Polícia
Servidor Municipal é executado a tiros no meio da Rua
Wolmir Campos, 50 anos, foi executado à tiros no meio da rua durante a tarde desta quarta-feira (19/06). O crime aconteceu no Bairro BNH em Ariquemes (RO).
De acordo com informações de testemunhas, a vítima trafegava com sua motocicleta pela via, quando foi surpreendida pelo assassino que efetuou vários tiros em sua direção. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, mas quando chegou, Wolmir já estava sem vida.
A Polícia Militar realizou buscas na região, mas o autor do crime não foi localizado. Após os trabalhos da Pericia Técnica Científica, o corpo do homem foi removido para o Instituto Médico Legal (IML).
Ainda segundo informações, Wolmir era servidor da SEMED em Ariquemes e atuava como motorista de ônibus escolar. A Polícia Civil já iniciou as investigações.


Polícia
Jovem fica ferida após colisão entre bicicleta elétrica e caminhonete
Na manhã desta quinta-feira (12), um acidente de trânsito foi registrado no cruzamento das ruas Uruguai e Jacy Paraná, no bairro Nova Porto Velho, em Porto Velho. A colisão envolveu uma caminhonete Fiat Toro e uma bicicleta elétrica conduzida por uma jovem.
Segundo informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, a ciclista seguia pela rua Jacy Paraná quando a caminhonete, que trafegava pela rua Uruguai, teria avançado a via preferencial. Sem conseguir frear a tempo, a jovem acabou colidindo contra o veículo.
Com o impacto, ela caiu ao solo e sofreu ferimentos. Populares que estavam nas proximidades prestaram os primeiros socorros até a chegada de uma equipe de atendimento, que foi acionada para socorrer a vítima.
Policiais também estiveram no local para registrar a ocorrência e controlar o trânsito na região. As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Homem espanca mulher e é preso com motoneta da vítima
A pronta atuação da Polícia Militar de Rondônia (PMRO) resultou na prisão de um homem suspeito de agredir sua companheira e na recuperação de um veículo pertencente à vítima, durante ocorrência registrada na madrugada desta quarta-feira, 11, no município de Presidente Médici.
A guarnição policial foi acionada para atender uma denúncia de possível situação de violência doméstica. Ao chegar ao local, os policiais mantiveram contato com a vítima, que relatou que estava na residência juntamente com o companheiro e alguns amigos, momento em que todos ingeriam bebida alcoólica. Segundo ela, após determinado período, o homem passou a apresentar comportamento agressivo, iniciando uma discussão verbal que evoluiu para agressões físicas, com chutes e pontapés que atingiram principalmente a região da cabeça, braços e outras partes do corpo.
Temendo por sua integridade física, a mulher conseguiu sair da residência e correr para a via pública em busca de ajuda. Um amigo que presenciou a situação acionou imediatamente a Polícia Militar, solicitando intervenção da equipe policial. Antes da chegada da guarnição, o agressor deixou o local conduzindo a motoneta da vítima sem autorização.
A mulher foi conduzida pelos militares até a Delegacia de Polícia Civil para registro da ocorrência e adoção das providências legais. Durante o atendimento na unidade policial, o agressor foi avistado nas proximidades conduzindo a motoneta. Ao perceber a presença policial, ele tentou se afastar do local, porém a guarnição iniciou acompanhamento e conseguiu realizar a abordagem.
Durante a abordagem, os policiais confirmaram a identidade do suspeito e recuperaram a motoneta da vítima. O indivíduo apresentava lesões nos braços e pernas, além de avarias no veículo, alegando que teria sofrido uma queda durante o trajeto.
O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o veículo recuperado, sendo apresentado ao comissário de plantão para a adoção das medidas legais cabíveis.
A ocorrência reforça o comprometimento da Polícia Militar de Rondônia no enfrentamento à violência doméstica e na proteção das vítimas. A corporação destaca a importância de que mulheres que sofram qualquer tipo de violência denunciem os fatos, pois a denúncia é fundamental para interromper o ciclo de agressões e garantir a proteção das vítimas.
Fonte: Polícia Militar
Polícia
Empresário é investigado por avisar organização criminosa sobre ação da polícia
O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou nesta quarta-feira (11/3) a “Operação Eco”, com o objetivo de cumprir ordens judiciais no município de Nova Mamoré/RO. A ação é um desdobramento da Operação Godos, deflagrada no dia 12/11/2025, e visa instruir investigação que apura a suposta prática do crime de obstrução de justiça, especificamente no que tange ao embaraço de investigações envolvendo organização criminosa armada.
As diligências foram deflagradas para o cumprimento de 2 (dois) mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara de Garantias de Porto Velho, sendo um em endereço residencial e outro em sede empresarial. Além das buscas, o Poder Judiciário determinou o afastamento do sigilo de dados telemáticos dos dispositivos apreendidos, bem como a imposição de medida cautelar de proibição de contato do investigado com outros 79 (setenta e nove) alvos vinculados a organização criminosa desmantelada com a deflagração da Operação “Godos”.
A investigação revelou que o alvo da operação, na condição de sócio-administrador de uma empresa provedora de internet, teria violado o dever de sigilo e confidencialidade ao alertar membros de um grupo criminoso sobre o início de uma incursão policial anterior (fase ostensiva da Operação Godos). O investigado usou de terminal telefônico para enviar mensagens e realizar ligações informando que a operação estava em curso, permitindo que os criminosos tentassem destruir vestígios e frustrar a persecução penal.
O nome atribuído à operação é uma referência direta à conduta de propagar indevidamente informações sigilosas. Assim como o fenômeno acústico, o investigado “ecoava” os passos das autoridades investigantes para o interior da organização criminosa, servindo como um sistema de alerta que visava garantir a impunidade do grupo, investigado por crimes graves como extorsão, homicídio e lavagem de capitais.
MP/RO
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