Polícia
Mulher pega moto escondida do marido e morre em grave acidente
Identificada como Cleidiane Nascimento, a mulher de 38 anos morreu após colidir violentamente contra uma cerca de arame. A fatalidade aconteceu distrito de Vitória da União, em Rondônia.
De acordo com informações a vítima, que seria ex-moradora de Cerejeiras, pegou o veículo sem autorização do marido, que estava dormindo, e saiu com um sobrinho na garupa. Quando passava pela curva da avenida JK, a principal da localidade, bateu na cerca e sofreu um profundo corte no pescoço.
O adolescente que a acompanhava sofreu ferimentos na boca e foi levado para o Hospital Municipal após receber os primeiros atendimentos médicos de uma equipe de resgate do corpo de bombeiros.
Segundo informações da polícia militar, Cleidiane não possuía habilitação e deixa quatro filhas.
Polícia
Preso por decapitar mãe diz que “voz” ordenou crime e revela detalhes
O crime que chocou a população da capital mineira, principalmente familiares e amigos da vítima Jussara Maria Rodrigues, de 54 anos, decapitada pelo próprio filho, aos poucos ganha novas revelações. Em depoimento às autoridades policiais, o suspeito alegou que ouviu uma “voz” ordenando que ele matasse a própria mãe e que, após cometer o crime, resolveu tomar banho e dormir.
A descrição do crime é chocante e brutal, motivos que reforçaram a decisão da Justiça de converter a prisão em flagrante de Ritchie Glaycon Rodrigues Viana, de 27 anos, em preventiva. De acordo com o documento de sentença, “houve brutalidade no ataque que incluiu estrangulamento e decapitação, motivado por um suposto sentimento de vingança e vozes alucinatórias”.
O réu deu detalhes sobre o crime e sobre o seu histórico pessoal durante o interrogatório policial e em conversas preliminares com as autoridades.
Ele contou que a mãe estava dormindo quando foi ao quarto e a estrangulou. Em seguida, se dirigiu à cozinha e pegou uma faca, com a qual desferiu vários golpes na própria mãe, e depois decapitou o corpo. Tudo teria ocorrido por volta das 4h da madrugada de segunda-feira (22/6) e que teve uma duração de cinco minutos.
Uma vizinha relatou ao sargento Gleidson Wellys, que atendeu a ocorrência, ter ouvido Jussara Maria implorando ao filho para que ele não cometesse o crime. “Não faça isso, meu filho. Eu te amo”, teria dito Jussara antes de morrer.
Suspeito foi dormir após o crime
Após o crime, o filho cogitou acionar a polícia, mas depois desistiu e então foi tomar banho e dormir. Ele contou que permaneceu deitado até a chegada dos militares, que precisaram arrombar a porta para entrar, pois ele não abriu a porta.
O suspeito também afirmou aos policiais ter matado a mãe e não resistiu à voz de prisão. Ele indicou aos policiais o quarto onde se encontrava o corpo e disse que a faca estava no mesmo local.
Por fim, afirmou que agiu por vontade própria, sem auxílio de ninguém, e disse estar arrependido, ressaltando que o arrependimento decorre mais do ato de ter matado a mãe do que da possibilidade de ser preso.
O próprio réu disse que tem diagnóstico de esquizofrenia realizado em Portugal. Relatou que já teve surtos psicóticos, mas que não tomava os remédios como recomendado e afirmou, também, que não fazia tratamentos psiquiátricos. Ele também relatou que usava drogas quando morava fora do Brasil, mas disse que não havia consumido entorpecentes nas semanas anteriores ao crime.
Relacionamento conturbado
O réu afirmou que mantinha um relacionamento “difícil” com a mãe e que ele decidiu matá-la por um sentimento de vingança atribuído a uma suposta negligência materna, mas reconheceu que ela arcava com todas as despesas da casa e nunca deixou faltar nada para ele.
Vizinhos relataram aos policiais que havia brigas entre filho e mãe por causa do apartamento. Ele não queria que ela morasse lá e já tinha deixado a mãe para fora do apartamento.
Detalhes da investigação
A perícia técnica, ao realizar os trabalhos de praxe no local do crime, constatou as seguintes evidências e lesões no corpo da vítima: diversas feridas compatíveis com o uso de faca na face, tórax, abdômen e membros.
Além dessas constatações sobre a vítima, a perícia observou que o réu apresentava escoriações nos membros superiores, o que levou ao seu encaminhamento para atendimento médico antes de ser liberado para os procedimentos policiais.
Audiência de custódia
Durante audiência de custódia, realizada nesta quarta-feira (24/6), o juiz Antônio Francisco Gonçalves, da Secretaria de Audiências de Custódia de Belo Horizonte, ordenou a expedição de ofício urgente à unidade prisional para que forneça ao autuado atendimento médico e medicamentoso, com suporte psiquiátrico, devido ao relato de esquizofrenia e à necessidade de uso de medicação contínua.
O juiz também determinou que o Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário (PAI-PJ) que faça o acompanhamento do caso. Outra decisão foi deixar o custodiado em ala separada, pois ele se identificou como homossexual.
Além disso, pediu o encaminhado do suspeito ao Centro de Apoio Médico e Pericial (Camp) de Ribeirão das Neves até que seja realizada uma nova análise sobre a sua saúde mental.
Na decisão, o juiz determinou que o mandado de prisão preventiva fosse registrado com um prazo prescricional de 20 anos.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Pai é preso suspeito de abusar da própria filha por três anos
Um homem de 49 anos foi detido pela Polícia Civil do Amazonas nesta quarta-feira (24), sob a acusação de estupro de vulnerável praticado contra a sua própria filha. A ação policial, conduzida pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), ocorreu na avenida Dona Otília, localizada no bairro Tarumã, na zona oeste da capital.
As investigações sobre o caso começaram no dia 17 de junho, quando a adolescente, hoje com 14 anos, compareceu à unidade policial acompanhada de sua mãe para denunciar os abusos. De acordo com as informações fornecidas pela delegada Brenda Viana, as agressões sexuais começaram quando a vítima tinha apenas 10 anos e se estenderam até os 13 anos de idade.
A situação foi descoberta após a jovem buscar atendimento médico no dia 15 de junho, motivada por fortes dores na região pélvica, ocasião em que recebeu o diagnóstico de uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). Diante disso, a estudante decidiu relatar o ocorrido no ambiente escolar, o que levou a equipe pedagógica da instituição a acolher a aluna e acionar imediatamente a mãe da jovem para reportar a gravidade dos fatos.
Conforme os depoimentos colhidos pelas autoridades, as violências costumavam acontecer durante os finais de semana em que a menina visitava a residência do pai, situada no bairro Jorge Teixeira, na zona leste da capital. Após o cumprimento do mandado de prisão, o homem foi encaminhado para permanecer à disposição do Poder Judiciário, onde responderá legalmente pelo crime.
Polícia
Foragido por violência doméstica é localizado e preso durante operação
A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Jaru, prestou apoio à Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher de Porto Velho e cumpriu, nesta terça-feira (23), um mandado de prisão preventiva no âmbito da Operação Mulher Segura – 2ª Edição.
A ordem judicial foi expedida pelo 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Porto Velho em desfavor de um investigado por crimes praticados no contexto de violência doméstica e familiar.
Durante as diligências, os policiais deslocaram-se inicialmente ao endereço residencial do investigado, porém ele não foi localizado. No decorrer das buscas, a equipe obteve informações de que o alvo estaria trabalhando em uma empresa localizada às margens da BR-364, no município de Jaru.
Diante das informações levantadas, os policiais realizaram novas diligências e localizaram o investigado no local indicado, efetuando o cumprimento da ordem judicial sem intercorrências.
Após os procedimentos legais e exame de corpo de delito, o preso foi encaminhado ao sistema prisional, onde permaneceu à disposição da Justiça.
A Operação Mulher Segura integra as ações permanentes da Polícia Civil de Rondônia voltadas ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher, reforçando o compromisso institucional com a proteção das vítimas e a responsabilização dos autores de crimes dessa natureza.
Fonte: Polícia Civil
