Geral
Procon-RO realiza diligências em diferentes estabelecimentos comerciais de Porto Velho
Em uma ação coordenada, o Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-RO) e a Delegacia do Consumidor, realizaram entre os dias 17 e 18 de julho, fiscalizações em postos de combustíveis e academias de Porto Velho. As operações ocorreram com o intuito de garantir o cumprimento das normas vigentes e a proteção dos direitos do consumidor.
O Procon-RO realizou diligências em academias da Capital. Com o apoio da Delegacia do Consumidor, a operação focou em identificar e coibir a prática ilegal de recusa de pagamentos em moeda corrente. A equipe de fiscalização verificou se as academias estão aceitando todas as formas legais de pagamento, assegurando que os consumidores não sejam prejudicados por restrições indevidas.
Procon-RO realiza diligências em diferentes estabelecimentos comerciais de Porto Velho.
Nos postos de combustíveis, foram feitos testes de qualidade dos combustíveis para assegurar que os produtos comercializados atendem aos padrões exigidos por lei. Além disso, houve a aferição dos bicos de combustíveis para verificar a precisão das medições, garantindo que os consumidores recebam a quantidade correta de produto pelo qual pagam. A operação também incluiu a verificação do cumprimento da legislação de placas informativas obrigatórias, além da observância das exigências de precificação clara e visível dos produtos expostos à venda.
As fiscalizações refletem um compromisso contínuo com a defesa dos direitos do consumidor, garantindo que os estabelecimentos comerciais cumpram rigorosamente as leis e regulamentações vigentes. A atuação com a Delegacia do Consumidor reforça a eficácia das ações, promovendo um ambiente de consumo mais transparente.
Fonte: Secom
Geral
Nubank passa a cobrar por proteção que era oferecida gratuitamente
Clientes do cartão Ultravioleta, modalidade premium do Nubank, passaram a ter uma nova opção de proteção contra fraudes e roubos. O serviço, chamado Ultravioleta Protegido, custa R$ 19,99 por mês, o que representa R$ 239,88 ao ano.
A mudança ocorre após o fim de uma proteção que era disponibilizada sem cobrança adicional aos clientes da categoria. O seguro para compras não reconhecidas deixou de ser gratuito e foi substituído pelo novo pacote, que oferece coberturas mais amplas.
Entre as situações previstas estão golpes digitais, roubo de pertences pessoais e problemas relacionados a transações. De acordo com as condições do produto, a indenização pode chegar a R$ 30 mil em casos de golpes digitais e a R$ 7,5 mil para roubo de itens pessoais.
A alteração faz parte de uma reformulação dos benefícios oferecidos aos clientes Ultravioleta. Em 2026, o Nubank também modificou as condições de acesso à HBO Max para usuários da categoria.
Contratação é opcional
O Ultravioleta Protegido não é obrigatório. Os clientes que optarem por não contratar o serviço não terão a mensalidade de R$ 19,99, mas também não contarão com as coberturas oferecidas pelo novo pacote.
A mudança gerou manifestações de clientes nas redes sociais, principalmente pela substituição de uma proteção que era gratuita por uma alternativa com cobrança mensal. Para quem mantiver o seguro durante um ano inteiro, o custo será de R$ 239,88.
Fonte: DOL
Geral
Conta de luz volta à bandeira verde em outubro e fica sem cobrança extra
A conta de energia elétrica terá uma redução no custo adicional a partir de outubro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que a bandeira tarifária voltará a ser verde, o que significa que não haverá cobrança extra sobre o consumo.
A mudança ocorre após cinco meses de bandeira amarela, que acrescentava R$ 1,885 a cada 100 kWh utilizados. Segundo a Aneel, a melhora está relacionada ao aumento das chuvas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.
Com melhores condições de armazenamento de água, a necessidade de utilizar usinas termelétricas, que possuem custos de geração mais elevados, tende a diminuir.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 para sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). As cores definidas para cada mês indicam se haverá ou não cobrança adicional na fatura.
Na bandeira verde, não há valor adicional. Já a bandeira amarela representa uma cobrança extra de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos. No caso da bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 4,46 por 100 kWh no Patamar 1 e de R$ 7,87 no Patamar 2.
A definição da bandeira considera a previsão dos custos variáveis para a geração de energia elétrica durante cada período.
Geral
Após onda de calor, Brasil deve ter 10 dias de chuva
A chuva voltará a se espalhar por diversas áreas do Brasil nos próximos dez dias, chegando após uma onda de calor excessivo que atinge vários estados. Na Região Sul, a instabilidade tem início já neste fim de semana, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 200 mm entre domingo e terça-feira.
No Norte do país, o cenário atual corresponde ao verão amazônico, marcado pelo período de pouca chuva, o oposto do inverno amazônico, que ocorre entre dezembro e meados de maio e responde por 60% a 70% do volume anual. Apesar disso, haverá tempo atípico para a estação nos próximos dez dias, com pancadas de chuva na maior parte do território, atingindo até áreas normalmente muito secas nessa época, como Tocantins, e com maiores acumulados previstos para o Amazonas.
No Centro-Oeste, a estiagem terminará com pancadas de chuva isoladas, porém intensas, como em Brasília, concentradas no último dia de setembro e ao longo da primeira semana de outubro. No Sudeste, o pico de chuva ocorre no mesmo período, com foco em São Paulo, Rio de Janeiro e leste de Minas Gerais. Já no Nordeste, as chuvas permanecem fracas e restritas ao litoral e ao oeste baiano.
Fonte: Ultimo segundo
