judiciário determinou o afastamento do sigilo de dados telemáticos dos dispositivos apreendidos, bem como a imposição de medida cautelar de proibição de contato do investigado com outros 79 (setenta e nove) alvos vinculados a organização criminosa desmantelada com a deflagração da Operação “Godos”.

A investigação revelou que o alvo da operação, na condição de sócio-administrador de uma empresa provedora de internet, teria violado o dever de sigilo e confidencialidade ao alertar membros de um grupo criminoso sobre o início de uma incursão policial anterior (fase ostensiva da Operação Godos). O investigado usou de terminal telefônico para enviar mensagens e realizar ligações informando que a operação estava em curso, permitindo que os criminosos tentassem destruir vestígios e frustrar a persecução penal.

O nome atribuído à operação é uma referência direta à conduta de propagar indevidamente informações sigilosas. Assim como o fenômeno acústico, o investigado “ecoava” os passos das autoridades investigantes para o interior da organização criminosa, servindo como um sistema de alerta que visava garantir a impunidade do grupo, investigado por crimes graves como extorsão, homicídio e lavagem de capitais.

Fonte: MPRO

Continue lendo

Trending