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Polícia

Batalhão de policiamento reforça ações para combate ao crime organizado em Rondônia

Os militares que compõem essa nova estrutura vão atuar com foco no combate ao crime organizado

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Com o objetivo de fortalecer as ações de combate à criminalidade no estado, o governo de Rondônia criou, nesta terça-feira (28), o Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação ao Crime Organizado (BPTAR), Batalhão sargento PM, Márcio Rodrigues da Silva, da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO). A formatura, que marcou o início dos trabalhos, aconteceu na sede do Comando-Geral da Polícia Militar, em Porto Velho, e contou com a presença de autoridades da esfera estadual e do governo federal. Os militares que compõem essa nova estrutura vão atuar com foco no combate ao tráfico de drogas, extorsão e desarticulação do crime organizado, cujo maior raio de atuação está concentrado na Capital. 

De acordo com o comandante-geral da PMRO, coronel Regis Braguin, a criação do BPTAR representa um referencial no combate às organizações criminosas. “Por meio da implementação dessa unidade especializada, a Polícia Militar visa combater de maneira mais eficaz, os diferentes tipos de crimes organizados que ameaçam a segurança pública, promovendo a integração de ações e o uso de estratégias específicas para enfrentar essa complexa realidade”, pontuou. 

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, com o BPTAR, as ações de combate às organizações serão fortalecidas para dificultar a atuação da criminalidade no estado.

Os militares vão atuar com foco no combate ao tráfico de drogas, extorsão e desarticulação do crime organizado

CAPACIDADE TÉCNICO-OPERACIONAL

Segundo o titular da Secretaria de Estado, Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Felipe Bernardo Vital, a capacidade técnica e operacional do novo batalhão começa com fuzis e pistolas novas, armamentos nacionais, israelenses e italianos. “São nove viaturas novas, além de equipamentos de proteção individual e munições recém-adquiridas”, ressaltou. 

Ao final da solenidade, os militares engajados no BPTAR deram início às atividades e começaram os trabalhos de campo. 

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Polícia

Gari que estudava medicina morre atropelado por caminhão de lixo

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Patrick Revert Borborema, um gari de 48 anos, morreu nesta terça-feira (20) após ser atropelado por um caminhão de coleta de lixo enquanto trabalhava na cidade de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.

De acordo com a Polícia Civil, a equipe foi até o local do acidente, na rua Américo Vespúcio, bairro Jardim Primavera, por volta de 07h30, e encontraram a vítima já sem vida.

Os colegas de trabalho de Patrick, que estavam na parte traseira do caminhão com a vítima, afirmaram que ele perdeu o equilíbrio e caiu no chão. 

O condutor do caminhão de coleta da prefeitura afirmou que, ao manobrar em marcha à ré, acabou passando com a roda traseira sobre a vítima.

Patrick era estudante de medicina e tinha familiares em Montes Claros, Minas Gerais. Por isso, ele será velado na cidade e sepultado em Bocaiúva, em data e horário ainda não divulgados.

A Polícia de Trânsito isolou a área para o atendimento do acidente e realizou o teste de alcoolemia no condutor, que foi negativo. A perícia técnica esteve no local, e após os trabalhos técnicos o corpo da vítima foi encaminhado ao IML de Ponta Porã.

Em nota, a Prefeitura Municipal de Ponta Porã lamentou a morte do servidor público e afirmou que está prestando apoio aos familiares. Veja nota na íntegra:

“A Prefeitura Municipal de Ponta Porã manifesta profundo pesar pelo falecimento do servidor Patrick Revert Borborema, gari efetivo do município, vítima de um acidente ocorrido na manhã desta terça-feira (20), durante a execução dos serviços de coleta de resíduos no bairro Jardim Primavera.

A perícia técnica está no local realizando os procedimentos necessários para esclarecer as circunstâncias do acidente.

A equipe de Assistência Social do município está mobilizada para prestar todo o apoio e acolhimento necessários à família do servidor neste momento de dor.

A Administração Municipal manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando suas mais sinceras condolências pela perda.

A Prefeitura acompanha o caso e, à medida que as circunstâncias forem oficialmente esclarecidas, prestará novas informações à população, bem como dará transparência às providências adotadas.”

Fonte: CNN Brasil

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Polícia

Motorista é preso com 35 mil pacotes de cigarros contrabandeados

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A Polícia Federal e o Batalhão de Polícia Militar de Fronteira do Paraná (BPFron) apreenderam, nesta quarta-feira (21/10), um caminhão carregado com cigarros contrabandeados na zona rural do município de Toledo.

Durante patrulhamento e diligências na região, as equipes abordaram o veículo. Ao ser questionado, o condutor informou que transportava cigarros de origem estrangeira. Em vistoria, foram localizados 35 mil pacotes de cigarros. 

Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão em flagrante e, em conjunto com o veículo e todo o material ilícito apreendido, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal para a adoção dos procedimentos cabíveis.

Fonte: Polícia Federal

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Polícia

Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagrou, nesta quarta-feira (21/10), a Operação Colete de Troia para investigar a participação de policiais penais em um esquema criminoso de entrada de drogas, celulares e outros materiais ilícitos na Penitenciária Estadual de Dourados (PED).

Segundo as investigações, que começaram em 2024, os policiais usariam os próprios cargos para facilitar a entrada de produtos ilícitos na unidade prisional, em conluio com presos e outras pessoas. O esquema incluiria o uso de drones para levar os materiais ao interior do presídio.

Além disso, de acordo com o órgão, os itens seriam distribuídos, comercializados ou consumidos dentro da penitenciária.

A ação, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Dourados, Ivinhema e Rio Brilhante, em Mato Grosso do Sul, e em Paranavaí, no Paraná.

O nome da operação faz referência à narrativa do Cavalo de Troia, da mitologia grega. Segundo o MP, a denominação indica a suspeita de que a função pública e a confiança associada ao cargo de policial penal estariam sendo usadas para facilitar a infiltração do crime organizado no sistema prisional.

A operação conta com o apoio da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Choque, do Comando de Operações Penitenciárias (Cope), da Gerência de Inteligência Penitenciária e da Corregedoria da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), além do Gaeco do Paraná.

Fonte: Metrópoles

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