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Política

Eleitores que precisam regularizar o título tem até 8 de maio

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O eleitor sem as digitais cadastradas precisará ir a um cartório eleitoral até o dia 8 de maio para ser atendido e poder votar nas eleições municipais, marcadas para outubro.

Segundo a justiça eleitoral, os eleitores com a biometria em dia podem continuar utilizando os serviços pela internet. É possível ver qual é a situação cadastral no site do TSE.

O dia 8 de maio é o prazo final para regularizar a situação eleitoral, solicitar transferência de domicílio e atualizar dados cadastrais. Após essa data, esses serviços ficarão indisponíveis, pois a justiça eleitoral passará a se dedicar a organização das eleições municipais.

Quem for tirar o título pela primeira vez precisa ir a um cartório eleitoral para coletar a biometria, que é gratuita. Esse cadastro evita que uma pessoa vote no lugar de outra e permite identificar se um eleitor tem mais de um registro eleitoral.

A justiça eleitoral alerta que apenas fazer o pedido pela internet não é garantia da emissão do título ou a regularização eleitoral. E necessário anexar os documentos exigidos.

O cartório eleitoral em Porto Velho, fica localizado na, rua Jacy Paraná, 116 – Mato Grosso, com atendimento das 8H ás 18H.

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Política

Justiça Eleitoral amplia horário de atendimento até 6 de maio

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A Justiça Eleitoral ampliou o horário de atendimento ao público a partir desta segunda-feira (27), em todas as Zonas Eleitorais e Centrais de Atendimento. A medida segue até o dia 6 de maio e tem como objetivo facilitar o acesso dos eleitores aos serviços antes do fechamento do cadastro eleitoral.

Durante o período, o atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Já nos dias 1º e 2 de maio, o funcionamento será das 8h às 14h, enquanto no dia 3 de maio o atendimento será das 8h às 12h.

A ampliação busca atender a demanda de quem precisa regularizar a situação eleitoral, emitir o primeiro título ou solicitar a transferência do local de votação.

A orientação é que os eleitores não deixem para a última hora e procurem atendimento dentro do prazo para evitar filas e garantir o acesso aos serviços disponíveis.

Fonte: TRE-RO

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Política

Pré-candidato ao Senado, Bruno Bolsonaro Scheid afirma que prioridade é a população e não adversários

Declaração reforça foco em demandas sociais e alinhamento com pautas defendidas por Jair Bolsonaro

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O pré-candidato ao Senado pelo PL, Bruno Bolsonaro Scheid, declarou que sua atuação política está voltada às necessidades da população rondoniense, especialmente das camadas mais vulneráveis, deixando em segundo plano a disputa direta com adversários eleitorais. A manifestação foi feita por meio de suas redes sociais.

Na publicação, Scheid afirmou que sua principal preocupação é com a realidade enfrentada por cidadãos comuns. “Adversário A ou B não me preocupa. Me preocupa o Francisco, a Maria e o rondoniense que precisa de saúde, emprego e segurança”, escreveu.

O pré-candidato também tem associado seu posicionamento político às pautas defendidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, destacando alinhamento com setores identificados com a direita brasileira. Em declaração recente, ele afirmou que pretende representar esse campo político com firmeza e atuação direta em favor do estado.

Scheid ainda ressaltou que pretende percorrer diferentes regiões de Rondônia durante o período de pré-campanha, com o objetivo de ampliar o contato com a população e compreender demandas locais relacionadas a áreas como saúde pública, geração de emprego e segurança.

Ao abordar o cenário político, o pré-candidato defendeu que a representação no Senado deve ser pautada por posicionamentos claros e coerência. “Pra defender Rondônia de verdade, não precisa de histórico político. Precisa de opinião firme e autenticidade”, concluiu.

Fonte: Assessoria

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Política

Justiça Eleitoral proíbe influenciadores em propaganda política

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A participação de influenciadores digitais nas eleições de 2026 deve ocorrer dentro de regras rigorosas estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Apesar da forte presença desses criadores no ambiente online, a legislação brasileira proíbe que candidatos, partidos ou coligações paguem por publicações com pedido de voto ou qualquer tipo de propaganda patrocinada.

Os influenciadores podem expressar opiniões políticas, sejam elas favoráveis ou críticas, desde que isso aconteça de forma espontânea, sem vínculo financeiro. Outro ponto importante diz respeito ao impulsionamento de conteúdo: apenas perfis oficiais de candidatos e partidos estão autorizados a investir em anúncios nas plataformas digitais para ampliar o alcance de mensagens eleitorais.

O descumprimento dessas normas pode gerar penalidades severas, incluindo multas, remoção de conteúdo e até sanções mais graves para candidatos, como a cassação do registro em casos de abuso de poder econômico.

A fiscalização, no entanto, enfrenta desafios, principalmente em relação a páginas de entretenimento e perfis que atuam como empresas. Esses espaços, muitas vezes, divulgam conteúdos com viés político disfarçados de humor ou informação, o que pode configurar irregularidade, já que pessoas jurídicas não podem atuar diretamente na promoção eleitoral.

Além disso, o uso de agências de marketing digital como intermediárias dificulta a identificação de possíveis financiadores de campanhas informais. Diante desse cenário, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem ampliado ações de orientação ao público, buscando conscientizar os eleitores sobre como reconhecer conteúdos irregulares e combater a desinformação.

Nesse contexto, o engajamento espontâneo da população nas redes sociais tende a ganhar ainda mais relevância, já que manifestações autênticas têm grande impacto na formação da opinião pública durante o período eleitoral.

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