Polícia
Vulgo “Mãozinha” é brutalmente assassinado a pauladas
Na madrugada deste sábado (02/03), a polícia de Ouro Preto do Oeste registrou um homicídio na Avenida Gonçalves Dias com Avenida Daniel Comboni, no bairro Bela Floresta.
Após receber um comunicado sobre um corpo estendido no chão em frente a um prédio em reforma, a Central de Operações da Polícia Militar direcionou a guarnição mais próxima ao local.
Os policiais constataram que a vítima, identificada como Jonas Vinicius de Oliveira Lima, 27 anos, apresentava múltiplas lesões na região do crânio. Um pedaço de madeira, aparentemente usado como arma, foi encontrado ao lado do corpo.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas ao chegar, os socorristas constataram que Jonas, também conhecido como “Mãozinha”, já estava sem sinais vitais. Equipes da Polícia Técnico-Científica (Politec) e da Polícia Civil compareceram ao local para procedimentos de praxe.
Horas após o crime, a Delegacia de Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste, por meio do Serviço de Investigação e Captura (Sevic), informou que o autor do homicídio foi identificado e preso, porém seu nome não foi divulgado.

Polícia
Servidor fica ferido após carro da Prefeitura capotar em Rondônia
Um veículo oficial da Prefeitura de Alto Alegre dos Parecis se envolveu em um acidente de trânsito na manhã desta sexta-feira (17), na Linha P-70, nas proximidades do município.
Segundo as informações iniciais, o Fiat Argo, pertencente à frota municipal, trafegava pela estrada quando o motorista perdeu o controle da direção. O veículo acabou saindo da pista e capotando às margens da via.
Duas pessoas estavam no automóvel no momento do acidente. O condutor sofreu ferimentos e precisou ser socorrido por uma equipe de atendimento, sendo encaminhado para uma unidade de saúde. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde da vítima.
O outro ocupante do carro não sofreu ferimentos graves.
A Polícia Militar foi acionada e esteve no local para realizar os procedimentos necessários, controlar a área e registrar a ocorrência. A equipe da Polícia Científica também compareceu para realizar a perícia e levantar as circunstâncias que provocaram o acidente.


Polícia
Vizinho teria matado casal em condomínio por causa de muro
Moradores do condomínio Bosque Imperial, na Ponte Alta (DF), acreditam que uma confusão envolvendo um muro entre dois lotes pode ter sido a motivação para o assassinato do casal Rayane Lins Farias Campos, 38 anos, e Leonardo de Oliveira Campos, 42. O principal suspeito do crime, o empresário Evandro Gabriel Ferreira, de 60 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (17/7).
As vítimas foram encontradas mortas na manhã desta sexta-feira, no lote onde eles haviam comprado recentemente.
De acordo com vizinhos ouvidos pelo Metrópoles, o casal não morava no condomínio e estava fazendo a limpeza do lote por conta de uma notificação emitida pela administradora do residencial devido ao mato alto. Uma das vítimas, Leonardo, estava com uma foice na mão quando foi encontrado morto.
Ainda segundo os moradores, o desentendimento entre o suspeito e o casal teria sido provocado por uma discussão sobre um muro entre o lote de Leonardo e Rayane e a residência de Evandro.
Evandro mora no Bosque Imperial desde o início do condomínio, há cerca de 10 anos. Moradores afirmam que ele era conhecido por se envolver em conflitos recorrentes com outros vizinhos.
“Ele arrumava confusão com frequência”, relatou um morador, que pediu para não ser identificado.
Evandro foi preso por equipes da Divisão de Operações Especiais (DOE), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Mesmo após a prisão do suspeito, alguns moradores disseram estar com medo de falar sobre a convivência com o suspeito do crime.
Mais sobre o crime e as vítimas
- Moradores relataram ter ouvido disparos de arma de fogo por volta das 15h dessa quinta-feira (16/7);
- O suspeito foi preso nesta sexta-feira e encaminhado à para a 20ª Delegacia de Polícia (Gama), que investiga o caso;
- Rayane, uma das vítimas, era servidora da Prefeitura de Santo Antônio do Descoberto (GO) e atuava como coordenadora do Cadastro Único (CadÚnico) no município;
- Leonardo, por sua vez, atuava como coordenador de vendas da Brasal Refrigerantes.
Caso em apuração
O crime é investigado pela 20ª Delegacia de Polícia (Gama) como homicídio qualificado. O delegado da unidade, Paulo Fortini, apura a motivação apontada pelos vizinhos e atesta que o suspeito tinha histórico de conflito com as vítimas.
O delegado informou também que Evandro tem envolvimento em outros três homicídios — o último ocorreu em 2008. O empresário ainda possui antecedentes criminais por porte ilegal de arma, ameaça e violência contra a mulher.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Investigadora da Polícia Civil é condenada a 23 anos por roubo e extorsão
Uma investigadora da Polícia Civil e outros três homens foram condenados pela Justiça por envolvimento em um crime de roubo e extorsão praticado com uso de um falso mandado judicial, em Manaus. A decisão foi proferida pela juíza Patrícia Macedo de Campos, da 8ª Vara Criminal da capital amazonense.
Conforme a sentença, o grupo utilizou equipamentos semelhantes aos de forças de segurança, como coletes táticos, distintivos e algemas, além de um documento falso, para invadir uma residência e convencer a vítima de que se tratava de uma ação oficial.
Durante o crime, ocorrido em agosto do ano passado, a vítima foi ameaçada e obrigada a realizar uma transferência de R$ 10 mil via Pix. Além disso, os criminosos roubaram R$ 5 mil em dinheiro, um notebook, um relógio e outros objetos pessoais.
A investigadora da Polícia Civil Viviane Monteiro de Almeida recebeu a maior pena entre os condenados, com 23 anos, 2 meses e 13 dias de prisão em regime fechado. Samuel da Costa Matos foi condenado a 19 anos, 10 meses e 20 dias, enquanto Alessando Freire Naranjo e Jefferson Cavalcante Marcolino receberam penas de 16 anos, 6 meses e 27 dias cada.
Segundo a decisão judicial, a condenação foi baseada em diversas provas reunidas durante a investigação, incluindo conversas encontradas no celular de Viviane, mensagens que indicariam a divisão das funções do grupo, registros de monitoramento da vítima, comprovantes bancários, imagens de câmeras de segurança e objetos apreendidos com os envolvidos.
A Justiça, porém, rejeitou a acusação de associação criminosa por entender que não havia comprovação suficiente de uma estrutura organizada, estável e permanente para a prática contínua de crimes.
Todos os condenados deverão cumprir as penas inicialmente em regime fechado.
