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EM RONDÔNIA: Famílias ficam desabrigadas após rio Araras transbordar em Cerejeiras

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Famílias foram resgatadas após o rio Araras transbordar sobre a BR-435 devido ao grande volume de chuvas, em Cerejeiras (RO). Segundo a Defesa Civil, esse evento é considerado o maior dos últimos 40 anos.

No total, quatro famílias foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros, incluindo um casal de idosos. Seis animais também foram salvos. Segundo os agentes, as famílias desabrigadas serão levadas para casas de parentes.

Através de vídeos publicados nas redes sociais, é possível ver o momento em que a água barrenta invade a cada de uma moradora, danificando eletrodomésticos e mobília.

A cheia iniciou após uma forte chuva no município. De acordo com a Defesa Civil, o rio ultrapassou a cota máxima, mas não é possível identificar o volume, já que a cidade não conta com monitoramento pluviométrico.

Duas regiões foram afetadas. O transporte na BR-435 foi prejudicado, mas não chegou a ser interrompido. Segundo a Defesa Civil, a situação é estável no momento, no entanto, o órgão alerta que o rio Araras pode voltar a subir caso chova com a mesma intensidade.

A ponte na entrada da cidade foi isolada para garantir a segurança da população. A Prefeitura e Defesa Civil analisam se é seguro para o moradores retornarem às casas.

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Após registros de violência, MP acompanha segurança nos Jogos Escolares de Porto Velho

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) instaurou procedimento administrativo para acompanhar as ações de segurança pública durante os Jogos Escolares Municipais de Porto Velho (JEM-PVH). A medida foi adotada após registros de ocorrências em locais de competição, incluindo agressões físicas, furtos, arrastões e brigas. Como primeira providência, o MPRO promoveu uma reunião nesta quarta-feira (10/6) com representantes da segurança pública, do município e de instituições ligadas à proteção de crianças e adolescentes para discutir medidas urgentes de proteção aos participantes.

O procedimento foi instaurado pela 26ª Promotoria de Justiça de Porto Velho, que atua na Curadoria da Segurança Pública. O objetivo é acompanhar e fiscalizar as ações adotadas pelo poder público para garantir a segurança dos estudantes, familiares, professores e demais pessoas que participam do evento esportivo.

Os Jogos Escolares Municipais são promovidos pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), e seguem até o dia 14 de junho. A competição reúne 68 escolas e cerca de 2.680 atletas e dirigentes em diversas modalidades esportivas realizadas em diferentes espaços da capital.

Reunião para definição de medidas

A reunião foi conduzida pelo promotor de Justiça Dandy Jesus Leite Borges, titular da Curadoria da Segurança Pública, e pela promotora de Justiça Joice Gushy Mota Azevedo, com atuação na Educação.

O encontro teve como foco a articulação entre os órgãos responsáveis pela segurança e pela organização dos jogos para fortalecer a proteção dos estudantes e prevenir novos episódios de violência durante as competições.

Participaram da reunião a representante da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da OAB Rondônia, Genúsia Oliveira; o secretário municipal de Esporte e Lazer, Cassio Moura Silva; o secretário executivo da Semtel, Rodrigo Ferreira Campos; o chefe do Gabinete Militar da Prefeitura de Porto Velho, tenente-coronel Marcelo Victor Duarte; o comandante regional de policiamento, tenente-coronel Wilton Nascimento Amorim; o coordenador de Planejamento Operacional da Polícia Militar, tenente-coronel Robinson Brancalhão da Silva; e a delegada Noelle Caroline Xavier Ribas Leite, representante da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec).

Acompanhamento das políticas públicas

O MPRO destacou que eventos esportivos escolares movimentam grande número de pessoas e exigem planejamento adequado por parte do poder público, especialmente na área da segurança. A atuação ministerial busca acompanhar as medidas adotadas pelos órgãos responsáveis e promover a integração entre as instituições envolvidas para garantir um ambiente seguro aos estudantes.

O procedimento também permitirá o monitoramento contínuo das ações implementadas durante a realização dos jogos e a adoção de providências, caso sejam identificadas situações que coloquem em risco a integridade dos participantes.

Fonte: MPRO

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Deolane é denunciada por organização criminosa e lavagem de dinheiro

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O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou, nesta quarta-feira (10/6), a influenciadora Deolane Bezerra por suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A informação foi confirmada pelo promotor Lincoln Gakiya, que ofereceu a denúncia.

Gakiya disse ao Metrópoles que Deolane foi denunciada por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Além dela, foram denunciados Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo da facção criminosa; seu irmão, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior; seus sobrinhos Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho; e Everton de Souza, considerado operador financeiro do PCC.

Fonte: Metrópoles

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Shopee é notificada por venda de figurinhas falsificadas da Copa

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A Secretaria do Consumidor do Distrito Federal notificou a Shopee e pediu explicações sobre a venda de figurinhas e álbuns da Copa do Mundo 2026 anunciados como “não oficiais” na plataforma.

A pasta pediu a imediata suspensão dos anúncios e questionou quais mecanismos de controle são utilizados para impedir a comercialização de produtos falsificados na plataforma.

A notificação foi assinada na terça-feira (9/6). A Shopee terá 10 dias para responder à pasta.

A secretaria considerou que, mesmo que o anúncio contenha o aviso de produto “não oficial”, isso não seria suficiente para evitar a possibilidade de indução do consumidor a erro, a falsa expectativa de compatibilidade com coleções oficiais; ou a frustração da legítima expectativa de qualidade, autenticidade e valor de coleção.

Além disso, identificou que a comercialização de produtos “potencialmente contrafeitos ou não licenciados não representa apenas possível violação de direitos marcários e autorais, mas também prática que pode atingir diretamente os consumidores ao introduzir no mercado produtos sem garantia de origem legítima”.

A reportagem tenta contato com a Shopee. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.

Fonte: Metrópoles

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