Polícia
BPTAR: Traficante é preso com vários porções de drogas no Beco Caramelo em Porto Velho
Um traficante foi preso na noite desta terça-feira (23), ao ser flagrado com mais de 100 porções de drogas no beco Caramelo, bairro Costa e Silva, zona Norte de Porto Velho.
Segundo o boletim de ocorrência, policiais do BPTAR estavam em patrulhamento quando avistaram o suspeito tentando correr pelo beco. De imediato o homem foi abordado e com ele foi encontrado um pacote com mais de 100 porções entre cocaína, maconha e crack.
O traficante foi preso e encaminhado para a Central de Flagrantes.


Polícia
Polícia descobre plantação com 40 mil pés de maconha em fazenda
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apreendeu, na manhã desta quinta-feira (20/8), cerca de 40 mil pés de maconha em uma área rural de Cachoeira do Pajeú, no Vale do Jequitinhonha. Um homem de 57 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas.
Além da plantação, os policiais encontraram uma grande quantidade de maconha já colhida e armazenada em sacos. Imagens divulgadas pela polícia mostram a dimensão do cultivo de Cannabis sativa localizado na propriedade.
A operação foi desencadeada a partir do compartilhamento de informações da Polícia Federal em Juazeiro (BA) com a Delegacia de Polícia Civil em Araçuaí (MG). Após levantamentos, equipes da Delegacia Regional de Pedra Azul, com apoio de policiais de Araçuaí, Medina, Itaobim e Padre Paraíso, localizaram o plantio.
Segundo a PCMG, a área vinha sendo monitorada pela Delegacia de Pedra Azul havia pouco mais de um mês. As investigações apontaram a existência de estruturas utilizadas para o cultivo da planta em larga escala, principalmente em áreas rurais.
Quinto plantio localizado
De acordo com a Polícia Civil, este é o quinto plantio de maconha localizado pelas forças de segurança durante as investigações. Anteriormente, foram encontradas áreas de cultivo em Virgem da Lapa, Grão Mogol, Porteirinha e Unaí.
As investigações continuam com o objetivo de identificar outros envolvidos na produção e na manutenção dos cultivos. A operação ainda está em andamento.

Fonte: Metrópoles
Polícia
MP denuncia mulher acusada de atropelar e matar idoso dentro de casa
O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) denunciou, pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado, a mulher que, segundo a acusação, invadiu com um veículo a residência de um idoso, atropelando e matando a vítima em Porto Velho. Na mesma ocasião, a acusada teria tentado atingir outros dois moradores da casa, que conseguiram escapar do ataque. As denúncias foram recebidas pelo Poder Judiciário.
De acordo com informações contidas na denúncia, em 1º de julho deste ano, após discussões com vizinhos, a ré acelerou seu carro, um veículo Jeep, contra a residência de um idoso de 68 anos, em uma área central da capital. As lesões causadas pelo atropelamento causaram a morte da vítima.
Conforme narra o MPRO, a acusada discutia com moradores após ter colidido o carro no portão do residencial em que morava, um prédio vizinho ao imóvel do idoso, momento em que ele se aproximou e fez uma breve intervenção, proferindo a expressão “vixe”.
De acordo com a denúncia, na sequência, a ré se dirigiu à casa da vítima, onde fez ameaças, tendo sido retirada do local por um vizinho. Ao retornar, posicionou o carro em frente à residência e, mesmo após pedidos de desculpas dos moradores e da vítima, fez o ataque.
O Ministério Público sustenta que, na mesma ocasião, a acusada, ainda conduzindo o veículo, tentou matar outros dois moradores da residência, familiares da vítima, que conseguiram se desvencilhar do ataque no último instante.
Diante dos fatos, o MP, por meio da 41ª Promotoria de Justiça de Porto Velho, denunciou a acusada pelos crimes de homicídio qualificado, por motivo fútil e com emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e, ainda, por duas tentativas de homicídio qualificado. Na denúncia, o MP também considera a idade de uma das vítimas, que tinha 68 anos.
O recebimento da denúncia dá início à ação penal e permite que o caso siga para as próximas etapas do processo. A acusada ainda será julgada, e a responsabilidade criminal será definida pela Justiça.
Fonte: MPRO
Polícia
Mulher que fingia ter 12 anos é condenada a 1 ano de prisão
Amanda Maria Souza de Oliveira, de 38 anos, foi condenada, nesta quinta-feira (20/8), por estelionato e falsa identidade após fingir ter 12 anos e enganar uma família de Joinville, em Santa Catarina. A sentença foi proferida após a audiência de instrução realizada na quarta-feira (19/8).
A pena é de 1 ano, 6 meses e 10 dias de reclusão e 4 meses e 18 dias de detenção, em regime inicial semiaberto. A sentença manteve a prisão preventiva e não concedeu à condenada o direito de recorrer em liberdade.
A defesa havia pedido a revogação da prisão durante a audiência realizada nessa quarta-feira (19/8). O Ministério Público se manifestou contra a solicitação. Na ocasião, o juiz decidiu analisar o pedido de liberdade junto com a sentença.
Segundo a sentença, a mulher criou uma identidade fictícia e permaneceu por cerca de 14 meses com a família. Durante esse período, foi tratada como filha e recebeu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados.
Conforme a decisão, ela inicialmente teria se apresentado como adulta e, posteriormente, passou a afirmar que tinha 12 anos. Para conquistar a confiança da família, relatou situações de vulnerabilidade, incluindo supostos abusos, problemas de saúde e abandono familiar.
Os advogados Sarita Henrique de Paiva e Lúcio Sousa haviam pedido a absolvição da acusada durante as alegações finais. A reportagem entrou em contato com a defesa, mas não havia obtido retorno até a última atualização. O espaço segue aberto para manifestações.
Como a fraude foi descoberta
De acordo com os autos, a identidade criada pela mulher foi mantida durante todo o período de convivência. Ela teria adotado comportamentos compatíveis com a condição de criança ou adolescente e apresentado explicações para afastar dúvidas sobre sua verdadeira idade.
A fraude foi descoberta após familiares levantarem suspeitas sobre a história contada por ela. A investigação reuniu documentos, depoimentos das vítimas e testemunhas e um laudo pericial feito a partir de um celular apreendido. A sentença também considerou a própria admissão da ré de que utilizava nome e idade falsos.
Para o juízo, as provas demonstraram que a mulher agiu de forma consciente para manter a família em erro e obter benefícios materiais a partir da identidade fictícia.
Família ofereceu moradia e cuidados
Segundo a decisão, a falsa identidade permitiu que a mulher tivesse a subsistência custeada integralmente pela família durante os cerca de 14 meses em que viveu na residência.
O juízo também considerou os impactos emocionais e familiares provocados pela situação, principalmente pelo vínculo construído entre a ré e as vítimas ao longo de mais de um ano.
A mulher está presa preventivamente desde 2 de junho. Durante a audiência, a defesa pediu a revogação da prisão, mas o Ministério Público se manifestou contra. O pedido acabou analisado junto com a sentença.
Relembre o caso
A prisão ocorreu em 2 de junho, na casa de uma família que havia acolhido Amanda por cerca de 14 meses. Conforme a investigação, ela teria se apresentado inicialmente como Gabriele, afirmando ter 18 anos e experiência na área de panificação.
A aproximação com os moradores teria sido intermediada por um pastor de uma igreja local. Com o passar do tempo, Amanda passou a relatar problemas de saúde e dificuldades financeiras.
Depois de ganhar a confiança da família, segundo a investigação, ela mudou a versão e afirmou ter 11 anos. Também teria dito que havia sido vítima de abusos. Os moradores passaram a tratá-la como filha e permitiram que ela vivesse na residência.
Durante o período em que ficou com a família, Amanda participou de uma comemoração de aniversário em que teria sido apresentada como uma menina de 12 anos. Ela também recebeu apoio para realizar um tratamento de emagrecimento com Mounjaro.
Ainda de acordo com a investigação, Amanda recusava as tentativas da família de matriculá-la em uma escola.
As suspeitas começaram no fim de maio, quando uma tia dos moradores fez pesquisas na internet e encontrou reportagens sobre casos semelhantes atribuídos à mulher em outras cidades.
A família procurou as autoridades após descobrir a situação. Segundo a polícia, em depoimento, Amanda teria admitido a aplicação de golpes semelhantes em outras localidades, incluindo Curitiba, Nova Iguaçu e municípios de Minas Gerais, Goiás e Ceará.
Fonte: Metrópoles
