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Polícia

Influenciadora é flagrada furtando cosméticos em farmácias; VEJA O VÍDEO

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A influenciadora digital Maria Clara da Silva Pontes, 18, foi flagrada furtando produtos cosméticos, na última quinta-feira (14/3), em duas farmácias situadas no município de Castanhal, região metropolitana de Belém, no Pará.

De acordo com informações, a jovem, que é estudante de direito, compartilhava em suas redes sociais os produtos supostamente furtados com seus seguidores.

A câmera de segurança de um dos estabelecimentos, mostram Maria Clara e uma adolescente, também envolvida no caso, furtando diversos cosméticos. Os produtos são todos colocados dentro de bolsas levadas pelas duas. Influenciadora e adolescente tentaram fugir, mas foram detidas pelos seguranças da farmácia até a chegada da polícia.

Fonte: D24am

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Polícia

Condenado por matar a esposa tem pena mantida pelo TJRO e seguirá em regime fechado

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O Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Jaru condenou José Romão a 30 anos de prisão pelo assassinato da esposa, Kátia Dias de Oliveira, crime ocorrido em janeiro de 2024, na zona rural do município. Além da condenação por feminicídio, com reconhecimento de qualificadoras, ele também foi sentenciado por tentativa de ocultação de cadáver.

A defesa recorreu ao Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), solicitando a realização de um novo julgamento e a revisão da pena, sob o argumento de que a decisão dos jurados seria contrária às provas apresentadas no processo. Contudo, o relator do caso entendeu que o veredito do júri estava fundamentado em provas técnicas e testemunhais consistentes, mantendo a condenação e rejeitando a tese de legítima defesa.

Ao analisar o recurso, os desembargadores decidiram apenas reduzir a pena referente à tentativa de ocultação de cadáver, que passou de 1 ano para 10 meses de reclusão. Com a alteração, a pena total foi fixada em 30 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado. A decisão foi unânime.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Jaru Online

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Vulgo “Canela” é baleado a tiros perto da ponte sobre o Rio Madeira

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O homem relatou que estava do outro lado da ponte sobre o Rio Madeira, fazendo uso de maconha, quando dois indivíduos chegaram em uma motocicleta e efetuaram disparos de arma de fogo em sua direção.

Para tentar se proteger, “Canela” colocou a mão à frente do corpo e acabou sendo atingido. Após os tiros, os suspeitos fugiram do local. A vítima foi socorrida e encaminhada à Policlínica Ana Adelaide.

Como o projétil ficou alojado, ele precisou ser levado em um carro particular ao Hospital João Paulo II para atendimento especializado. A Polícia Militar registrou a ocorrência e segue apurando o caso.

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Polícia

Anestesista é condenado por usar celular durante cirurgia e causar morte de criança

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A Justiça da província argentina de Río Negro condenou o anestesista Mauricio Javier Atencio Krause a três anos de prisão pela morte de um menino de quatro anos durante um procedimento cirúrgico. Além da pena, ele foi proibido de exercer a profissão por sete anos e seis meses e deverá cumprir regras de conduta pelo período de três anos, incluindo comparecimento mensal ao tribunal e a proibição de cometer novos delitos.

O processo foi movido pelos pais da criança. A defesa solicitou a aplicação da pena mínima para homicídio culposo e pediu que a inabilitação profissional fosse restrita apenas à área de medicina pediátrica.

O caso ocorreu em 11 de julho de 2024, na cidade de General Roca. Valentín Mercado Toledo havia sido internado para realizar uma cirurgia considerada de rotina para correção de hérnia diafragmática. Durante o procedimento, no entanto, o menino sofreu falta de oxigenação no cérebro, o que resultou em morte cerebral.

De acordo com o que foi apurado no julgamento, o anestesista se distraiu com o celular no momento em que deveria monitorar os sinais vitais da criança. Laudos técnicos apontaram que Valentín ficou ao menos dez minutos sem aferição de pressão arterial ou controle da oxigenação, sem que o profissional percebesse. Consta ainda que o médico chegou a sair da sala de cirurgia para procurar um carregador para o aparelho.

Segundo relato da mãe, após a cirurgia o filho permaneceu por uma semana submetido a um tratamento marcado por incertezas e diagnósticos divergentes, até que os médicos confirmaram que o dano cerebral era irreversível, sete dias depois do procedimento.

Fonte: CNN Brasil

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