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Operação Sorriso realiza cirurgias gratuitas para pacientes com fissuras labiopalatinas a partir deste sábado
Porto Velho receberá, a partir deste sábado (29)e até a segunda-feira (2) de novembro e 2 de dezembro, o 11º programa cirúrgico da Operação Sorriso, ONG médica voluntária que transforma vidas por meio de cirurgias gratuitas. Além de realizar cirurgias gratuitas que beneficiarão cerca de 25 pacientes com fissuras labiopalatinas, a iniciativa trará um robusto programa de aceleração da educação, que irá fortalecer o atendimento de saúde em Rondônia.
Mais de 40 profissionais de saúde, de 10 especialidades diferentes, participarão de um treinamento intensivo e especializado, focado no atendimento multidisciplinar de pacientes com fissura labiopalatina. A ação está voltada para equipes do Núcleo de Fissurados de Rondônia (NUFIS), do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro e do Hospital Infantil Cosme e Damião. Esta capacitação busca não apenas melhorar o atendimento imediato, mas também formar uma rede de profissionais altamente qualificados que atuarão diretamente para elevar o padrão da saúde pública em Rondônia.
Legado
O programa educativo é uma peça fundamental para o desenvolvimento de habilidades em áreas como Cirurgia Plástica, Anestesia, Enfermagem, Fonoaudiologia, Odontologia, Psicologia, Pediatria, Genética, Histórias Clínicas (montagem do prontuário médico) e PIT (Imagem Técnica do Paciente). Esses treinamentos não apenas preparam os profissionais para oferecer um atendimento mais humanizado e eficiente, mas também garantem que Rondônia avance no tratamento especializado, tornando-se referência no cuidado integral de pacientes com fissuras labiopalatinas.
“Nosso objetivo não é apenas transformar vidas por meio das cirurgias, mas também fortalecer a rede local de saúde, capacitando os profissionais para que possam atender, com excelência, às demandas dos pacientes da região”, destaca Felipe Leão, coordenador do Núcleo de Fissurados de Rondônia.
Essa é a segunda vez que o programa de aceleração da educação é implementado no estado, consolidando-se como um legado para a saúde pública local. A expectativa é que a capacitação impacte diretamente a qualidade de vida de centenas de famílias atendidas pelo NUFIS, atualmente referência estadual para o tratamento multidisciplinar dessas condições.
Ações gratuitas e transformação social
Além da capacitação, a Operação Sorriso realizará triagens, no dia 29 de novembro, no Centro Universitário São Lucas/Afya, e cirurgias, entre 30 de novembro e 1º de dezembro, no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro. Desde 2014, a organização já atendeu mais de 800 famílias em Porto Velho, com 466 cirurgias realizadas gratuitamente.
Serviço
Seleção de Pacientes
Dia 29 de novembro de 2024
Centro Universitário São Lucas/Afya – Rua Alexandre Guimarães, 1927
Bairro Areal – Porto Velho
Internação de Pacientes
Dias: 29 e 30 de novembro de 2024
Hospital Infantil Cosme e Damião – Rua Benedito de Souza Brito, 4045
Bairro Industrial – Porto Velho – RO
Cirurgias
Dias: 30 de novembro e 1 dezembro de 2024
Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro – Av. Gov. Jorge Teixeira, 3766
Industrial, Porto Velho – RO
Para dúvidas e informações
NUFIS – Núcleo de Fissurados de Rondônia
Av. Gov. Jorge Teixeira, 3766 – Industrial, Porto Velho – RO
(Ao lado do banco de leite humano)
WhatsApp (69) 99341-5950 (para pacientes)
Coordenador Felipe Leão (69) 99263-6174 (para imprensa)
Sobre a Operação Sorriso
Com mais de 6.000 cirurgias gratuitas realizadas no Brasil desde 1997, a Operação Sorriso é uma das maiores organizações médicas voluntárias do mundo. O foco está em capacitar profissionais e garantir acesso ao tratamento em regiões carentes, como o Norte e Nordeste. Saiba mais em operacaosorriso.org.br.
Sobre o Núcleo de Fissurados de Rondônia
O NUFIS é uma unidade de referência para o tratamento multidisciplinar de portadores de fissuras labiopalatais, com objetivo de acolher e reabilitar esses pacientes no âmbito estadual. Atualmente, a equipe abrange diversas especialidades multiprofissionais. Esta unidade é a única do estado capacitada para o tratamento e reabilitação da fissura labiopalatina, abrangendo desde o atendimento neonatal até a vida adulta. O NUFIS, serviço criado em 2018, atende mais de 700 famílias e já realizou mais de 177 cirurgias realizadas no Hospital de Base.
Como você pode ajudar
Quem quiser contribuir, pode fazer doações financeiras pelo site www.operacaosorriso.org.br
Também é possível doar por meio de PIX ou de depósito direto em conta para:
Associação Operação Sorriso do Brasil
Banco Itaú – 341 / Ag: 8729 / C/C: 23082-4
Chave PIX CNPJ: 08.691.563/001-85 (Pedimos a gentileza de comunicar a realização do depósito por meio do endereço contato@operationsmile.org)
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Menina atacada por mais de 100 abelhas recebe alta após uma semana internada
Safira Emanuele Gomes dos Santos Rosa, de 12 anos, recebeu alta do hospital nesta segunda-feira (21), uma semana após ser atacada por um enxame de abelhas em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). A menina sofreu mais de 100 picadas e precisou ficar internada no CTI pediátrico.
A alta foi confirmada durante uma entrada ao vivo da RecordTV Minas. Safira deixou o hospital com a mochila nas costas e continuará a recuperação em casa.
No sábado (19), a menina apareceu pela primeira vez em vídeo e tranquilizou quem acompanhava sua recuperação. “Tô muito bem. Muito obrigada pelas mensagens positivas e pelo carinho”, afirmou.
Relembre o ataque
O ataque aconteceu na segunda-feira (14), quando uma colmeia caiu de uma árvore próximo a uma escola no bairro Jardim Montreal. O avô e a irmã mais nova de Safira também foram atingidos.
A menina foi socorrida pelo motoboy Vinícius Martins de Paulo, conhecido como Vinny. Ele entrou no meio do enxame para ajudá-la e usou um desodorante para afastar as abelhas. Durante o resgate, também levou cerca de 40 ferroadas.
Safira foi inicialmente levada para uma UPA e depois transferida para um hospital em Contagem. As picadas atingiram principalmente o rosto, a cabeça e o pescoço, além da boca e da língua.
Na sexta-feira (18), os exames apresentaram melhora e os médicos informaram que ela não corria mais risco de desenvolver arritmia cardíaca ou insuficiência renal. Depois disso, deixou o CTI e passou para uma sala de observação.
Fonte: D24am
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Alunos voltam às aulas presenciais em Gaza depois de três anos
Milhares de crianças em Gaza voltaram às aulas presenciais no sábado (20) pela primeira vez em quase três anos. Os estudantes acomodam-se em prédios escolares danificados ou improvisados e em tendas.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirma que 98% das escolas em Gaza foram destruídas ou danificadas durante a guerra. Autoridades educacionais de Gaza indicam que cerca de 660 mil alunos foram privados do ensino presencial e da participação regular na educação.
A reabertura é um marco frágil para Gaza após um conflito que matou cerca de 22 mil alunos e mais de 770 profissionais da educação, incluindo 532 professores, segundo Ibrahim Ramadan, diretor de Educação de Khan Younis Oriental.
“A última vez que fui à escola foi há três anos. Agora, estamos começando o ano letivo; é um ano de alegria, felicidade e sucesso”, disse Moayed Abu Mustafa, em Khan Younis.
Mustafa disse que está determinado a aprender, mesmo que tenha que se sentar no chão de uma barraca sem ventilação, não tenha sapatos decentes, nem caderno e caneta, e tenha perdido amigos durante a guerra.
“Apesar de tudo isso, vamos aprender, vamos aprender mesmo que seja em uma barraca.”
Samar Abu Salmi, aluna deslocada de 15 anos que mora com a família em uma barraca, também está voltando às aulas.
“Estudávamos nos celulares e não víamos nossos professores. Agora, estamos de volta, perseguindo nosso sonho, de uma barraca para outra”, disse ela, falando no pátio de sua nova escola improvisada.
Ela também não tem grande parte do material escolar essencial, que se tornou inacessível para sua família.
“Antes da guerra, tudo estava ao nosso alcance – cadernos, canetas, produtos, roupas, passeios, coisas que podíamos comprar por um preço baixo”, disse Salmi.
Colchões e um quadro
Apesar da devastação no enclave, o Ministério da Educação, com o apoio de organizações internacionais e locais, deu continuidade ao ano letivo de 2026-2027, criando dezenas de escolas temporárias feitas de barracas, lonas, chapas de metal e madeira para acomodar os alunos.
Algumas foram construídas em solo arenoso; outras têm salas de aula com apenas alguns colchões e um quadro, nas quais os alunos se amontoam. Outras ainda abrigam dezenas de famílias deslocadas.
Em outra escola estava Yamen Abu Samra, de 14 anos. “Costumávamos acordar felizes para ir à escola. Agora, quando chegamos à escola, temos medo de balas perdidas, foguetes, ataques, tudo”, disse ele.
“Agora, estou sentado em uma barraca que não tem absolutamente nada, apenas o sol e o calor”, acrescentou.
Estima-se que pelo menos 540 mil alunos frequentem aulas presenciais este ano em escolas particulares improvisadas, centros de aprendizagem temporários e pontos educacionais, com o apoio do Unicef, segundo autoridades da área de educação.
O ensino a distância continuará para aqueles que não podem frequentar as aulas ou que deixaram Gaza durante a guerra.
As forças israelenses continuam controlando mais de 60% de Gaza, apesar do cessar-fogo do ano passado, que interrompeu os principais combates, mas não conseguiu pôr fim ao conflito.
As autoridades palestinas afirmam que mais de 73 mil pessoas foram mortas no ataque de Israel a Gaza, lançado depois que combatentes liderados pelo Hamas mataram cerca de 1,2 mil pessoas no sul de Israel em outubro de 2023.
O comerciante de artigos de papelaria Khaled Aliyan, de 30 anos, disse que as restrições de importação impostas por Israel reduziram o abastecimento e elevaram os preços.
“Este caderno, que costumava custar 3 shekels [US$1], agora custa 15 [shekels]. Todos os artigos de papelaria estão caros”, disse ele.
A agência militar israelense Cogat, que controla o acesso a Gaza, não respondeu a um pedido da Reuters por comentários sobre as restrições ao abastecimento e os ataques a escolas. Israel acusou repetidamente o Hamas de usar escolas para fins militares, o que o Hamas nega.
Fonte: Agência Brasil
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TST suspende julgamento de dissídio da greve dos Correios
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu nesta segunda-feira (21) o julgamento do dissídio coletivo da greve dos Correios. A análise do caso será retomada na próxima quinta-feira (24), às 15h30.

Os ministros acataram questão de ordem formulada pelo ministro Vieira de Mello Filho, presidente do TST, para que os sindicatos que representam os trabalhadores possam se manifestar, no prazo de 48 horas, sobre novos documentos que pedem o reconhecimento da abusividade da greve.
“Os documentos foram juntados na sexta à noite e no sábado. Não houve controvérsia sobre os documentos. Nós estaríamos em desapreço ao devido processo legal, porque estaríamos fundamentando uma decisão em documentos não examinados pela parte contrária”, justificou.
O movimento grevista teve início na última quinta-feira (10). Segundo a Federação dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos e das Empresas de Comunicações (Findect), a deflagração ocorreu após as negociações da campanha salarial deste ano terminarem sem acordo.
Na semana passada, o TST determinou a manutenção de 80% do efetivo de trabalhadores dos Correios durante a greve da categoria. O presidente entendeu que o serviço prestado pelos Correios é essencial e que a greve pode impactar nas eleições.
Após a deflagração da greve, a estatal informou que acionou um plano de continuidade de negócios para garantir as entregas.
Fonte: Agência Brasil
