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Polícia

Vulgo “Mãozinha” é brutalmente assassinado a pauladas

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Na madrugada deste sábado (02/03), a polícia de Ouro Preto do Oeste registrou um homicídio na Avenida Gonçalves Dias com Avenida Daniel Comboni, no bairro Bela Floresta.

Após receber um comunicado sobre um corpo estendido no chão em frente a um prédio em reforma, a Central de Operações da Polícia Militar direcionou a guarnição mais próxima ao local.

Os policiais constataram que a vítima, identificada como Jonas Vinicius de Oliveira Lima, 27 anos, apresentava múltiplas lesões na região do crânio. Um pedaço de madeira, aparentemente usado como arma, foi encontrado ao lado do corpo.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas ao chegar, os socorristas constataram que Jonas, também conhecido como “Mãozinha”, já estava sem sinais vitais. Equipes da Polícia Técnico-Científica (Politec) e da Polícia Civil compareceram ao local para procedimentos de praxe.

Horas após o crime, a Delegacia de Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste, por meio do Serviço de Investigação e Captura (Sevic), informou que o autor do homicídio foi identificado e preso, porém seu nome não foi divulgado.

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Polícia

Policial penal morre em confronto com a PM em Rondônia

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A morte do policial penal Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, ocorrida na tarde desta terça-feira (10) no município de Machadinho d’Oeste (RO), gerou repercussão e levantou questionamentos sobre a sequência dos fatos que antecederam o confronto com a Polícia Militar.

De acordo com informações, equipes do Batalhão de Patrulhamento Tático de Ação e Reação (BPTAR) foram até a residência do servidor para cumprir um mandado de prisão expedido pela Justiça. A ordem judicial teria sido determinada após a condenação do policial penal a 18 anos de prisão pela morte de um policial militar, crime ocorrido há cerca de 12 anos.

Conforme dados do processo, a sentença condenatória foi registrada às 17h10 desta terça-feira. Cerca de 37 minutos depois, por volta das 17h47, Fabrício Borges Mendes foi baleado durante a ação policial em sua residência.

Segundo informações preliminares, durante a tentativa de cumprimento do mandado de prisão, o policial penal teria reagido à abordagem, o que resultou em uma troca de tiros com os militares. Ele chegou a ser socorrido e levado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.

Diante da situação, o Sindicato dos Policiais Penais e Agentes de Segurança Socioeducativos do Estado de Rondônia (SINGEPERON) divulgou nota cobrando esclarecimentos sobre as circunstâncias da ocorrência. A entidade afirmou que não defende impunidade, mas reforçou que casos que resultam em morte precisam ser investigados com transparência.

Outro fato que chama atenção é que a família já havia sido marcada por uma tragédia. Em 2018, o irmão de Fabrício, o policial penal André Borges Mendes, de 36 anos, foi morto a tiros no município de Vilhena (RO), enquanto estava no pátio de um posto de combustíveis.

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) também divulgou uma nota de pesar pela morte do servidor:

“A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) manifesta profundo pesar pelo falecimento do policial penal Fabrício Borges Mendes, ocorrido nesta terça-feira (10). O servidor era lotado na unidade prisional de Machadinho do Oeste, onde desempenhava suas funções públicas regularmente.

Neste momento de dor, a Sejus se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando sinceras condolências e desejando que encontrem conforto e força para enfrentar essa irreparável perda.”

As circunstâncias do confronto seguem sendo apuradas pelas autoridades.

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Goleiro Bruno é considerado foragido pela Justiça do Rio

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A Justiça do Rio de Janeiro considera foragido o ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo homicídio de Eliza Samudio.

O mandado foi expedido em 5 de março após a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro entender que o ex-jogador do Flamengo descumpriu uma das condições do livramento condicional

“O goleiro Bruno passou a ser considerado foragido, já que não se apresentou à Justiça, depois da revogação do livramento condicional e expedido o mandado de prisão, para o seu retorno ao regime semiaberto”, disse o Tribunal de Justiça, em nota.

De acordo com a decisão, no dia 15 de fevereiro — poucos dias depois de obter a condicional — Bruno teria viajado para o Acre sem autorização judicial. Pelas regras impostas pela Justiça, ele estava proibido de deixar o estado do Rio de Janeiro.

Diante disso, a Vara de Execuções Penais revogou o benefício e determinou o retorno do ex-atleta ao regime semiaberto.

Defesa contesta decisão

A defesa afirmou que orientou Bruno a não se apresentar neste momento e diz que vai recorrer da decisão judicial. Segundo a advogada Mariana Migliorini, a orientação é aguardar a análise do recurso antes de qualquer apresentação à Justiça.

“Se ele se apresentar agora, pode acabar ficando em regime fechado como se fosse semiaberto, o que entendemos ser uma medida irregular”, afirmou.

A defesa afirma que Bruno vinha cumprindo regularmente as condições impostas desde a concessão do benefício.

Segundo a advogada, durante cerca de três anos ele compareceu ao patronato sempre que solicitado, assinou regularmente, manteve o endereço atualizado e seguiu as exigências estabelecidas pela Justiça.

Fonte: G1

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Laudo do IML aponta lesões na face e pescoço de policial baleada em SP

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Laudo necroscópico realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) após exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana apontou lesões contundentes na face e na região cervical da vítima.

Tais lesões são resultado de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, ou seja, causado por unha. O laudo tem data do último sábado (7), um dia depois da exumação do corpo da PM.

No laudo necroscópico do dia 19 de fevereiro, no dia seguinte à morte de Gisele, já havia menção a lesões na face e no pescoço, na lateral direita.

Na ocasião, o médico legista havia descrito “estigmas digitais”, ou seja, lesões equimóticas, formato arredondado e compatíveis com pressão digital. Já em relação ao “estigma ungueal”, causado por unha, a descrição indicava lesão superficial em formato meia-lua.

Ambos os laudos apontam que a morte decorreu de traumatismo cranioencefálico grave por disparo de projétil de arma de fogo.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que “a autoridade policial aguarda os laudos referentes à reconstituição e exumação do corpo da vítima”. A pasta acrescentou que detalhes serão preservados, devido ao sigilo judicial imposto.

A policial militar foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite. Ele estava no local e reportou o caso às autoridades como suicídio.

Fonte: Agência Brasil

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