Polícia
URGENTE: Mais um homem é executado a tiros no Cai N’água em Porto Velho
Mais um homicídio foi registrado na mesma região nesta quinta-feira (08), em Porto Velho. Desta vez, um homem foi morto a tiros na Rua João Alfredo, no centro da capital.
De acordo com informações preliminares, dois homens em uma moto se aproximaram da vítima e efetuaram vários disparos de arma de fogo contra a vítima. Em seguida, fugiram.
Uma equipe do Samu foi acionada e constatou o óbito do homem. A área foi isolada para os trabalhos periciais.
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Matéria em atualização.
Polícia
PM apreende grande quantidade de drogas e prende suspeito em casa abandonada
Uma ação da Polícia Militar de Rondônia (PMRO), realizada na madrugada desta quinta-feira (9), resultou na apreensão de uma grande quantidade de drogas, uma prensa hidráulica e uma motocicleta em uma residência abandonada no bairro Planalto, na zona Leste de Porto Velho.
Segundo informações da ocorrência, equipes do 5º Batalhão realizavam patrulhamento pela Rua Sputnik, por volta da 1h, quando perceberam uma motocicleta estacionada em frente a um imóvel. No quintal da residência, dois homens queimavam lixo, atitude que despertou a atenção dos policiais.
Durante a aproximação da equipe, um dos suspeitos fugiu pelos fundos da casa, mas foi localizado e abordado na Rua Ernandes Índio, após atravessar um terreno baldio. O outro homem que estava no local não foi conduzido.
Na sequência, os militares fizeram uma vistoria no imóvel e constataram que a residência estava abandonada e, conforme apontam as investigações iniciais, era utilizada como depósito e local para armazenamento e prensagem de entorpecentes.
No interior da casa, os policiais encontraram uma caixa de isopor contendo nove tabletes de substância semelhante à maconha, um tablete de substância análoga à cocaína, uma porção de maconha, diversas porções da droga já fracionadas para comercialização, além de uma prensa hidráulica da marca Rio Sul Tools. Uma motocicleta que estava em frente ao imóvel também foi apreendida.
Ainda conforme o boletim policial, o suspeito declarou fazer parte de uma organização criminosa. Após receber voz de prisão e ser informado sobre seus direitos, ele foi encaminhado à Central de Flagrantes.
Durante a apresentação da ocorrência, dois advogados compareceram à unidade policial para acompanhar o conduzido. Na presença da defesa, o suspeito confirmou que um pacote de cor amarela apreendido pelos policiais continha cocaína.
Todo o material recolhido durante a operação foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde permaneceu à disposição da autoridade policial para a continuidade das investigações e adoção das medidas legais cabíveis.


Polícia
PF desarticula suposto esquema milionário de corrupção e “rachadinha” em Rondônia
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (9/7), a Operação Reduto, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), para apurar a suposta prática dos crimes de fraude a licitações, peculato, lavagem de capitais e associação criminosa.
São cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, sendo 9 em Ariquemes/RO, 8 em Porto Velho/RO e 2 em Manaus/AM, além de 2 mandados de prisão preventiva, ambos em Ariquemes/RO, expedidos pelo Tribunal de Justiça de Rondônia.
A decisão judicial também determinou o afastamento de 11 servidores públicos e o bloqueio de bens, ativos financeiros e criptoativos até o limite de R$ 9 milhões.

As apurações tiveram início em 2024, a partir de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) encaminhados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), que apontaram movimentações financeiras suspeitas envolvendo uma empresa sediada em Manaus/AM que mantinha contratos públicos em Rondônia.
Com o aprofundamento das diligências, delineou-se a possível existência de uma associação criminosa estruturada em duas frentes: uma voltada à fraude em licitações e ao direcionamento de contratos públicos no município de Ariquemes/RO; e outra dedicada ao desvio de recursos públicos por meio de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia, em prática popularmente conhecida como “rachadinha”.
Segundo as investigações, foram identificadas movimentações financeiras superiores a R$ 9 milhões incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados. As medidas cumpridas nesta fase têm por objetivo reunir novos elementos para o aprofundamento das apurações.


Fonte: Polícia Federal
Polícia
Rope jump: Dois instrutores presos por morte de jovem são soltos pela Justiça
A Justiça de São Paulo mandou soltar dois instrutores presos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump no interior de São Paulo no última dia 13 de junho. João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins estavam presos desde o dia 20 e deixaram a cadeia na tarde desta quarta-feira (8/7), depois de terem o pedido de prisão revogado.
Apontado inicialmente como o responsável por retirar a câmera que Maria Eduarda portava no momento da queda, João Antonio Pivetta foi preso uma semana depois do queda. Durante as investigações, no entanto, a Polícia Civil de São Paulo decidiu não indiciá-lo pelos crimes de homicídio doloso (intencional) e fraude processual.
A partir do depoimento de testemunhas, os investigadores concluíram que o autor do sumiço da câmera GoPro teria cabelos escuros, enquanto Pivetta tem fios tingidos de loiro. O relatório ainda aponta que a função exercida pelo instrutor consistia unicamente na retirada do mosquetão dos participantes após a realização dos saltos, na parte inferior da ponte, e, no momento dos fatos, encontrava-se realizando atendimento a um participante que havia saltado anteriormente à vítima, “o que inviabilizou a visualização direta do instante da queda e afasta a participação direta ou qualquer contribuição causal relevante para o resultado”, diz o documento.
Já em relação a Gabriel Barros Martins, que havia sido preso por suspeita de fugir do local após a queda de Maria Eduarda, a Polícia Civil entendeu que os elementos probatórios reunidos até então não permitem caracterizar participação relevante na morte da jovem.
“Embora persistam dúvidas quanto à exata extensão de sua participação operacional, especialmente diante das divergências existentes acerca de sua vinculação ao sistema de debreagem relacionado ao salto da vítima, tais elementos ainda não ultrapassam o campo das conjecturas, revelando-se insuficientes para o indiciamento”, revela o relatório policial.
Rope Jump: MPSP denuncia quatro presos por homicídio com dolo eventual
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou, nessa terça-feira (7/7), os quatro presos acusados pela morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que foi arremessada, sem corda, de uma ponte durante a prática de rope jump.
Maicon Fernandes Cintra, Luis Felipe Feliciano Egoroff e Vitor de Freitas Gonçalves poderão responder por homicídio com dolo eventual (quando assume o risco de matar), qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Evelyne dos Santos Gonçalves também foi denunciada pela prática do mesmo crime, mas com o acréscimo de omissão imprópria e fraude processual, já que tentou eliminar provas relevantes para a investigação.
Na denúncia, o Ministério Público sustenta que os responsáveis pela execução do salto tinham pleno conhecimento dos riscos da atividade, mas deixaram de adotar cautelas necessárias, como a conferência da conexão da corda de segurança e a realização da dupla checagem dos equipamentos.
O documento também aponta que o grupo atuava sem definição clara de funções, explorava comercialmente a atividade sem atender às exigências legais e priorizava interesses econômicos e a divulgação dos saltos nas redes sociais em detrimento da segurança dos participantes.
Em relação à organizadora do evento, o MP afirma que ela tinha o dever de garantir a adoção de padrões mínimos de segurança e interromper a atividade diante de condições inadequadas, mas deixou de fazê-lo mesmo após tomar conhecimento de falha operacional semelhante ocorrida anteriormente.
A denúncia também atribui a ela a prática de fraude processual por determinar a localização da câmera GoPro utilizada pela vítima e a exclusão do conteúdo nela encontrado, com o objetivo de dificultar a elucidação dos fatos. O equipamento permanece desaparecido.
Morte em salto de rope jump
- Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após cair de uma altura de cerca de 27 metros durante prática conhecida como rope jump.
- Vídeos mostram três instrutores levantando a vítima e, em seguida, a jogando da Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo.
- Praticantes da modalidade perceberam que a jovem estava sem cordas. A queda assustou os presentes.
- Um amigo da jovem que perdeu a vida na queda ficou em estado de choque ao presenciar o ocorrido e precisou ser socorrido.
- Três instrutores — Maicon Fernandes Cintra, Luís Felipe Feliciano Egoroff e Vitor de Freitas Gonçalves —, que aparecem nos vídeos, foram presos por homicídio com dolo eventual (quando há risco de matar, mesmo que sem intenção).
- A Justiça decidiu que os três permaneceriam presos. A prisão em flagrante foi convertida para preventiva.
- No dia 20 de junho, mais três pessoas — Evelyne dos Santos Gonçalves, João Antônio Pivetta da Silva e Gabriel Barros Martins —, integrantes da organização do evento, também foram presas temporariamente.
- Ao oferecer denúncia, o MPSP requereu a manutenção da prisão preventiva de Maicon Fernandes Cintra, Luís Felipe Feliciano Egoroff e Vitor de Freitas Gonçalves. A Promotoria também postulou pela conversão da prisão temporária de Evelyne dos Santos Gonçalves em preventiva.
Fonte: Metrópoles
