Polícia
Polícia cumpre mandados de prisão por tentativa de homicídio em Porto Velho
A FICCO/RO deflagrou, nos dias 5/12 e 6/12, a Operação Policial Back to Home 08, para dar cumprimento em mandados de prisão preventiva em razão de crime de tentativa de homicídio ocorrido no dia 13/10/2023, em Jaci-Paraná, distrito de Porto Velho/RO.
Ao todo foram expedidos pela 2ª Vara do Tribunal do Júri oito mandados de prisão preventiva, sendo que foram cumpridos dois mandados de prisão no distrito de Jaci-Paraná/RO e seis mandados de prisão na cidade de Porto Velho/RO.
A investigação realizada pela Delegacia de Polícia Civil com apoio da FICCO foi desencadeada a partir de uma tentativa de homicídio em que a vítima foi alvejada por seis disparos de arma de fogo.
Durante a investigação, foi possível identificar oito pessoas que participaram diretamente e indiretamente dos fatos investigados, sendo que os autores dos disparos são integrantes de uma organização criminosa.
Diante dos fatos, os investigados poderão responder por integrar organização criminosa e tentativa de homicídio, além de outros delitos porventura identificados a partir do cumprimento das medidas cautelares.
FICCO/RO
A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Militar e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), tendo como objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.
Polícia
Homem é preso após incendiar casa com esposa e filhas dentro – VEJA O VÍDEO
Policiais do 1º Batalhão, sob comando do sargento Rocha, prenderam na manhã desta terça-feira (17) um homem identificado como Toni G. S., de 39 anos, na Rua Ribeirão Preto, bairro Cuniã, em Porto Velho.
Ele é suspeito de atear fogo na residência da esposa, onde ela e as duas filhas estavam, na madrugada do último dia 11, no bairro Olaria, região central da capital.
Conforme relato da vítima, antes do crime o homem teria feito ameaças, afirmando que incendiaria o imóvel por não aceitar o fim do relacionamento. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto, e após a captura, foi encaminhado ao sistema penitenciário. Veja o vídeo;
Polícia
Operação da Polícia Civil apreende adolescentes com ordens judiciais em aberto
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da delegacia especializada em casos envolvendo jovens (DEAAI), realizou nos dias 16 e 17 de março a Operação Ordo Iudicialis I. O objetivo foi cumprir ordens da Justiça para localizar adolescentes que precisam cumprir medidas educativas.
Durante os dois dias de trabalho, os policiais buscaram 10 jovens que possuíam ordens judiciais em aberto. Destes, 07 foram localizados e apreendidos. Os outros nomes que não foram encontrados em casa no momento da ação continuam sendo monitorados.
A ação serve para garantir que as decisões dos juízes sejam respeitadas e que os jovens que cometeram infrações recebam o acompanhamento previsto na lei.
A Polícia Civil reforça que o trabalho busca não apenas a segurança de todos, mas também a proteção e a correta orientação dos adolescentes, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Polícia pede prisão de tenente-coronel por morte de esposa PM
A Polícia Civil solicitou à Justiça, nesta terça-feira (17/3), a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. O pedido sucede a conclusão, com base em perícia técnica, de que ele é o principal suspeito pela morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada baleada na cabeça no apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro.
A necessidade do pedido de prisão ocorre após o avanço das investigações conduzidas pelo 8º Distrito Policial (Brás), que analisaram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão apresentada pelo oficial – que, desde o início, sustentava que a esposa teria cometido suicídio.
O dia do disparo
Gisele foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido. Ela foi socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito.
Desde o início da investigação, depoimentos colhidos pela polícia e registros das primeiras horas após o tiro passaram a levantar dúvidas sobre a narrativa apresentada pelo coronel.
Socorristas e a cena no corredor
Socorristas relataram que encontraram o oficial no corredor do prédio quando chegaram ao local, enquanto a vítima estava caída na sala do apartamento, com grande quantidade de sangue na região da cabeça.
Testemunhas também afirmaram não ter visto manchas de sangue nas mãos ou nas roupas do militar, detalhe que passou a ser analisado pelos investigadores.
Intervalo entre o tiro e o pedido de socorro
Outro elemento considerado pelos investigadores foi o intervalo entre o disparo ouvido por vizinhos e as ligações feitas pelo coronel às centrais de emergência.
Uma moradora do mesmo andar afirmou ter sido acordada por um forte estrondo por volta de 7h28, enquanto o primeiro telefonema registrado pelo oficial, solicitando socorro, ocorreu às 7h57.
Visita de desembargador
As investigações também apontaram movimentações incomuns no apartamento após o episódio.
Imagens de câmeras de segurança mostram que o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, amigo do coronel, foi ao prédio e chegou a entrar no apartamento, acompanhado do oficial, após a retirada da vítima (assista abaixo). O local ainda não havia sido periciado.
Depoimentos indicam ainda que o coronel tomou banho e trocou de roupa antes de deixar o imóvel, comportamento que também passou a ser analisado no curso das investigações.
Conclusão da perícia
Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.
Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar.
O caso segue sob investigação do 8º DP, que ainda reúne novos elementos periciais e depoimentos para esclarecer completamente as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.
Fonte: Metrópoles
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