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Polícia

Homem é alvo de tentativa de homicídio na zona leste da capital

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Um homem, de 41 anos, identificado como Raimundo Nonato, foi alvo de tentativa de homicídio a tiros neste domingo (04). O crime aconteceu na Rua Mineiros, bairro Jardim Santana, zona Leste da capital de Rondônia.

De acordo com informações, o homem foi atacado por um homem que chegou de moto e atirou contra ele. Raimundo foi atingido na perna e caiu ao chão perdendo bastante sangue.

Policiais militares, juntamente com uma equipe do serviço de atendimento móvel de urgência foram acionados por populares que encontraram Raimundo. Após os primeiros atendimentos a vítima foi encaminhada ao hospital João Paulo II, devido a gravidade dos ferimentos.

Aos policiais, testemunhas relataram que ouviram o barulho dos tiros, mas não conseguiram ver o atirador. A PM fez diligências, mas suspeito não foi encontrado.

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Polícia

Homem é encontrado morto em calçada na zona Leste

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Um homem conhecido informalmente pelo apelido de Cláudio, com aproximadamente 50 anos, foi encontrado morto na calçada da Rua Renato Peres, entre as ruas Rio de Janeiro e Alexandre Guimarães, no bairro Agenor de Carvalho, em Porto Velho.

De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, o amigo que estava com a vítima relatou que os dois estavam consumindo bebidas alcoólicas havia cerca de dois dias. Ainda segundo o relato, durante a manhã, Cláudio teria reclamado de fortes dores no peito, mas continuou ingerindo bebida alcoólica mesmo após apresentar os sintomas.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou uma equipe ao endereço. No local, os socorristas encontraram o homem já sem sinais vitais e constataram o óbito.

A Polícia Militar também esteve na área para realizar os procedimentos iniciais e preservar o local até a chegada dos responsáveis pela remoção do corpo.

Após os procedimentos, o corpo deverá ser levado pelo serviço funerário oficial, conhecido como rabecão, para os exames e demais procedimentos legais.

A causa da morte ainda não foi oficialmente divulgada. As circunstâncias do óbito deverão ser apuradas pelas autoridades, e os exames médico-legais deverão apontar o que provocou a morte.

O caso foi registrado e seguirá os procedimentos legais para investigação.

Matéria em atualização

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Polícia

Chico Buarque é alvo de ameaça de morte e aciona a Polícia Civil

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O cantor Chico Buarque acionou a Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (28) após ser alvo de uma ameaça de morte publicada na área de comentários de um jornal de São Paulo.

A mensagem dizia: “Adoraria abreviar a vida deste desgraçado”. A defesa do artista apresentou uma notícia-crime à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e pediu a abertura de um inquérito para identificar o autor e apurar eventual responsabilidade criminal.

Os advogados Maíra Fernandes e João Vicente Tinoco afirmam que o comentário estaria relacionado às posições políticas de Chico Buarque. Segundo a defesa, críticas e opiniões são protegidas pela liberdade de expressão, mas ameaças de morte ultrapassam esse limite.

O jornal responsável pela área de comentários retirou a publicação do ar. O autor da mensagem teria sido identificado como um médico registrado no Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), mas sua identidade não foi divulgada.

A Polícia Civil deverá investigar a autoria e as circunstâncias da ameaça.

Fonte: D24am

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Polícia

Caso Gustavo: pai e madrasta são indiciados pela morte do menino de 3 anos

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O advogado Igor Veloso de Sousa, suspeito de matar o próprio filho, Gustavo Feitosa Veloso, de 3 anos, será indiciado por vicaricídio, estupro de vulnerável, tortura e fraude processual. A informação foi divulgada pela Polícia Civil do Tocantins (PCTO) nesta segunda-feira (28/9), após a conclusão do inquérito.

A madrasta, Kathellen Moreira, também será indiciada por vicaricídio e fraude processual. Os dois estão presos desde 5 de agosto.

A investigação concluiu que Gustavo morreu após sofrer múltiplas agressões e violência sexual. Inicialmente, Igor relatou que o menino teria se afogado em uma piscina.

Com isso, a Justiça do estado determinou o trancamento definitivo da investigação contra Sabrina Silva Feitosa, mãe biológica da criança, e a advogada dela, Stella Bueno, por falta de justa causa.

Entenda o caso

  • O crime ocorreu em Palmas, em 2 de agosto de 2026. Igor só procurou a polícia no dia seguinte, com a versão do afogamento.
  • O laudo do Instituto Médico-Legal (IML), porém, descartou a hipótese e apontou morte após agressões e violência sexual.
  • Inicialmente tratados como homicídio duplamente qualificado e tortura, os crimes foram reclassificados após o avanço das provas.
  • Segundo o delegado Eduardo Menezes, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Gustavo entrou na piscina sem autorização e quase se afogou. O pai o retirou da água e, segundo o depoimento, a criança teria dito que a mãe autorizou o banho.
  • A declaração teria irritado Igor. “Isso teria causado um descontrole muito grande, somado à ingestão de bebida alcoólica e de medicamento controlado. Ele teria se descontrolado e passado a desferir chutes, socos na barriga e cabeça, ali mesmo na área externa da casa”, afirmou o delegado.
  • Para a polícia, as agressões começaram na área externa e continuaram no quarto, onde o menino morreu.

Laudo aponta violência sexual

Igor negou violência sexual e disse que lesões no ânus foram provocadas pelas agressões. A versão será confrontada com novos exames. Segundo a perícia, as lesões foram causadas por inserção de objetos e a criança ainda estava viva quando ocorreram, o que sustenta o indiciamento por estupro de vulnerável e tortura.

A investigação também apontou fraude processual. “Ficou claro que houve movimentação na cena do crime. Ajeitaram o corpo do menino para parecer que acordaram e encontraram ele morto”, disse Menezes.

O pedido de prisão foi feito 48 horas após a morte. Segundo a polícia, os dois esconderam celulares antes de serem detidos.

A Justiça tocantinense negou dois habeas corpus para Kathellen. Apesar de ter uma filha bebê, o Judiciário considerou que a criança está com a avó e que a gravidade dos fatos justifica a prisão.

A defesa de Igor e Kathellen afirma que discorda das imputações e que o indiciamento não representa conclusão definitiva de culpa. Segundo os advogados, as responsabilidades devem ser individualizadas e baseadas em provas técnicas, com garantia de ampla defesa.

Confira nota na íntegra:

“A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa e Kathellen Moreira da Silva informa que tomou conhecimento do indiciamento divulgado pela autoridade policial e analisará, com serenidade e responsabilidade, a íntegra do relatório final e os elementos utilizados para fundamentar suas conclusões.

Embora respeite o trabalho desenvolvido durante a investigação, a defesa discorda das imputações formuladas e ressalta que o indiciamento constitui manifestação da autoridade policial no âmbito do inquérito, não representando juízo definitivo de culpa.

Em uma investigação de elevada complexidade e repercussão, é indispensável que as condutas sejam rigorosamente individualizadas e que qualquer conclusão esteja amparada em provas técnicas seguras, sem presunções ou transferência automática de responsabilidade entre os investigados.

As questões fáticas, jurídicas e periciais serão enfrentadas no momento e no foro adequados, sob o crivo do contraditório e da ampla defesa. A defesa reafirma sua confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos no decorrer do processo.”

Fonte: Metrópoles

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