Polícia
Criança é resgatada após ficar ferida e presa em brinquedo de praça na zona leste
Uma criança foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros após ficar presa no momento em que brincava em um playground de madeira na praça do bairro Mariana, na zona leste de Porto Velho (RO).
De acordo com informações, a menina estava brincando com outras crianças no escorregador quando acabou ficando presa e se feriu com um pedaço de madeira do assoalho.
Uma equipe do Samu foi chamada, mas como a criança ainda estava presa, os bombeiros foram acionados para ajudar ajudar na remoção da vítima.
Após o resgate, a criança recebeu os cuidado médicos necessários. Em seguida, foi encaminhada às pressas para a o hospital Joao Paulo ll.

Polícia
Alero exonera secretário-geral preso em operação da PF
A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) publicou, no Diário Oficial de quarta-feira (15), uma série de mudanças na estrutura administrativa da Casa, incluindo a exoneração do secretário-geral Rogério Gago da Silva, que foi preso preventivamente durante a Operação Reduto, deflagrada pela Polícia Federal.
Além do secretário-geral, outros servidores também deixaram os cargos. Os atos administrativos foram assinados pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Alex Redano (Republicanos). O Diário Oficial também registrou novas nomeações e outras exonerações.
A Alero informou que as alterações fazem parte de mudanças administrativas, mas não confirmou se as exonerações possuem relação direta com a Operação Reduto.
A operação da Polícia Federal investiga suspeitas de fraude em licitações, desvio de recursos públicos e prática conhecida como “rachadinha”. Durante a ação, 11 servidores da Assembleia foram afastados e dois investigados foram presos. A Justiça também determinou o bloqueio de bens, valores e ativos dos envolvidos, com limite de até R$ 9 milhões.
Entre os alvos da investigação está o presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado Alex Redano. A Polícia Federal cumpriu mandados de busca no gabinete do parlamentar, na Secretaria-Geral da Presidência da Casa, além de imóveis ligados a ele em Porto Velho e Ariquemes.
Ao todo, a Operação Reduto cumpriu 19 mandados de busca e apreensão, sendo nove em Ariquemes, oito em Porto Velho e dois em Manaus (AM). Durante as diligências, os policiais apreenderam documentos, equipamentos eletrônicos e outros materiais que serão analisados no decorrer das investigações.
Segundo a Polícia Federal, o caso começou a ser apurado em 2024 após relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontarem movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo uma empresa de Manaus com contratos públicos em Rondônia.
Com o avanço das investigações, a PF identificou movimentações superiores a R$ 9 milhões que, segundo os investigadores, seriam incompatíveis com a capacidade financeira declarada pelos envolvidos.
A apuração aponta duas linhas principais de investigação: uma relacionada a possíveis fraudes em processos licitatórios e direcionamento de contratos públicos em Ariquemes; e outra envolvendo suposto desvio de recursos por meio de servidores comissionados da Assembleia, em um esquema caracterizado pela polícia como “rachadinha”.
A Justiça determinou ainda o bloqueio de bens, valores em contas bancárias e criptoativos dos investigados. Durante a operação, também houve apreensão de dinheiro em espécie.
As investigações continuam com análise do material recolhido e busca por novos elementos que possam esclarecer a participação de cada suspeito.
Em nota, a Prefeitura de Ariquemes afirmou que está colaborando com as autoridades e fornecendo as informações solicitadas. A administração municipal declarou que, até o momento, não há conclusão sobre irregularidades envolvendo o município.
A Assembleia Legislativa de Rondônia informou que acompanha o andamento da operação e permanece à disposição dos órgãos responsáveis pela investigação, reforçando que segue princípios de transparência e legalidade.
Polícia
Babá é presa suspeita de produzir e vender imagens de crianças a empresário
A cuidadora de crianças Tafnes Cavalheiro de Souza, de 19 anos, teria usado o acesso que tinha às vítimas para produzir e repassar conteúdos ao empresário Fábio Serafim de Oliveira, de 42 anos, segundo a Polícia Civil. Presa desde junho, ela confessou participação nos crimes e, a partir do depoimento e dos dados extraídos do celular dela, os investigadores chegaram ao empresário, alvo da Operação Puer Defensus em Sorriso (MT), nesta quarta-feira (15).
Além deles, a esposa do empresário foi alvo da operação, mas não foi presa, somente alvo de busca e apreensão. O Primeira Página busca contato da defesa dos investigados para obter a versão deles.
Conforme apuração, as investigações iniciaram após uma parente de uma das crianças vítimas dos supostos abusos presenciar uma situação em que a criança praticou um ato sexual com outra, por acreditar que seria normal.
Ao questionar a vítima, foi informada que teria sido ensinada a praticar aquele ato na presença da babá e de um homem. O caso levou a denúncia na Polícia Civil de Sorriso, que iniciou as investigações.
Ao ser presa em junho, a babá confessou as práticas em depoimento. O empresário foi encontrado como contato do celular da babá com conversas em que trocavam conteúdos. Eles teriam se conhecido quando a jovem trabalhou para o empresário.
Posteriormente continuaram mantendo contato. A jovem vendia fotos e conteúdos de si mesma ao homem, por valores de R$ 150. Contudo, com o tempo, o investigado passou a pedir também imagens de crianças as quais ela tinha acesso.
Segundo as investigações da Polícia Civil, foram vítimas dos dois suspeitos ao menos cinco crianças, incluindo o filho da babá, de 1 ano e 8 meses. Outras quatro crianças ficavam sob os cuidados da mulher, sendo duas parentes dela e outras duas filhos de amigas com idades entre 4 e 8 anos.
Os supostos abusos teriam ocorrido ao longo de 7 meses, entre agosto de 2025 a março de 2026. É dito ainda que o homem oferecia balas e moedas às crianças para tentar atrai-las para os abusos. A mulher teria praticado os abusos também.
Foi constatado que os investigados apagaram de seus telefones celulares diversos conteúdos e conversas, que serão recuperados pela perícia. Partes deles já foi obtido no celular da mulher, já o do homem ainda passará pela extração de dados.
Eles devem responder por ao menos 10 crimes praticados por diversas vezes, entre eles: estupro de vulnerável, produção de pornografia infantil, compra, favorecimento a prostituição, corrupção de menores, e outros.
O filho da investigada está sob os cuidados de parentes. Ela permanece presa.
Durante o cumprimento das ordens judiciais nessa quarta-feira (15), os policiais apreenderam diversas armas de fogo e munições, aparelhos celulares, computadores, mídias de armazenamento, chip de sistema de câmeras de segurança, fitas VHS e outros objetos na casa do empresário que serão submetidos à perícia.

Fonte: Primeira Página
Polícia
Vereador é alvo da Polícia Civil por suspeita de ameaçar esposa com arma
Um vereador do município de Campo Novo de Rondônia foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Civil na quarta-feira (15), durante uma investigação que apura um caso de violência doméstica. O parlamentar é suspeito de ameaçar a própria esposa com uma arma de fogo.
Para preservar a identidade da vítima, o nome do investigado não foi divulgado pelas autoridades.
A operação foi realizada por equipes da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Buritis. De acordo com as investigações, a suposta ameaça teria ocorrido no início de junho deste ano.
Por determinação da Justiça, os policiais realizaram buscas na residência do vereador e também em uma propriedade rural pertencente a ele, com o objetivo de localizar a arma que teria sido utilizada na ocorrência. No entanto, conforme informou a Polícia Civil, o armamento não foi encontrado durante as diligências.
O caso segue sob investigação, e a Polícia Civil informou que novas informações poderão ser divulgadas à medida que o andamento do inquérito permitir, sem comprometer as apurações.
