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Governo de Rondônia amplia conectividade aérea com voos diretos para Campinas e nova frota de aeronaves

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O governo de Rondônia segue ampliando a conectividade aérea do estado, garantindo mais comodidade e acessibilidade aos passageiros. Os aeroportos sob administração estadual, de Cacoal (SSKW); Ji-Paraná (SBJI); e Vilhena (SBVH), passam a contar com voos diretos para Campinas (SP), operados com uma nova aeronave que possui capacidade para 136 passageiros, proporcionando mais conforto e eficiência aos usuários.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou a importância da ampliação da malha aérea para o desenvolvimento do estado. “A modernização e ampliação dos voos são essenciais para fomentar o turismo, comércio e os negócios no estado. Esse avanço fortalece a economia local e proporciona mais praticidade à população.”

O diretor-geral do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), Eder André Fernandes, enfatizou o compromisso do governo em melhorar a infraestrutura aeroportuária. “O governo de Rondônia tem investido na manutenção e aprimoramento dos aeroportos sob sua responsabilidade, garantindo a segurança e eficiência das operações. A chegada da nova aeronave reforça esse engajamento, aumentando a capacidade de transporte e assim, poder melhorar a experiência dos passageiros.”

Segundo o coordenador de infraestrutura aeroportuária do DER-RO, Rogério Leme, a modernização da frota aérea é um avanço significativo para o estado. “Com aeronaves maiores e mais modernas, conseguimos oferecer mais conforto e eficiência nas operações. Isso fortalece o papel estratégico dos aeroportos de Cacoal, Ji-Paraná e Vilhena no transporte aéreo regional”, destacou.

Governo de Rondônia amplia conectividade aérea com voos diretos para Campinas e nova frota de aeronaves - News Rondônia
Usuários dos aeroportos sob responsabilidade do estado já podem voar direto para São Paulo

Horários e dias dos voos diretos para Campinas:

  • AEROPORTO DE CACOAL (SSKW)
  • Voos às quartas-feiras e domingos
  • Horário de pouso previsto: 15h
  • Horário de decolagem: 15h40
  • Duração do voo: 3h15min
  • AEROPORTO DE JI-PARANÁ (SBJI)
  • Voos às terças-feiras e aos sábados;
  • Horário de pouso previsto: 15h10
  • Horário de decolagem: 15h50
  • Duração do voo: 3h25min
  • AEROPORTO DE VILHENA (SBVH)
  • Voos às segundas e sextas-feiras
  • Horário de pouso previsto: 14h45
  • Horário de decolagem: 15h35
  • Duração do voo: 3h

Com mais infraestrutura e conectividade, Rondônia se consolida como um estado em constante crescimento, facilitando a mobilidade e impulsionando o desenvolvimento regional.

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Nova carteira de identidade já pode ser solicitada pelo celular

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Os brasileiros já podem iniciar pelo celular o processo de emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), documento que substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG). O procedimento pode ser realizado pela internet, mas as regras de agendamento, atendimento e entrega variam de acordo com cada estado.

A nova identidade estabelece o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como número único de identificação em todo o território nacional, tanto na versão física quanto na digital. A mudança tem o objetivo de unificar os registros dos cidadãos e reduzir a possibilidade de fraudes relacionadas à emissão de documentos.

De acordo com o governo federal, a CIN conta com mecanismos de segurança, como o QR Code, e segue padrões internacionais de identificação. A tecnologia permite verificar a autenticidade do documento e consultar informações de segurança, ampliando a confiabilidade do processo de identificação civil.

A substituição do RG não precisa ser imediata. O modelo antigo continuará válido até 28 de fevereiro de 2032. A partir de 1º de março daquele ano, a CIN será o documento de identidade padrão no país, conforme estabelece a Lei nº 14.534, de 11 de janeiro de 2023.

Como solicitar a nova identidade pelo celular?

O primeiro passo é acessar o portal do órgão responsável pela identificação civil no estado de residência ou o sistema de atendimento indicado pelo governo estadual. Em grande parte do país, é possível realizar o agendamento pela internet, sem precisar ir inicialmente a um posto de atendimento.

No sistema, o cidadão deve preencher os dados pessoais, escolher a unidade de atendimento disponível, selecionar a data e o horário e confirmar o agendamento.

Apesar da possibilidade de iniciar o procedimento pelo celular, a emissão geralmente exige uma etapa presencial. Nesse atendimento, são apresentados os documentos necessários e realizadas a coleta das digitais, a fotografia e a assinatura do titular.

Quem preferir também pode procurar diretamente os postos de identificação, institutos de identificação, unidades da Polícia Civil ou outros locais indicados pelo governo estadual.

Entre os principais documentos solicitados estão:

  • Certidão de nascimento, para pessoas solteiras;
  • Certidão de casamento, para pessoas casadas, divorciadas ou viúvas;
  • CPF regularizado;
  • Comprovante de residência atualizado, quando exigido pelo órgão estadual.

A primeira via da versão física da CIN é gratuita em todo o país.

O governo federal disponibiliza uma página com os links oficiais dos serviços de identificação dos 26 estados e do Distrito Federal. Para consultar os procedimentos e encontrar o sistema de agendamento da sua região, acesse a página oficial da CIN.

Quais estados entregam a CIN em casa?

Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo oferecem a opção de receber a CIN pelos Correios. Em Minas, o prazo é de até 15 dias úteis, com três tentativas de entrega. No Rio, o serviço é gratuito. Já em São Paulo, há cobrança de taxa.

E a validade da nova identidade?

O prazo de validade da CIN varia conforme a idade do titular:

Cinco anos: crianças de até 11 anos;
Dez anos: pessoas de 12 a 59 anos;
Indeterminada: cidadãos com 60 anos ou mais.

A contagem começa na data de emissão do documento.

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Antes de morrer em queda de avião na Flórida, copiloto brasileira compartilhou momentos dentro da aeronave – VEJA O VÍDEO

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A morte da copiloto Nathalia Gadelha Filgueiras, de apenas 20 anos, ganhou repercussão após a queda de um avião particular que deixou nove mortos na Flórida, nos Estados Unidos, neste domingo (1º). Vídeos publicados pela jovem antes do acidente passaram a circular nas redes sociais e despertaram homenagens.

Nas gravações, Nathalia aparece na cabine de comando de um Learjet 60, modelo da aeronave envolvida na tragédia. Os registros mostram sua rotina na aviação e momentos de trabalho a bordo.

Filha de brasileiros, Nathalia começou a construir sua carreira ainda muito jovem. Aos 17 anos, já havia conquistado a licença de piloto privado. Com aproximadamente 1.300 horas de voo, ela trabalhava profissionalmente como copiloto havia cerca de nove meses.

A aeronave, de matrícula N722BD, caiu nas proximidades de uma área residencial em Greenacres, no condado de Palm Beach. O avião havia partido de Austin, no Texas, e seguia para as Bahamas, transportando nove pessoas. Nenhum dos ocupantes sobreviveu.

Antes do acidente, a tripulação comunicou problemas relacionados à formação de gelo e à turbulência. Em seguida, o avião perdeu altitude rapidamente e caiu, provocando uma explosão.

Veja o vídeo abaixo;

A investigação está sob responsabilidade do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), com apoio da Administração Federal de Aviação (FAA), que trabalham para esclarecer as causas da queda.

Com a confirmação da morte da jovem, publicações que antes retratavam sua paixão pela aviação passaram a ser compartilhadas em meio a mensagens de pesar. Nathalia tinha apenas 20 anos e uma trajetória profissional que começava a ganhar espaço no setor aéreo.

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Lei prevê até 8% das vagas de emprego para mulheres vítimas de violência e mães atípicas

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Mulheres vítimas de violência doméstica e mães atípicas terão novas possibilidades de acesso ao mercado de trabalho em Porto Velho. A Lei Municipal nº 3.524, de 23 de outubro de 2026, sancionada pelo prefeito Léo Moraes e publicada na segunda-feira (26), estabelece uma política de inclusão produtiva voltada à geração de emprego, renda e autonomia financeira.

A proposta, de autoria do Poder Executivo Municipal, foi elaborada a partir de estudos técnicos conduzidos pela secretária municipal adjunta de Inclusão e Assistência Social, Tércia Marília, e pela coordenadora do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), Elesandra Lopes. O trabalho considerou as dificuldades enfrentadas por mulheres em situação de vulnerabilidade para conquistar independência financeira.

A legislação prevê a possibilidade de reservar até 8% das vagas de trabalho em contratos de prestação de serviços contínuos da administração municipal, preferencialmente naqueles que envolvam 25 ou mais trabalhadores. A aplicação da medida dependerá de análise técnica e da viabilidade de cada contrato.

O prefeito Léo Moraes afirmou que a iniciativa busca ampliar as oportunidades para mulheres que enfrentam dificuldades de acesso ao emprego.

“Essa lei abre novas possibilidades para mulheres que precisam reconstruir suas vidas e conquistar independência financeira. Queremos oferecer oportunidades de trabalho e condições para que elas tenham mais segurança e autonomia”.

A medida busca utilizar as contratações de serviços realizadas pela administração municipal como uma possibilidade de inserção profissional, considerando as necessidades das mulheres atendidas pela rede de proteção social.

Programa Recomeçar busca ampliar oportunidades de emprego e qualificação para mulheres em situação de vulnerabilidade

PROGRAMA RECOMEÇAR

Entre as medidas previstas está a criação do Programa Municipal Recomeçar, destinado a mulheres vítimas de violência doméstica ou familiar e mães responsáveis pelos cuidados permanentes de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que exigem acompanhamento contínuo.

A legislação também institui o Banco Municipal de Oportunidades para Mulheres, que será coordenado pela Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias). O serviço terá a função de cadastrar as beneficiárias, identificar seus perfis profissionais e facilitar o encaminhamento para vagas de emprego e ações de qualificação.

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, explicou que a iniciativa busca aproximar os serviços de proteção social das oportunidades de trabalho.

“Estamos ampliando o apoio às mulheres que enfrentam situações de vulnerabilidade. Além do acolhimento, queremos oferecer caminhos para

que elas tenham acesso ao emprego, à renda e à independência financeira”.

Com o cadastramento e a identificação dos perfis profissionais, a proposta é facilitar o encaminhamento das beneficiárias para oportunidades compatíveis com suas qualificações, conforme a disponibilidade de vagas e os critérios previstos na legislação.

Prefeito Léo Moraes reforça o compromisso com a geração de emprego e a autonomia financeira das mulheres

ACOLHIMENTO E AUTONOMIA

O acesso à política será realizado por meio da rede municipal de assistência social, incluindo os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e os serviços de proteção às mulheres.

A secretária municipal adjunta da Semias, Tércia Marília, explicou que a proposta foi construída para enfrentar dificuldades que limitam a participação dessas mulheres no mercado de trabalho.

“Essa lei foi pensada para enfrentar a dependência financeira de mulheres vítimas de violência e as dificuldades que muitas mães atípicas encontram para conseguir emprego. Nosso objetivo é transformar o atendimento social em oportunidades de trabalho e renda”.

Além da busca por independência financeira, a política considera as dificuldades enfrentadas pelas mulheres que precisam conciliar o trabalho com responsabilidades de cuidado contínuo, especialmente aquelas que acompanham familiares com deficiência ou outras condições que exigem atenção permanente.

A coordenadora do CRAM, Elesandra Lopes, também participou da elaboração da proposta e chamou a atenção para a relação entre dependência financeira e violência doméstica.

“Em 2025, 78% das mulheres vítimas de violência doméstica atendidas pelo Creas dependiam financeiramente de seus agressores. Esse dado mostra a importância de oferecer oportunidades para que essas mulheres possam reconstruir suas vidas com segurança e independência”.

O percentual apresentado reforça a preocupação com a dependência econômica entre as mulheres atendidas pelo serviço. A criação de alternativas de acesso ao trabalho busca ampliar as possibilidades de autonomia, sem substituir as demais medidas de acolhimento e proteção necessárias às vítimas de violência.

A legislação estabelece que a participação das beneficiárias será voluntária, com garantia de sigilo das informações pessoais e proteção da identidade das mulheres atendidas.

Assistência social fortalece o acesso de mulheres ao mercado de trabalho e à autonomia financeira

Com a nova política, o município passa a contar com instrumentos legais para aproximar os serviços de assistência social das oportunidades de emprego e qualificação profissional. A implementação das medidas dependerá dos procedimentos estabelecidos pela administração municipal e das condições previstas para cada contratação.

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Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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