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Polícia

Polícia Militar age rápido e evita feminicídio em Rondônia

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Na tarde desta quarta-feira, 10, a Polícia Militar foi acionada através de uma guarnição do grupamento do distrito de Rondominas, distante 48 km de Ouro Preto do Oeste, para averiguar uma denúncia de ameaça na zona rural da região.

Uma testemunha relatou aos militares que a vítima chegou em sua residência correndo descalça e desesperada, pedindo ajuda, pois seu marido estava lhe ameaçando com uma faca. A testemunha ainda informou que essa não era a primeira vez que a vítima era ameaçada.

A vítima confirmou o relato de sua vizinha e acrescentou que, para se livrar das ameaças, teria corrido mais de 4 km até encontrar abrigo. Ela também relatou que sofria ameaças há algum tempo e que, além da faca, o agressor também se utilizava de uma arma de fogo.

A guarnição foi até a residência do casal e localizou o suspeito das ameaças. Ele confirmou ter em sua posse uma espingarda calibre 36 sem registro e a entregou aos policiais. As partes envolvidas foram conduzidas para a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) de Ouro Preto do Oeste, para as providências necessárias.

Fonte: PMRO

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Polícia

Força Tática detém quatro suspeitos e apreende armas na BR-364

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Quatro pessoas, entre elas um adolescente, foram detidas pela Força Tática na noite de terça-feira (13), durante uma abordagem na BR-364, na zona rural de Ariquemes (RO). A ação resultou na apreensão de armas de fogo, munições e diversos objetos com suspeita de origem criminosa.

De acordo com a polícia, a equipe recebeu denúncias de que os ocupantes de um Fiat Palio vermelho estariam armados e poderiam cometer um roubo na região. Durante a abordagem, um dos suspeitos tentou escapar entrando em uma área de vegetação, mas acabou localizado e detido pelos policiais.

No decorrer das buscas, foram apreendidas armas, munições, roupas e equipamentos. Em outros endereços relacionados à ocorrência, os policiais também encontraram televisores, roçadeiras e gaiolas com pássaros.

Parte dos objetos apreendidos foi reconhecida por uma vítima de um furto registrado anteriormente na zona rural de Ariquemes. Os suspeitos também são investigados por possível participação em outros crimes contra propriedades rurais na região do Vale do Jamari.

Após a ação, os quatro detidos foram encaminhados à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), junto com o veículo e os materiais apreendidos.

A investigação deverá apurar a procedência dos objetos encontrados e esclarecer se os envolvidos têm participação nos furtos e em outros crimes registrados na zona rural do município.

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Oito são presos por treinamento armado de facção criminosa

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Oito pessoas foram presas nesta quinta-feira (15) durante uma operação da Polícia Civil contra uma célula de facção criminosa suspeita de promover treinamentos armados em Mato Grosso e atuar no tráfico de drogas.

As ações ocorrem em Rondonópolis, Mirassol d’Oeste, Querência, Tangará da Serra, Jaciara, Colniza e Arenápolis. Os investigados são suspeitos de tráfico de drogas, associação para o tráfico e participação em organização criminosa.

Ao todo, são cumpridas 28 ordens judiciais, sendo oito mandados de prisão preventiva, 11 de busca e apreensão e nove medidas cautelares.

Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram em setembro de 2025, após uma abordagem na BR-364, em Jaciara. Na ocasião, ocupantes de um veículo disseram que estavam a caminho de Rondonópolis para participar de um treinamento promovido pela facção, voltado à atuação violenta contra grupos rivais.

A partir dessas informações, a Justiça autorizou o compartilhamento de provas e a análise de dados extraídos de celulares apreendidos. Com isso, os investigadores identificaram integrantes com funções distintas e atuação em diferentes municípios do estado.

De acordo com a polícia, Rondonópolis era utilizado como base de apoio às atividades do grupo, inclusive para a realização dos treinamentos. Os investigados também mantinham conexões com uma organização criminosa que atua na região de Mirassol d’Oeste.

As investigações apontaram indícios de comercialização e distribuição de drogas, controle territorial de pontos de venda, divisão dos valores arrecadados e cobrança de contribuições vinculadas à facção.

Segundo a Polícia Civil, a operação tem como objetivo interromper as atividades do grupo, reduzir a capacidade de distribuição de drogas e mobilização de integrantes, além de reunir novas provas para dar continuidade às investigações.

Fonte: G1 Mato Grosso

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Polícia

Namorada de líder do PCC, delegada é presa suspeita de favorecer facção

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A delegada Maria Virgínia Grimwood Pinto, da Polícia Civil do Pará, e Renato Henrique do Carmo, conhecido como “Gordão” e apontado como liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC), foram presos nesta quinta-feira (15/10). A delegada é suspeita de receber R$ 50 mil para fornecer informações sigilosas e proteção institucional a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A delegada foi presa em um hotel localizado no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília (DF), enquanto Renato Henrique foi preso em um resort de luxo em Porto de Galinhas (PE).

A suspeita surgiu durante a Operação Sinalagma, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco, que investiga um esquema interestadual de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio que movimentou mais de R$ 14 milhões.

A investigação policial apontou que a delegada mantém um relacionamento amoroso com Renato Henrique do Carmo, apontado como líder na região de Muro Alto, em Ipojuca (PE). O suspeito já havia sido preso em janeiro de 2025 durante a Operação Sinalagma e foi solto.

Após a prisão de Renato, o celular dele foi apreendido e os policiais obtiveram autorização judicial para extrair os dados do aparelho. A análise das conversas permitiu identificar outros possíveis integrantes e colaboradores da organização criminosa, além de levantar suspeitas sobre a relação entre o investigado e a delegada.

Segundo a apuração, Maria Virgínia teria recebido vantagens financeiras indevidas em troca de proteção institucional, fornecimento de informações sigilosas e acesso a sistemas restritos de segurança pública

Movimentação financeira

Além das suspeitas de envolvimento de agentes públicos, a Operação Sinalagma identificou indícios de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

De acordo com as investigações, os suspeitos teriam utilizado documentos falsos, empresas formalmente constituídas e contas bancárias de terceiros para movimentar recursos e esconder a origem do dinheiro.

A análise financeira também identificou operações bancárias incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados. Para rastrear os recursos, os policiais analisaram dados telemáticos, informações de inteligência e Relatórios de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Os fatos relacionados à delegada podem configurar, em tese, crimes como corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional e colaboração com organização criminosa.

O nome da operação faz referência ao conceito jurídico de reciprocidade de obrigações e simboliza a suposta troca de vantagens ilícitas entre integrantes da organização criminosa e agentes públicos, com pagamentos em contrapartida ao fornecimento de informações sigilosas e à proteção das atividades ilegais.

Fonte: Metrópoles

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