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Hospital de Retaguarda realizou mais de 2.600 cirurgias e cerca 3 mil procedimentos laboratoriais em menos de um ano

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O governo de Rondônia registrou de janeiro a setembro de 2024, 2.657 cirurgias ortopédicas e 3.088 procedimentos laboratoriais realizados no Hospital de Retaguarda de Rondônia (HR), em Porto Velho. A unidade, especializada em atendimentos de pacientes de baixa e média complexidade na Rede Estadual de Saúde, conta com 103 leitos de enfermaria adulta, 2 salas de estabilização, centro cirúrgico, núcleo de radiologia e uma equipe multiprofissional com 302 servidores.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a maior parte dos pacientes chega ao hospital, em sua maioria, vem do Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II, em muitos casos, por conta de acidentes de trânsito ou casos de violência. Dentre os meses de janeiro a setembro, abril foi o mês em que a unidade hospitalar realizou mais cirurgias ortopédicas e atendimentos laboratoriais, chegando a 339 cirurgias e 397 procedimentos.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou os avanços alcançados que proporcionaram alívio e recuperação para centenas de pessoas que necessitavam de cuidados especializados. “Os resultados demonstram o empenho da gestão estadual com a saúde pública, bem como, os investimentos em estrutura hospitalar moderna, bem equipada e com profissionais capacitados. Através das ações, conseguimos diminuir filas de espera, aumentar a oferta de procedimentos e, essencialmente, salvar vidas.”

Para o diretor-geral do Hospital de Retaguarda de Rondônia, Flori Menezes da Silva, as intervenções são fundamentais  para atender à alta demanda de pacientes, principalmente vítimas de acidentes de trânsito que são frequentemente admitidas no Hospital João Paulo II com necessidades urgentes de tratamento ortopédico. ”Continuaremos trabalhando para reduzir o tempo de espera por esses procedimentos e, assim, contribuir para uma recuperação mais rápida dos pacientes”, salientou.

O secretário da Sesau, Jefferson Rocha, destacou o trabalho desenvolvido pela equipe médica, profissionais de enfermagem, e toda a infraestrutura realizada nas unidades hospitalares do estado. “Assim, conseguimos garantir o atendimento e um processo cirúrgico eficiente aos pacientes. Continuamos executando nosso trabalho e juntamente aos incentivos do governo no tocante ao melhoramento dos projetos funcionais para atender os rondonienses.”

Fonte: Secom

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Decreto de Emergência garante trabalho preventivo em áreas ribeirinhas

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De acordo com o superintendente da Defesa Civil, Dr. Marcos Berti, o decreto de situação de emergência permite maior agilidade na busca por recursos, com mais flexibilidade administrativa, além de acelerar os processos de compras e logística. A medida também garante a integração de todas as secretarias do Poder Executivo nas ações preventivas.

O superintendente fez questão de tranquilizar a população diante de preocupações relacionadas ao decreto. Segundo ele, não há registro de famílias desabrigadas nem em situação de risco por conta da elevação do nível do rio Madeira, que já chegou a 15,30 metros e, nesta quinta-feira (30), marcou 15,04 metros.

“Quando atingimos os 15 metros, foi decretada a emergência para que possamos dar respostas rápidas às comunidades. Isso não significa que está tudo alagado, mas sim que não podemos esperar a situação se agravar para agir. Estamos nos antecipando”.

O trabalho da Defesa Civil ocorre em regime de plantão preventivo, com atendimento 24 horas por dia, contemplando tanto comunidades ribeirinhas quanto a população da área urbana.

Atento às ações em andamento, o prefeito Léo Moraes destacou que, após reestruturações, a Defesa Civil Municipal passou a atuar de forma mais eficiente e independente, tornando-se a principal porta de apoio às comunidades em situação de emergência ou vulnerabilidade.

“Hoje temos uma Defesa Civil estruturada, independente e preparada para atender nossa população. Não há motivo para alarde, mas o decreto fortalece o trabalho preventivo e assegura a presença constante do poder público junto às comunidades”.

Estão incluídas no decreto as comunidades de Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco, Bom Jardim, Ramal da Alegria, Mutuns, Ramal São Miguel (Gleba Cuniã), Niterói, Maravilha I e II, Terra Firme, Ilha Nova, Ressaca, Conceição da Galera, Bom Fim, Santa Catarina, Pombal, Firmeza, Papagaios, Ilha de Assunção, Tira Fogo, São José da Praia, Boa Vitória, Lago do Cuniã e Fortaleza do Abunã.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Suspeita de matar idosa é presa após ataque em residência

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Uma mulher foi presa em flagrante pela Polícia Civil nesta quinta-feira (30), suspeita de envolvimento na morte de uma idosa no bairro Jardim Primavera, em Vilhena.

Segundo as informações apuradas, a suspeita, identificada pelas iniciais S. F. M., teria invadido uma residência e atacado duas pessoas utilizando um objeto contundente e uma arma branca. Durante a ação, uma das vítimas, uma idosa de 64 anos, foi socorrida e levada ao Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco após dar entrada na unidade.

A outra pessoa agredida também recebeu atendimento médico. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o estado de saúde dela.

Após o crime, a mulher fugiu, o que mobilizou equipes policiais em buscas pela região. Ela acabou sendo localizada pouco tempo depois, escondida em um imóvel no bairro Ipê, onde foi presa.

A suspeita foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, onde permanece à disposição da Justiça. As circunstâncias e a motivação do crime ainda estão sendo investigadas, e novos detalhes não foram divulgados para não prejudicar o andamento do caso.

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Pedágio eletrônico: entenda as regras para regularização de multas

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Com a suspensão de 3,4 milhões de multas de pedágio eletrônico pelo Governo Federal quem foi afetado pode regularizar sua situação, mas a situação não é automática e exige ação direta de quem foi multado.

Como em qualquer processo de regularização é importante ter registro de comprovantes de pagamento e checar a situação de sua Carteira Nacional de Habilitação após os passos. Outro ponto importante é o prazo: a suspensão é válida por 200 dias, até 16 de novembro. Após essa data quem não regularizar sua situação poderá ser autuado novamente.

Atente também para o fato de que cada autuação por evasão deve ser tratada de forma independente. Embora algumas concessionárias permitam agrupar o pagamento de cobranças em trechos e mesmo em dias diferentes as multas não obedecem a mesma lógica e pendências diferentes podem gerar autuações distintas. Também é importante não deixar passar o prazo de quitação, que é 30 dias após passar o trecho que tem a cobrança eletrônica.

O primeiro passo é o de regularizar a sua situação. Se ainda não o fez, pague os pedágios. Os sites das concessionárias são uma das opções mais acessíveis, mas quem tiver dificuldade pode procurar cabines de cobrança. As concessionárias são obrigadas a dar alternativas de pagamento, inclusive presenciais, conforme a Resolução ANTT Nº 6.079, de 26 de março deste ano. 

Em seguida você deve procurar o órgão responsável pela multa. Em estradas federais a referência é a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Para estradas estaduais a referência são os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). Você deverá recorrer da multa.

Se você não pagou a multa deve esperar a baixa dos pontos no sistema. O aplicativo CNH Digital é uma boa referência para acompanhar se a pontuação foi retirada da sua carteira.

Caso já tenha pago a multa você tem direito a pedir o valor de volta. Esse pedido ocorre dependendo novamente do órgão que emitiu a multa. Para estradas federais é possível pedir o reembolso pelo portal Gov.br. Nos estaduais é importante procurar a referência nos sites, podendo ser via Detran ou Secretaria da Fazenda). Lembrando que ele não é automático, a correção e devolução depende da iniciativa de quem foi multado. 

Um fator importante para a devolução é comprovar que você pagou a multa. Vale comprovante bancário, guia quitada, mas tem de ser um documento bancário oficial e precisará ser enviado, normalmente digitalizado. Também é possível enviar cópias físicas, em agências dos correios ou postos presenciais de atendimento das secretarias ou Detrans, mas será necessário se informar de prazos e exigências dos órgãos.

Após o pedido é importante acompanhar os processos. Guarde protocolos e consulte-os regularmente. Não há um prazo estabelecido para a resposta dos órgãos, que podem pedir documentos adicionais ou mesmo novo envio, caso faltem dados importantes ou haja problema para identificar os dados nos comprovantes. 

Fonte: Agência Brasil

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