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Polícia

Caso Vitória: polícia encontra sangue no carro de um dos suspeitos de matar a jovem

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A Polícia Civil (PC) encontrou manchas de sangue dentro do carro de um dos suspeitos de assassinar a jovem Vitória Regina, na cidade de Cajamar, na Grande São Paulo. De acordo com as investigações, um possível local que pode ter sido usado como cativeiro de Vitória, também está sendo analisado. O corpo da adolescente foi encontrado uma semana após seu desaparecimento em uma área de mata, há cerca de 5 km da casa dela. Ela foi morta com três facadas e desapareceu no dia 27 de fevereiro, quando voltava para casa.

Até agora dezoito pessoas foram ouvidas e três pessoas são investigadas por suspeita do crime. O primeiro, Gustavo Vinícius Moraes, o ex-namorado de Vitória. Segundo o diretor da PC da Grande SP, Luiz Carlos do Carmos, o celular do jovem foi encontrado próximo à casa da vítima.

“O ex-namorado falou que faria quatro meses que não falava com a vítima. Ele não mora ali perto, então era fácil de detectar que justamente naquele momento ele estaria ali”, disse ele ao Domingo Espetacular. Gustavo teve a prisão pedida, mas a Justiça negou.

Ao todo, 16 pessoas foram ouvidas e algumas apontaram outro suspeito, Maicol dos Santos, que está preso. Segundo testemunhas, o carro do homem teria sido visto próximo ao local onde Vitória desapareceu. No veículo dele foi encontrado um fio de cabelo, o qual será analisado, além de manchas de sangue encontradas no porta-malas do veículo. Outra testemunha alegou, ainda, que no dia 26 de fevereiro havia uma grande movimentação no portão da casa dele. Maicol foi preso no último sábado (8).

E a terceira pessoa suspeita, Daniel Lucas Pereira. Segundo a polícia, ele teria filmado Vitória desde o momento em que ela entrou no ônibus até ela descer.

“Já foi encaminhado para o laboratório de DNA. Esse exame de DNA é um pouco demorado porque precisa fazer o refinamento dele. Por volta de 30, 40 dias esse laudo estará conosco”, afirma o diretor do Demacro.

Conforme a investigação, o celular de Vitória ainda não foi encontrado e os três homens que passaram de carro próximo à Vitória foram ouvidos e liberados, já que após mexer com a jovem eles foram para um bar e apresentaram provas da ação.

Polícia confirma que pai da jovem não é mais suspeito

Em coletiva de imprensa nessa segunda-feira (10), foi confirmado pela polícia que o pai de Vitória Regina de Souza, de 17 anos, não teria envolvimento no assassinato brutal da filha. A adolescente foi encontrada morta no dia 5 de março, após desaparecer no dia 26 de fevereiro. Na coletiva, Luiz Carlos do Carmo, negou que Carlos Alberto esteja sendo investigado. “Não existe investigação contra o pai da vítima”, informou.

A informação de que o pai da jovem era suspeito, veio a tona após um trecho do relatório policial apontar que Carlos Alberto “omitiu ligações feitas à filha, e de um possível desentendimento entre os dois, o que teria provocado em Vitória a vontade de ir morar com uma irmã em outro local”. Em entrevista ao Domingo Espetacular, Carlos comentou sobre a acusação e se diz espantado.

“Muita surpresa, né, porque qual é o pai, o pai insano, que vai querer a morte de uma filha?”, começou questionando. Ele também falou sobre as ligações omitidas à polícia.

Fonte: G1

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Polícia

MPRO denuncia quatro e mira R$ 31 milhões em esquema de milícia

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 4 investigados no âmbito da operação “Labirinto de Bronze”, resultado de Procedimento Investigatório Criminal instaurado para apurar a prática dos crimes de lavagem de dinheiro e milícia privada.

Segundo a denúncia, entre janeiro de 2019 e maio de 2026, parte dos denunciados teria integrado estrutura armada, estável e permanente, com atuação em conflitos agrários nos municípios de Buritis, Ariquemes, Machadinho do Oeste e Cujubim/RO. Conforme apurado, o grupo seria empregado em ações de vigilância de propriedades rurais, intimidação e retirada de ocupantes, enfrentamento de grupos rivais e outras ações violentas relacionadas a disputas fundiárias, além da prestação remunerada de segurança armada.

A investigação também identificou, em tese, diferentes mecanismos de ocultação e dissimulação patrimonial, envolvendo imóveis rurais e urbanos, semoventes, veículos, movimentações bancárias, utilização de pessoa jurídica e registro de bens e direitos em nome de terceiros. A denúncia descreve 7 (sete) fatos delitivos relacionados à lavagem de capitais, praticados por meio de operações distintas e autônomas. Entre os bens abrangidos pelas apurações estão 1.611 cabeças de gado e 7 (sete) veículos, além de propriedades rurais e valores movimentados por contas bancárias e por empresa utilizada, segundo o MPRO, na estrutura de ocultação patrimonial.

Foram imputados, conforme a participação individual atribuída a cada denunciado, os crimes previstos no art. 288-A do Código Penal, referente à constituição, organização, integração e manutenção de milícia privada, e no art. 1º, caput e § 2º, inciso I, da Lei nº 9.613/1998, que trata dos crimes de lavagem de dinheiro. O MPRO requereu o recebimento da denúncia, a citação e o processamento dos acusados e, ao final, a condenação pelos crimes imputados.

O Ministério Público requereu, ainda, a decretação da perda dos bens, direitos e valores relacionados direta ou indiretamente aos crimes de milícia privada e lavagem de dinheiro, quantificados, até o momento, em R$ 31.370.845,49 (trinta e um milhões, trezentos e setenta mil, oitocentos e quarenta e cinco reais e quarenta e nove centavos), abrangidos por medidas assecuratórias já deferidas judicialmente.

A Operação “Labirinto de Bronze” foi deflagrada pelo Gaeco em 26 de maio de 2026, com o cumprimento de 7 (sete) mandados de busca e apreensão em Ariquemes, Cujubim e Porto Velho e medidas assecuratórias patrimoniais, abrangendo bloqueios financeiros, imóveis, veículos e a constrição de 1.611 cabeças de gado. Já em setembro de 2026, a segunda fase foi deflagrada a partir do aprofundamento das análises de aparelhos eletrônicos e documentos apreendidos, com o cumprimento de 3 (três) mandados de prisão preventiva, 1 (um) mandado de busca e apreensão em Ariquemes e medidas cautelares diversas da prisão. Também foi deferida medida patrimonial complementar, com o sequestro de 50% das quotas, direitos societários e direitos econômicos vinculados a uma empresa sediada em Aparecida de Goiânia/GO.

O MPRO reafirma seu compromisso com a defesa da ordem jurídica, o enfrentamento qualificado à criminalidade organizada, o combate à lavagem de dinheiro e a recuperação de ativos ilícitos.

Fonte: MPRO

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PF apreende 80 kg de cocaína enviados por encomendas de Rondônia

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (7/10), a Operação No Way, para combater o tráfico interestadual de cocaína por meio de encomendas postais a partir de Rondônia. Na ação, foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e três de busca e apreensão em Porto Velho.

As investigações tiveram início após a Polícia Federal interceptar encomendas postadas em agências dos Correios na capital. As remessas continham cerca de 80 kg de cocaína e tinham como destino os estados do Ceará, da Paraíba e de Pernambuco.

As diligências realizadas ao longo da investigação permitiram identificar a atuação do grupo suspeito, incluindo a aquisição da droga, a preparação das embalagens e o encaminhamento das encomendas às agências postais.

O material apreendido será analisado para auxiliar na identificação de outros envolvidos e na apuração da origem da droga.

Os investigados poderão responder, de acordo com sua participação, pelo crime de tráfico de drogas, com agravamento previsto na legislação em razão do caráter interestadual da atividade.

Fonte: Polícia Federal

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Homem é executado a tiros nas proximidades da antiga AABB

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Um homem de 45 anos, identificado como Gevanildo Ferreira, foi encontrado morto após ser baleado nas proximidades da antiga sede da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em Alta Floresta D’Oeste, nesta terça-feira (6).

Moradores que ouviram os disparos acionaram a Polícia Militar. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram Gevanildo caído e solicitaram uma equipe médica.

Os socorristas foram até o local, mas constataram que a vítima já não apresentava sinais de vida. Conforme as informações, o homem havia sido atingido por seis tiros.

A região foi isolada para o trabalho da perícia. Os peritos realizaram os procedimentos necessários e recolheram possíveis vestígios que podem contribuir para esclarecer como o crime aconteceu.

A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar. A Polícia Civil assumiu as investigações para identificar os autores e esclarecer as circunstâncias do homicídio.

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