Polícia
Motociclista resgatado em estado grave após colisão com van na BR-364
Um terrível acidente chocou os moradores de Ji-Paraná nesta manhã de terça-feira, 27 de fevereiro de 2024, no cruzamento da BR-364 com a Avenida Aracaju, no segundo distrito da cidade.
Segundo relatos, uma van procedente de Ministro Andreazza, que transportava pacientes a caminho do Hospital do Amor para exames médicos, estava transitando pela BR-364. No entanto, ao chegar no sinal da Avenida Aracaju, acabou avançando o sinal vermelho e colidiu violentamente com um motociclista que estava em uma motoneta Honda Biz, entrando na Avenida Aracaju.
As imagens captadas pelas câmeras de monitoramento são estarrecedoras, mostrando o momento exato em que o motociclista é arrastado por quase 50 metros. Os bombeiros foram acionados e prestaram socorro imediato à vítima, encaminhando-a com urgência para o Hospital Municipal para receber tratamento médico emergencial.
Polícia
Casa é destruída por incêndio; proprietário está desaparecido há dois meses
Uma residência foi completamente destruída por um incêndio no início da noite desta terça-feira (14), no bairro Presidencial, no primeiro distrito de Ji-Paraná. As chamas se espalharam rapidamente e consumiram toda a estrutura do imóvel.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar o fogo, evitando que as chamas atingissem imóveis vizinhos. Apesar dos danos materiais, não houve registro de feridos, pois a casa estava desocupada no momento do incêndio.
As causas do fogo ainda são desconhecidas. A área deverá passar por perícia para identificar a origem do incêndio e esclarecer como o sinistro teve início.
Segundo moradores da região, o proprietário da residência, conhecido como Joãozinho, está desaparecido há cerca de dois meses. O caso já é investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias do desaparecimento.
Ainda conforme relatos de vizinhos, nos últimos meses o imóvel era frequentemente utilizado por usuários de drogas, tornando-se um ponto de consumo de entorpecentes e alvo de constantes reclamações da comunidade devido à movimentação no local.
Até o momento, não há confirmação de que o incêndio tenha qualquer relação com o desaparecimento do proprietário. As investigações sobre ambos os casos seguem em andamento.
Polícia
Pedreiro morre após ser atingido por disco de lixadeira
Um acidente de trabalho terminou de forma trágica na manhã desta terça-feira (14), em Ji-Paraná. O pedreiro e mestre de obras Orlando da Silva morreu após ser atingido por um disco de lixadeira enquanto trabalhava em um canteiro de obras no município.
Conforme as informações, Orlando realizava um teste no equipamento antes de iniciar as atividades quando, por motivos que ainda serão esclarecidos, o disco da lixadeira se soltou e o atingiu violentamente. O trabalhador sofreu ferimentos graves e recebeu atendimento de equipes de socorro ainda no local.
Após os primeiros procedimentos, ele foi encaminhado a uma unidade hospitalar da cidade. Apesar dos esforços da equipe médica, Orlando não resistiu à gravidade dos ferimentos e teve o óbito confirmado.
A morte do profissional causou grande comoção entre familiares, amigos e colegas da construção civil, que destacaram sua experiência e dedicação à profissão.
O caso também reforça a importância da adoção de medidas de segurança no manuseio de ferramentas elétricas, especialmente equipamentos de alta rotação, que exigem inspeção adequada e uso correto de componentes e equipamentos de proteção.
As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes, que deverão apurar o que provocou o desprendimento do disco da lixadeira.
Polícia
Veja o momento que técnica de enfermagem tenta sequestrar bebê
Vídeos das câmeras de segurança da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, no Piauí, registraram o momento em que a técnica de enfermagem Auricélia de Sousa Rocha pega o bebê que tentou sequestrar no último dia 6 de julho.
No vídeo, é possível ver o momento em que a bebê é entregue à técnica de enfermagem, que já carregava sua bolsa consigo, pela tia da criança. A tia relata que entregou sua sobrinha para a realização do exame do pezinho.
Veja o vídeo abaixo:
A tia publicou um relato sobre o ocorrido em suas redes sociais, explicando que, depois que a criança foi entregue à técnica de enfermagem, a autora colocou a criança dentro de uma bolsa, trocou de roupa e direcionou-se para a saída do estabelecimento, quando foi questionada pela tia.
Daniela Beatriz, a tia, responsável por impedir a ação, afirmou que a técnica contou com o apoio de outras pessoas durante a tentativa de retirar a criança da unidade de saúde.
Ela relata que Auricélia entrou em um banheiro da instituição, trocou o uniforme por um vestido jeans, soltou o cabelo e colocou o bebê dentro da bolsa que carregava. Daniela afirmou que encontrou a técnica saindo da maternidade e conseguiu impedir o sequestro.
Suspeita de participação de terceiros
A tia da recém-nascida afirma que, durante o confronto no banheiro, uma segunda mulher apareceu e tentou acobertar Auricélia. Segundo Daniela, essa pessoa se apresentou como colega da técnica e afirmou que ela seria uma paciente grávida que estava na maternidade para uma consulta.
Além disso, a familiar também questiona a atuação da unidade de saúde após o flagrante. Segundo Daniela, a Polícia Militar não foi acionada imediatamente, o que teria permitido que a suspeita deixasse o local.
“Ela recebe ajuda de lá para sair. Se se tratava de uma pessoa que não trabalhava lá dentro, por que deixaram sair com tanta facilidade?”, questionou.
Inicialmente, a maternidade informou que Auricélia não estava em serviço no momento do crime. Posteriormente, confirmou que ela era funcionária da unidade, mas estava de folga naquele dia.
Daniela afirmou ainda que teve acesso a imagens do circuito interno de segurança diferentes das divulgadas inicialmente. Segundo ela, as gravações indicariam que a técnica recebeu auxílio de outra pessoa. A família informou que já ingressou na Justiça para obter acesso integral às imagens da maternidade.
Embora o delegado responsável pelo caso tenha descartado, em um primeiro momento, a participação de terceiros, a família acredita que novas provas possam alterar as investigações.
Defesa cita transtorno psiquiátrico
A defesa de Auricélia afirma que ela foi diagnosticada com Transtorno Psicótico Agudo Polimorfo com sintomas esquizofrênicos após avaliação no Hospital Areolino de Abreu.
Segundo o advogado, a investigada já fazia uso de medicação psiquiátrica e apresenta comprometimento da capacidade de compreender a realidade e a gravidade de seus atos.
Com base no laudo, a defesa informou que pedirá a revogação da prisão preventiva.

Veja a nota na íntegra:
“Desde o início, a defesa manifesta profundo respeito à família da recém-nascida, aos profissionais da Maternidade Dona Evangelina Rosa e ao trabalho desenvolvido pelas autoridades responsáveis pela investigação dos fatos.
Entretanto, é imprescindível destacar que o caso possui um aspecto de extrema relevância que não pode ser ignorado: a condição de saúde mental da investigada.
Após os acontecimentos, Auricélia foi submetida à avaliação por equipe especializada do Hospital Areolino de Abreu, referência em psiquiatria no Estado do Piauí, tendo recebido o diagnóstico de Transtorno Psicótico Agudo Polimorfo com sintomas esquizofrênicos (CID F23.1), permanecendo em observação e recebendo alta com encaminhamento para acompanhamento psiquiátrico especializado.
Além disso, a defesa juntou aos autos documentos que demonstram que ela fazia uso de medicação de natureza psiquiátrica, circunstância que será devidamente submetida à apreciação do Poder Judiciário.
No atual estado clínico, conforme constatado pela defesa e pelos familiares, Auricélia apresenta importante comprometimento de sua compreensão acerca da realidade vivenciada, demonstrando dificuldade para compreender a gravidade dos fatos investigados e até mesmo a própria situação processual em que se encontra. Essa percepção é compatível com a necessidade de avaliação especializada já documentada, mas a repercussão jurídica desse quadro deverá ser apurada pelos meios periciais previstos na legislação, não cabendo à defesa antecipar conclusões sobre sua imputabilidade penal.
A defesa informa que protocolará pedido de revogação da prisão preventiva e, caso necessário, impetrará Habeas Corpus perante o Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, sustentando que a manutenção da custódia cautelar deve ser reavaliada também à luz dos documentos médicos supervenientes já apresentados ao Juízo.
É importante ressaltar que essa iniciativa não busca minimizar a gravidade dos fatos investigados, tampouco desrespeitar o sofrimento da família envolvida. O objetivo é assegurar que o processo penal observe integralmente a Constituição Federal, o devido processo legal e os direitos fundamentais da investigada, inclusive o direito de receber tratamento médico adequado quando há elementos clínicos relevantes.
A defesa reafirma sua confiança nas instituições, no Ministério Público e no Poder Judiciário, acreditando que todas as decisões serão tomadas com base nas provas constantes dos autos, na legislação vigente e nos princípios constitucionais que regem o Estado Democrático de Direito.”
Investigação
O caso é investigado pela Polícia Civil do Piauí como tentativa de sequestro e subtração de incapaz. O inquérito tramita sob segredo de Justiça.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde do Piauí informou que registrou boletim de ocorrência, entregou as imagens do circuito interno de monitoramento às autoridades, afastou a técnica de enfermagem das funções e instaurou um Processo Administrativo Disciplinar.
Já o Coren-PI (Conselho Regional de Enfermagem do Piauí) também abriu procedimento ético em caráter de urgência para apurar a conduta da profissional.
O processo poderá resultar na suspensão cautelar do registro profissional durante a investigação e, ao final da apuração, na cassação definitiva do direito ao exercício da enfermagem, caso sejam comprovadas infrações éticas graves.
Em nota, o Coren-PI afirmou que adotará medidas legais para proteger a imagem de uma segunda profissional de enfermagem que estaria sendo associada indevidamente ao caso nas redes sociais.
CNN Brasil
