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Política

Dra Taíssa anuncia avanço para 29% da obra do Hospital Regional de Guajará-Mirim

Parlamentar realiza visitas frequentes na construção

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A deputada estadual Dra. Taíssa (PSC), conhecida por sua defesa pela saúde pública em Rondônia, esteve na quinta-feira (7) visitando as obras em andamento do Hospital Regional de Guajará-Mirim, e acompanhou de perto o progresso da construção.

A empresa responsável pela obra, UNOPS, informou à Dra. Taíssa que o projeto já alcançou um avanço de 29%. Esse marco representa um passo significativo rumo à conclusão do sonhado hospital. “É essencial garantir que a construção do Hospital Regional de Guajará Mirim avance conforme o planejado. Espero ver logo a população recebendo atendimento de qualidade, sem precisar se deslocar até a capital”, enfatizou a parlamentar.

A parlamentar continuará acompanhando de perto os próximos passos dessa importante obra e ela ressalta que, os esforços para lutar pela saúde não irão faltar e que o apoio conjunto é essencial. “Estou ansiosa para a inauguração deste hospital, junto com nosso governador Marcos Rocha, também o secretário de saúde, e todos que fizeram a diferença para a obra acontecer. São muitas pessoas envolvidas e essa união vai fortalecer nosso sistema de saúde, e dar dignidade à nossa população”, disse a parlamentar.

Fonte: Assessoria

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Política

Justiça Eleitoral rejeita cerca de 1,2 mil registros de candidatura

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A Justiça Eleitoral já indeferiu cerca de 1,2 mil registros de candidaturas às eleições gerais de outubro. De acordo com dados do sistema de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 335 registros indeferidos definitivamente e 869 que ainda podem ser contestados por meio de recursos às instâncias superiores.

O levantamento do TSE mostra que o descumprimento de requisitos formais previstos na legislação eleitoral é o principal motivo dos indeferimentos. Na sequência, aparecem a falta de condições de elegibilidade, ilegalidades na convenção partidária e a ausência de incompatibilização com o cargo público.

Segundo o tribunal, cerca de 99% dos pedidos de registro de candidatura já foram analisados pela Justiça Eleitoral em todo o país. Ao todo, foram apresentados 20,9 mil pedidos.

Eleições

O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Serão eleitos deputados federais, deputados estaduais e distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 e poderá ocorrer nas disputa para os cargos de governador e presidente.

A segunda votação será realizada caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluídos os votos em branco e os nulos.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Política

Candidata a deputada federal fratura o rosto ao cair de trio elétrico que tombou

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A candidata a deputada federal em Goiás Yvelônia (PL) sofreu um acidente, após o trio elétrico em que estava tombar no Setor Anhanguera B, em Valparaíso (GO). Segundo informações preliminares do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), entre quatro e seis pessoas foram atendidas pelas equipes da corporação e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

De acordo com o CBMGO, o acidente envolveu uma caminhonete que transportava, na carroceria, uma candidata e alguns acompanhantes. Em relato inicial aos bombeiros, o motorista informou que teria perdido o freio ao fazer uma conversão, o que provocou o tombamento do veículo na via.

Nas redes sociais, a equipe da candidata, que se apresenta como representante de Michelle Bolsonaro (PL) em Goiás, publicou uma nota sobre o acidente. Segundo o comunicado, Yvelônia sofreu uma fratura no maxilar, além de escoriações pelo corpo. A candidata segue sob acompanhamento médico e deve passar por novos exames para verificar outras fraturas na face, informou a assessoria. Os demais ocupantes do trio elétrico também foram encaminhados para atendimento médico de emergência.

Fonte: Correio Braziliense

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Política

Mendonça vai relatar no TSE pedido que questiona reajuste do Bolsa Família

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O ministro André Mendonça, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), será o relator de uma representação contra o aumento do Bolsa Família. A ação foi apresentada pelo deputado Zé Trovão (PL-SC) e pede a derrubada da medida anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a 17 dias da eleição.

O pedido feito pelo parlamentar de oposição questiona o momento escolhido por Lula para dar o aumento e afirma que isso pode “desequilibrar” a disputa eleitoral. O congressista argumenta com base no artigo 73 da Lei das Eleições, que estabelece que, em anos eleitorais, é proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios pela administração pública, ressalvados os programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior.

O Bolsa Família foi implementado em 2003 e, depois de um período suspenso no governo de Jair Bolsonaro (PL), foi retomado no final de 2020.

Zé Trovão afirma que a Justiça Eleitoral precisa “analisar as circunstâncias do reajuste”. “A discussão não está relacionada ao direito das famílias que dependem do programa, mas ao uso de uma política pública de enorme alcance justamente às vésperas da escolha dos próximos representantes do país. Não estamos questionando o Bolsa Família. Estamos questionando o tamanho e o impacto dessa decisão. Faltando 17 dias para o brasileiro ir às urnas, o governo anuncia um aumento de 15% em um benefício que chega a quase 20 milhões de famílias. Isso não pode passar despercebido pela Justiça Eleitoral”, afirma o deputado.

Entenda

A ação movida pelo congressista vem na esteira do anúncio feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (17) de um reajuste no programa Bolsa Família. O piso do benefício sai de R$ 600 para R$ 691. O benefício médio passará de R$ 675 para R$ 777.

De acordo com o Ministério do Planejamento e Orçamento, o reajuste corresponde à recomposição da inflação, medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). O reajuste será de 15,04%.

O benefício no valor corrigido começará a ser pago em outubro. Para este ano, o impacto fiscal é de R$ 5,8 bilhões. A previsão é de que o reajuste custe R$ 22 bilhões em 2027. O governo ajustará o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) que enviou ao Congresso Nacional.

Fonte: CNN Brasil

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