Polícia
Polícia cumpre mandados de prisão por tentativa de homicídio em Porto Velho
A FICCO/RO deflagrou, nos dias 5/12 e 6/12, a Operação Policial Back to Home 08, para dar cumprimento em mandados de prisão preventiva em razão de crime de tentativa de homicídio ocorrido no dia 13/10/2023, em Jaci-Paraná, distrito de Porto Velho/RO.
Ao todo foram expedidos pela 2ª Vara do Tribunal do Júri oito mandados de prisão preventiva, sendo que foram cumpridos dois mandados de prisão no distrito de Jaci-Paraná/RO e seis mandados de prisão na cidade de Porto Velho/RO.
A investigação realizada pela Delegacia de Polícia Civil com apoio da FICCO foi desencadeada a partir de uma tentativa de homicídio em que a vítima foi alvejada por seis disparos de arma de fogo.
Durante a investigação, foi possível identificar oito pessoas que participaram diretamente e indiretamente dos fatos investigados, sendo que os autores dos disparos são integrantes de uma organização criminosa.
Diante dos fatos, os investigados poderão responder por integrar organização criminosa e tentativa de homicídio, além de outros delitos porventura identificados a partir do cumprimento das medidas cautelares.
FICCO/RO
A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Militar e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), tendo como objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.
Polícia
Criminosos usam CPF de vítima, financiam carros e exigem R$ 60 mil
A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 8ª Delegacia de Polícia Civil de Porto Velho, investiga um caso de estelionato, extorsão e possível envolvimento com organização criminosa.
Durante as diligências, a polícia identificou que os dados da vítima teriam sido usados para aumentar o limite de crédito de aproximadamente R$ 12 mil para R$ 60 mil e financiar dois veículos.
De acordo com o que a vítima relatou, ela forneceu o CPF após receber a informação de que seria necessário para receber R$ 250 mil. De posse dos dados, um dos suspeitos teria realizado as compras dos veículos utilizando reconhecimento facial.
Depois, a vítima teria sido ameaçada para passar os R$ 60 mil disponíveis no limite de crédito em uma máquina de cartão.
A Polícia Civil de Rondônia trabalha continuamente na investigação e no esclarecimento de crimes dessa natureza, atuando para proteger a sociedade e manter a segurança da população.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Furto de cabos deixa 2,3 mil clientes sem energia em Rondônia
O furto de cabos da rede elétrica deixou mais de 2,3 mil consumidores de Rondônia sem energia ao longo de 2025, segundo dados da Energisa. Além dos prejuízos provocados pela interrupção do fornecimento, esse tipo de crime pode comprometer serviços essenciais e representar riscos à segurança da população.
Entre os municípios com maior número de registros estão Porto Velho e Ariquemes, que contabilizaram 18 ocorrências cada. Também foram registrados casos em Rolim de Moura, Guajará-Mirim, Machadinho do Oeste e Nova Mamoré.
Na última quinta-feira (17), a Energisa participou de uma nova ação da Operação Fio Desencapado, realizada em Porto Velho com o objetivo de combater o furto de materiais elétricos e a receptação de produtos de origem ilícita.
A fiscalização contou com equipes da Polícia Militar, por meio do 1º e do 5º Batalhões, além da Prefeitura de Porto Velho e outros órgãos envolvidos na operação. Durante as abordagens, o responsável por um dos locais fiscalizados foi preso em flagrante por furto de energia e encaminhado à Central de Flagrantes.
As equipes concentraram as inspeções em ferros-velhos, empresas de reciclagem e estabelecimentos comerciais que poderiam estar envolvidos na compra ou revenda irregular de fios, cabos de cobre e outros materiais. A estratégia busca atingir também a receptação, considerada um dos fatores que alimentam o comércio ilegal desses produtos.
De acordo com a Energisa, a retirada ou manipulação inadequada de componentes da rede elétrica pode provocar choques, queimaduras, incêndios, curtos-circuitos e até acidentes fatais. Cabos rompidos e estruturas danificadas também podem colocar em perigo moradores, pedestres e trabalhadores que circulam pelas áreas afetadas.
A concessionária orienta que a população denuncie situações suspeitas ou a venda de materiais sem procedência. As informações podem ser repassadas de forma anônima pelo 190, da Polícia Militar, ou pelo 0800 647 0120, da Energisa.
Polícia
Organizador da ExpoJipa vira foragido após prisão por mortes de dois jovens
O presidente da Associação Rural de Rondônia e organizador da ExpoJipa, Sérgio Sussumi Suganuma, é considerado foragido após a Justiça de Rondônia decretar sua prisão preventiva. Ele é réu no processo que apura as mortes de Ruan Lucas Hildebrandt, de 18 anos, e Alysson Henrique de Sá Lopes, de 23, ocorridas em 2016.
A ordem de prisão foi determinada na segunda-feira (14), após a suspensão do julgamento realizado em Ariquemes. A sessão foi interrompida depois que os advogados de defesa dos acusados deixaram o Tribunal do Júri.
Segundo informações divulgadas sobre o caso, a defesa alegou que teve acesso recentemente a documentos considerados novas provas. O Tribunal de Justiça de Rondônia, porém, informou que os materiais já faziam parte do processo e que apenas haviam passado por digitalização.
Ruan Lucas e Alysson Henrique desapareceram entre o fim de janeiro e o início de fevereiro de 2016. Alysson foi encontrado morto e com o corpo carbonizado dentro de um veículo, nas proximidades de uma fazenda na zona rural de Cujubim. Já Ruan Lucas continua desaparecido.
Após a interrupção do julgamento, o Ministério Público de Rondônia pediu a prisão preventiva dos acusados até que uma nova sessão seja marcada. Rivaldo de Souza, Moisés Ferreira de Souza e Jonas Augusto dos Santos Silva foram presos após a decisão judicial. Sérgio Sussumi acompanhava o julgamento por videoconferência e, após a decretação da prisão, não foi localizado.
O proprietário da fazenda, Paulo Iwakami, também responde ao processo, mas não participou do julgamento por questões relacionadas à saúde. A ação contra ele foi desmembrada e, diferentemente dos demais réus, não houve decretação de prisão preventiva.
Uma nova data para o julgamento dos acusados ainda deverá ser definida pela Justiça.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do G1RO
