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Meta esclarece que fim da checagem de fatos ocorrerá apenas nos EUA

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A Big Tech Meta, proprietária das plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp, enviou uma resposta à notificação da Advocacia-Geral da União (AGU). Em sua manifestação, a empresa esclareceu que o encerramento do serviço de checagem de fatos ocorrerá exclusivamente nos Estados Unidos.

A Meta também afirmou que continuará comprometida com a pauta de direitos humanos. O governo federal, por meio do ministro Jorge Messias, informou que a manifestação será analisada cuidadosamente.

Na semana passada, a Meta anunciou uma série de mudanças alinhadas à agenda do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que defende a desregulamentação do ambiente digital e é contrário à política de checagem de fatos. Desde 2016, a empresa oferecia, por meio do Facebook e do Instagram, um serviço de checagem de fatos realizado por jornalistas e especialistas em cerca de 115 países. Esse serviço apurava a veracidade de informações que circulavam nas redes e fornecia contextualizações aos usuários.

Com o fim da checagem de fatos nos Estados Unidos, a Meta passou a adotar a política de “Notas da Comunidade”. Sob esse modelo, apenas usuários previamente cadastrados podem contestar informações que circulam nas plataformas.