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Polícia

Homem é preso por receptação após anunciar objetos roubados no Facebook

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Uma ação conduzida pela Polícia Militar (PMRO) por meio de guarnições de radiopatrulha do 2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM) em Ji-Paraná, resultou na recuperação de diversos bens furtados e na condução de um homem suspeito de receptação de itens sem comprovação de origem.

A ação foi desencadeada após a denúncia de um cidadão que identificou objetos que considerava de sua propriedade sendo anunciados em uma página do Facebook.

De acordo com o boletim de ocorrência, por volta das 13h00, a guarnição recebeu a informação de um homem que reconheceu seus bens em um anúncio online. O denunciante marcou um encontro com o vendedor e, após constatar que os itens eram de fato seus, acionou a PM, que se dirigiu ao local informado, onde encontrou o suspeito, que se apresentou como proprietário da residência.

Durante a abordagem, o homem autorizou a entrada dos militares. Na área externa da residência, foi localizada uma bomba d’água, cujo suspeito alegou ter adquirido de um indivíduo cuja identidade não pôde fornecer. Em um dos cômodos do imóvel, os policiais também encontraram um gerador, que foi reconhecido pelo denunciante como sendo um dos itens subtraídos de sua posse.

O suspeito afirmou que adquiriu os objetos de terceiros e que não possuía documentos que comprovassem a legalidade das transações. Ele também relatou que realizava operações informais de penhora, nas quais recebia bens como garantia de empréstimos a juros. Entretanto, a ausência de comprovantes levantou indícios de receptação, conforme tipificado no artigo 180 do Código Penal.

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Diversos outros itens foram apreendidos, entre eles: ferramentas, eletrodomésticos, equipamentos de som, bicicletas e motocicletas.

Diante das evidências, o suspeito foi informado de seus direitos constitucionais e conduzido à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) para formalização da ocorrência. Os itens apreendidos permanecem em análise para identificação de outros possíveis proprietários e para esclarecimento de sua procedência.

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Polícia

MPF pede prisão de PM acusado de matar estudante de medicina

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O Ministério Público Federal (MPF) solicitou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo, réu pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos. O pedido foi apresentado na sexta-feira (9), com base na gravidade do caso e na periculosidade atribuída ao agente.

O estudante morreu em novembro de 2024, após ser baleado no saguão de um hotel na Vila Mariana, zona sul de São Paulo.

No documento, o subprocurador-geral da República José Elaeres Marques Teixeira afirma que o policial perseguiu o jovem depois que ele atingiu o retrovisor da viatura com um tapa. Segundo o MPF, a ação não provocou danos materiais ao veículo.

A manifestação também relata que Marco Aurélio procurou abrigo no hotel, mas foi alcançado pelos policiais. Conforme o órgão, o estudante estava desarmado e não representava uma ameaça concreta aos agentes quando foi atingido por um disparo no abdômen.

Para o MPF, as circunstâncias justificam a prisão preventiva como medida para garantir a ordem pública. O pedido será analisado pelos ministros da Quinta Turma do STJ.

A reportagem procurou a defesa do policial, mas não recebeu resposta até a publicação. O espaço permanece aberto para manifestação.

Policiais serão julgados pelo Tribunal do Júri

Em 29 de setembro, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) rejeitou os recursos apresentados pelos policiais Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado, também réu no processo.

As defesas pediram a absolvição dos acusados ou que eles não fossem submetidos ao Tribunal do Júri. Os advogados de Guilherme alegaram legítima defesa, enquanto a defesa de Bruno sustentou que ele não teria participado do crime.

Por unanimidade, a 12ª Câmara de Direito Criminal negou os pedidos e manteve a decisão que determina o julgamento dos dois policiais por homicídio duplamente qualificado.

Relembre o caso

Marco Aurélio foi abordado por policiais militares em 20 de novembro de 2024, na Vila Mariana. Após a perseguição, ele entrou no hotel onde estava hospedado e acabou baleado. O estudante foi levado ao Hospital Ipiranga, mas não resistiu aos ferimentos.

Relatores da Organização das Nações Unidas (ONU) apontaram, em comunicação enviada ao governo brasileiro, que imagens das câmeras corporais indicariam falta de justificativa objetiva para a abordagem. O relato também questionou a ausência de medidas menos letais antes do disparo.

Em 8 de outubro deste ano, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) concedeu uma carteira profissional póstuma a Marco Aurélio. A homenagem foi recebida pelos pais do estudante durante uma cerimônia de entrega de documentos a novos médicos.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Ator condenado por estupro é preso em gravação de novela bíblica da Record

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As gravações de uma novela bíblica da Record foram interrompidas na última segunda-feira (12/10) para a prisão de um ator condenado por estupro de vulnerável. Allan Christian Rocha de Oliveira, de 37 anos, foi localizado por policiais civis enquanto trabalhava nos estúdios da emissora, em Vargem Pequena, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo a Polícia Civil, agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) identificaram endereços vinculados ao condenado após cruzamento de dados e análise de informações do setor de inteligência. A equipe realizou o monitoramento e o encontrou durante o trabalho na emissora.

Allan tinha um mandado de prisão expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP) do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), decorrente de uma condenação definitiva por estupro de vulnerável. De acordo com a polícia, ele ainda tinha oito anos de pena a cumprir em regime semiaberto.

Após a prisão, o homem foi levado à sede da DRFA-CAP para os procedimentos legais e ficou à disposição da Justiça. O Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) divulgou um vídeo da prisão nas redes sociais.

Allan Christian Rocha de Oliveira atuava como figurante nas gravações. Em nota, enviada ao Notícias da TV, o advogado do ator, Rennan de Abreu, afirmou que apresentou um recurso contra a decisão e contestou a legalidade da prisão.

Ele disse também que Allan não estava foragido e que o caso tramita em segredo de Justiça há mais de quatro anos. O Metrópoles tenta contato com o advogado para mais esclarecimentos. A reportagem também tenta contato com a Record sobre a situação. O espaço segue aberto.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Locutora morre após cair de moto e ser atropelada por caminhão

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A locutora Ingrid Moraes Pantoja, de 29 anos, morreu nesta quarta-feira (14) após um grave acidente de trânsito na Avenida Carlos Gomes, próximo à Rua Guanabara, no bairro São Cristóvão, região Central de Porto Velho.

Ingrid estava na garupa de uma motocicleta pilotada pelo marido quando o veículo atingiu a traseira de um carro parado. Com a colisão, os dois caíram na pista, e a locutora foi atropelada por um caminhão limpa-fossa. O Samu tentou reanimá-la, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância.

As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas.

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