Polícia
Mulher que matou e esquartejou o filho recém-nascido e estava escondida em Porto Velho é condenada a 34 anos de prisão
Ramira Gomes da Silva foi condenada na sexta-feira (21), no município de Sorriso (a 398 km de Cuiabá), a 34 anos de prisão por homicídio qualificado e por ocultação e destruição de cadáver do próprio filho de apenas quatro meses de idade. O crime ocorreu em maio de 2021 e, segundo o promotor de Justiça que atuou no júri, Luiz Fernando Rossi Pipino, teve grande repercussão e causou indignação em razão da crueldade cometida.

Conforme o promotor de Justiça, no decorrer do processo, a defesa requereu a realização de exame de insanidade mental da ré, mas o laudo pericial médico comprovou que ela “era totalmente capaz de entender o caráter ilícito de seus atos e totalmente capaz de se determinar de acordo com esse entendimento”. Houve também tentativa da defesa em transferir o julgamento para Cuiabá.

“No dia 18, três dias antes do julgamento, a Defensoria Pública pediu que a sessão não fosse realizada e que o caso não fosse julgado em Sorriso. No dia 20, o Tribunal de Justiça negou a liminar, indeferindo o pedido de suspensão do julgamento”, informou o promotor de Justiça.
Segundo ele, todas as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público foram reconhecidas pelo Conselho de Sentença. “Os jurados entenderam que o crime foi cometido por motivo torpe, por meio cruel e com a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foi reconhecida a causa de aumento de pena, já que o crime foi praticado contra pessoa menor de 14 anos de idade, além da agravante do crime ter sido praticado contra descendente”, explicou o promotor de Justiça.
Ramira Gomes da Silva está presa desde o dia 18 de maio de 2021, após ter sido detida numa embarcação por agentes policiais na cidade de Porto Velho, em Rondônia, enquanto fugia com destino à cidade de Manaus. Com a condenação, a ré permanecerá presa na Penitenciária Ana Maria do Couto, em Cuiabá.
O crime – De acordo com a denúncia do MPMT, a ré matou o filho por acreditar que o bebê seria empecilho e atrapalharia os seus planos, já que desejava se mudar para outro estado para relacionar-se com outra pessoa. Apurou-se que a ré, depois de ter matado o bebê com golpe contundente, causando-lhe traumatismo craniano e facial grave, esquartejou o cadáver.
Fonte: Assessoria do MP/MT
Polícia
Motociclista morre após grave colisão com caminhonete na BR-429
Um motociclista morreu após uma colisão envolvendo uma motocicleta e uma caminhonete Fiat Toro na BR-429, nas proximidades de Alvorada do Oeste, em Rondônia.
O acidente ocorreu em um trecho da rodovia próximo ao município. Com o impacto, o motociclista sofreu graves ferimentos e acabou não resistindo.
Equipes de atendimento foram mobilizadas para prestar socorro, mas a vítima morreu em decorrência do acidente. A dinâmica da colisão ainda será investigada pelas autoridades.
Polícia
Motociclista morre quase três meses após grave acidente na BR-364
O motociclista Pedro Henrique Damasceno Souza morreu nesta sexta-feira (4), quase três meses após sofrer um grave acidente na BR-364, em Porto Velho.
A colisão aconteceu na madrugada de 16 de junho, nas proximidades da entrada do residencial Morar Melhor, no trecho entre Porto Velho e Candeias do Jamari. Pedro Henrique conduzia uma motocicleta quando perdeu o controle e atingiu o guardrail. A passageira, Andréia Andrade, morreu ainda no local.
Pedro Henrique sofreu ferimentos graves, foi socorrido pelo Samu e precisou ser entubado antes de ser levado ao Hospital João Paulo II. Durante o período de internação, familiares chegaram a realizar uma campanha nas redes sociais em busca de doadores de sangue.
Apesar do longo período de tratamento, o motociclista não resistiu às complicações decorrentes dos ferimentos e morreu nesta sexta-feira. As circunstâncias do acidente foram registradas e apuradas pelas autoridades.
Polícia
Trio é preso com R$ 100 mil em “canetas emagrecedoras” medicamentos ilegais
Três homens foram presos nesta sexta-feira (04), em Manaus, durante uma operação do 1º Distrito Integrado de Polícia (1º DIP) que desarticulou um suposto esquema de comercialização clandestina de medicamentos e produtos usados em tratamentos terapêuticos e procedimentos estéticos. Uma carga avaliada preliminarmente em R$ 100 mil foi apreendida.
Entre os materiais estão “canetas emagrecedoras”, botox, retatrutida, tirzepatida e GHK-Cu. Segundo a Polícia Civil, parte dos produtos apresenta indícios de falsificação ou adulteração.
As investigações começaram há cerca de 20 dias, após denúncias sobre a entrada irregular dos produtos em Manaus. Conforme a polícia, os materiais eram trazidos principalmente do Paraguai e da Guiana e distribuídos na capital. Os investigadores apuram se clínicas médicas e odontológicas e centros de estética estavam entre os compradores.
Durante cerca de três semanas, policiais monitoraram uma vila de quitinetes na Rua Dom Pedro I, no bairro São Jorge, zona oeste. O local apresentava intensa movimentação de pessoas envolvidas no recebimento e na entrega de mercadorias.
Com autorização judicial, os agentes realizaram buscas no imóvel e encontraram aproximadamente 100 unidades de produtos destinados a finalidades terapêuticas, medicinais e estéticas.
A Polícia Civil informou que parte do material será submetida à perícia para verificar autenticidade, composição, procedência e condições de uso. A preocupação dos investigadores é que produtos falsificados ou sem controle de qualidade possam ser utilizados diretamente em pacientes e clientes.
Um dos presos, Octavio César Santos Miranda, já havia sido detido em outras três ocasiões por investigações relacionadas ao tráfico de drogas. Segundo a polícia, ele também possui antecedentes por porte ilegal de arma de fogo e receptação.
Os outros dois presos foram identificados como Ewerton da Silva Trindade e Davimar Costa da Mota.
A investigação continua para identificar outros possíveis integrantes do esquema, incluindo fornecedores e distribuidores. A polícia também pretende verificar quais estabelecimentos adquiriram os produtos e se alguma das substâncias suspeitas chegou a ser utilizada em pacientes ou clientes.
Fonte: d24am
