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EM RONDÔNIA: Famílias ficam desabrigadas após rio Araras transbordar em Cerejeiras

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Famílias foram resgatadas após o rio Araras transbordar sobre a BR-435 devido ao grande volume de chuvas, em Cerejeiras (RO). Segundo a Defesa Civil, esse evento é considerado o maior dos últimos 40 anos.

No total, quatro famílias foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros, incluindo um casal de idosos. Seis animais também foram salvos. Segundo os agentes, as famílias desabrigadas serão levadas para casas de parentes.

Através de vídeos publicados nas redes sociais, é possível ver o momento em que a água barrenta invade a cada de uma moradora, danificando eletrodomésticos e mobília.

A cheia iniciou após uma forte chuva no município. De acordo com a Defesa Civil, o rio ultrapassou a cota máxima, mas não é possível identificar o volume, já que a cidade não conta com monitoramento pluviométrico.

Duas regiões foram afetadas. O transporte na BR-435 foi prejudicado, mas não chegou a ser interrompido. Segundo a Defesa Civil, a situação é estável no momento, no entanto, o órgão alerta que o rio Araras pode voltar a subir caso chova com a mesma intensidade.

A ponte na entrada da cidade foi isolada para garantir a segurança da população. A Prefeitura e Defesa Civil analisam se é seguro para o moradores retornarem às casas.

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Entrega de kits escolares entra em nova etapa de logística

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A entrega dos kits de materiais escolares aos estudantes da rede municipal entra em uma nova etapa a partir desta sexta-feira (13), agora com o reforço logístico dos Correios. A iniciativa amplia a capacidade de distribuição dos itens para as unidades de ensino e garante mais agilidade no atendimento aos alunos.

A parceria aproveita a experiência da instituição, que já mantém convênio com o município para a distribuição dos carnês de IPTU, contribuindo para fortalecer a logística e alcançar toda a rede municipal de ensino.

A Semed iniciou a distribuição dos kits escolares ainda no mês de fevereiro. No entanto, devido à dimensão da rede municipal, que conta com 139 escolas, a logística de entrega diretamente nas unidades demandava mais tempo, o que acabou impactando a velocidade com que os materiais chegavam às escolas.

Com o reforço operacional dos Correios, as entregas passarão a ocorrer de forma mais ágil e organizada, sendo realizadas diretamente nas unidades escolares, que ficam responsáveis pela distribuição aos estudantes.

De acordo com o secretário da Semed, Giordani Lima, a expectativa da Secretaria é que, com esse apoio, todos os cerca de 43 mil alunos da rede municipal possam receber seus kits escolares ainda durante o mês de março, garantindo que os estudantes tenham acesso aos materiais necessários para acompanhar as atividades pedagógicas ao longo do ano letivo. “Essa iniciativa reforça o compromisso da Semed em assegurar melhores condições de aprendizagem e dar suporte às famílias e às escolas da rede municipal”. 

O superintendente dos Correios, Joilson Pereira Nascimento, ressaltou a importância da parceria com a Prefeitura de Porto Velho e com a Semed para fortalecer a logística de distribuição na capital. “Os Correios possuem uma estrutura consolidada de entrega e capilaridade que permite chegar com eficiência a diferentes regiões. Poder contribuir para que os materiais escolares cheguem às escolas e aos estudantes é uma forma de apoiar diretamente a educação do município”.

A agenda também contou com a presença de Abiezer Bazarello, gerente de vendas dos Correios, de Raimunda Almeida, assistente comercial dos Correios e Marcos Furukawa, diretor administrativo da Semed, que acompanharam o alinhamento das estratégias logísticas para garantir maior agilidade nas entregas.

UNIFORMES

O secretário da Semed destacou ainda que houve atraso no cronograma de entrega dos uniformes escolares. O município já notificou a empresa responsável e adotou as providências cabíveis, aguardando a regularização por parte da contratada. As escolas que já receberam as camisetas iniciaram a distribuição aos alunos, e os demais itens, assim que entregues à secretaria, serão imediatamente encaminhados às unidades de ensino para repasse aos estudantes também com a celeridade garantida por meio da parceria com os Correios.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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IPAM desmente ligação com investimentos no Banco Master

O Instituto esclarece que aplicações ocorreram antes da existência do banco e reforça que quase todo o patrimônio está aplicado em instituições públicas federais e títulos públicos.

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O Comitê de Investimentos do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho – IPAM esclarece que não possui e jamais realizou investimentos em produtos financeiros do Banco Master ou de seu antecessor, o Banco Máxima.

Os investimentos mencionados em reportagens recentes referem-se a aplicações realizadas em fundos do mercado financeiro no ano de 2012, período anterior à criação do Banco Master em sua atual estrutura, não havendo qualquer relação direta entre essas instituições e os recursos do Instituto.

Essas aplicações ocorreram em dois fundos de investimento que atualmente se encontram em processo de liquidação, situação que limita o resgate imediato dos recursos. Em um deles há atualmente passivo estimado em aproximadamente R$ 5,8 milhões, sendo que o resultado final dependerá da conclusão do processo de liquidação.

Diante das dificuldades identificadas em um desses fundos, a equipe técnica do IPAM buscou esclarecimentos junto à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal no ano de 2018, tendo sido informada de que os fatos relacionados ao caso já eram objeto de investigação pelas autoridades competentes.

Como medida adicional de governança e transparência, o Instituto também solicitou esclarecimentos formais às administradoras e gestoras dos fundos, a fim de avaliar eventuais medidas administrativas ou judiciais cabíveis para resguardar os interesses do regime previdenciário.

O IPAM informa ainda que já prestou esclarecimentos diretamente à Câmara Municipal de Porto Velho, atendendo a convite de vereadores. Na ocasião, representantes do Instituto apresentaram todas as informações sobre o tema, tendo os parlamentares presentes manifestado satisfação com os esclarecimentos prestados.

Importante destacar que essa situação pontual não compromete a solidez financeira do regime previdenciário municipal. Atualmente, cerca de 99,5% do patrimônio investido do IPAM está aplicado em instituições públicas federais, como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e títulos públicos federais vinculados ao Tesouro Nacional, o que reforça a segurança e a estabilidade da carteira de investimentos.

Dessa forma, não há qualquer risco para o pagamento das aposentadorias e pensões dos servidores municipais.

O IPAM reafirma seu compromisso com a transparência, a boa governança e a proteção do patrimônio previdenciário dos servidores públicos municipais.

Porto Velho – RO, 10 de março de 2026
Comitê de Investimentos do IPAM

Fonte: Assessoria

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Câmara aprova uso obrigatório de tornozeleira por agressores de mulher

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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (10), o projeto de lei (PL nº 2942/2024) que permite à Justiça determinar o uso imediato tornozeleira eletrônica pelo agressor de mulheres em situação de violência doméstica e familiar, se for verificado o alto risco à vida delas. O objetivo é ampliar a proteção às vítimas.

De autoria dos deputados Fernanda Melchionna (PSol-RS) e Marcos Tavares (PDT-RJ, o projeto foi aprovado com substitutivo da relatora, deputada Delegada Ione (Avante-MG).

A parlamentar afirma que, atualmente, apenas 6% das medidas protetivas contam com monitoramento eletrônico. Ela frisa que a ferramenta reduz os feminicídios assim como a taxa de reincidência dos agressores em outros crimes relacionados à violência doméstica.

“Não dá mais para a gente ver várias mulheres sob medidas protetivas sem medidas protetivas efetivas”, disse Fernanda Melchionna, em sua rede social.

A medida seguirá para apreciação do Senado.

Vira regra

Pelo projeto de lei, a imposição de uso da tornozeleira passa a ser regra em casos de alto risco de agressões graves às mulheres. O risco a ser avaliado deve ser atual ou iminente à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher ou de seus dependentes.

A exigência da determinação da medida protetiva de urgência fortalece a proteção prevista na Lei Maria da Penha nº 11.340/2006, aplicável em conjunto com outras.

Além dos casos em que for verificado o risco iminente à integridade física ou psicológica da vítima, a imposição da tornozeleira será prioridade nos casos em que houver descumprimento de medidas protetivas anteriormente impostas.

Se um juiz decidir que a tornozeleira não deve ser mais usada, o magistrado deverá justificar expressamente os motivos que o levaram a tomar a decisão.

Cidades pequenas

Em municípios em que não existe uma comarca, portanto, localidades sem um juiz, o uso da tornozeleira poderá ser aplicado pelo delegado de polícia local.

Atualmente, o afastamento imediato do lar é a única medida protetiva que o delegado pode adotar nas localidades sem um representante do poder Judiciário.

Caso o projeto seja sancionado no Senado, quando a autoridade policial determinar a instalação imediata da tornozeleira eletrônica para proteger a vítima, deverá comunicar a medida ao Ministério Público e à Justiça em 24 horas. O juiz deverá decidir se mantém ou não a medida protetiva de urgência.

O levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que, em 2024, 50% dos feminicídios em 2024 ocorreram em cidades com até 100 mil habitantes, onde apenas 5% das cidades têm delegacias da mulher e somente 3% dos municípios têm uma casa abrigo.

Rastreamento pela vítima e pela polícia

O texto do projeto determina que, nas situações de uso da tornozeleira pelo agressor, deve ser entregue à mulher vítima um dispositivo de portátil de rastreamento que alerte sobre eventual aproximação do agressor.

O aparelho de segurança vai emitir um alerta automático e simultâneo para vítima e para polícia, logo que o agressor romper a área de trânsito proibido, fixada judicialmente.

A iniciativa tem o objetivo de permitir o monitoramento ativo do cumprimento das restrições impostas.

Aumento da pena

O texto aprovado aumenta – de um terço à metade – a pena de reclusão de 2 a 5 anos por descumprimento de medidas protetivas, caso estejam relacionadas à violação das áreas onde o agressor não pode ir ou, ainda, à remoção ou violação da tornozeleira sem autorização judicial.

Em sua rede social, o coautor do Projeto de Lei 2942/2024, o deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), comemorou a aprovação pela Câmara.

“Quem agride precisa ser vigiado. E quem sofre violência precisa ser protegido.”

Mais dinheiro e campanhas

O projeto também aumenta de 5% para 6% a cota de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) que devem ser destinados a ações de enfrentamento da violência contra a mulher, incluindo explicitamente o custeio da compra e manutenção desses equipamentos.

O texto coloca como prioridade a compra e manutenção das tornozeleiras e de dispositivos de acompanhamento para as vítimas.

Segundo o projeto, as campanhas de enfrentamento da violência contra a mulher deverão contemplar informações sobre procedimentos e abordagens policiais, prevenção à revitimização, funcionamento das medidas protetivas de urgência e mecanismos de monitoração eletrônica.

Próximos passos

Com a aprovação pela Câmara, o projeto de lei será enviado ao Senado para ser analisado, discutido e votado pelos senadores.

Se for aprovada sem alterações, a proposta segue para a sanção do presidente da República.

Se os senadores fizerem mudanças (emendas), o projeto precisará voltar à Câmara dos Deputados para que as alterações sejam validadas.

Mas, se for rejeitado, o projeto será arquivado.

Violência em números

O projeto frisa que o Brasil enfrenta, nos últimos anos, um crescimento alarmante no número de feminicídios, muitos deles cometidos por ex-companheiros ou cônjuges que já eram alvo de medidas protetivas previstas

Em 2025, foram 1.568 mulheres vítimas de feminicídio no Brasil, crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior. Em relação a 2021, aumento é de 14,5%.

Os dados são do Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O relatório mostra que, em 2024, 13,1% das mulheres vítimas de feminicídio no Brasil foram assassinadas mesmo tendo uma medida protetiva de urgência em vigor.

Desde que a Lei do Feminicídio (nº 13.104/2015) tipificou o assassinato de mulheres por razões de gênero como crime hediondo, 13.703 mulheres foram vítimas do feminicídio, entre 2015 e 2025.

Ligue 180

Em caso de violência contra a mulher, ligue gratuitamente 180.

A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 oferece orientação, acolhimento e encaminhamento de denúncias. O atendimento também pode ser realizado pelo WhatsApp, no número (61) 99610-0180.

O serviço público e sigiloso funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive nos feriados e pode ser usado por mulheres em situação de violência ou qualquer pessoa que queira denunciar uma situação de violência contra a mulher.

A central também informa sobre direitos, garantias e serviços especializados.

Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar do estado, por meio do telefone 190.

Fonte: Agência Brasil

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