Polícia
Motociclista resgatado em estado grave após colisão com van na BR-364
Um terrível acidente chocou os moradores de Ji-Paraná nesta manhã de terça-feira, 27 de fevereiro de 2024, no cruzamento da BR-364 com a Avenida Aracaju, no segundo distrito da cidade.
Segundo relatos, uma van procedente de Ministro Andreazza, que transportava pacientes a caminho do Hospital do Amor para exames médicos, estava transitando pela BR-364. No entanto, ao chegar no sinal da Avenida Aracaju, acabou avançando o sinal vermelho e colidiu violentamente com um motociclista que estava em uma motoneta Honda Biz, entrando na Avenida Aracaju.
As imagens captadas pelas câmeras de monitoramento são estarrecedoras, mostrando o momento exato em que o motociclista é arrastado por quase 50 metros. Os bombeiros foram acionados e prestaram socorro imediato à vítima, encaminhando-a com urgência para o Hospital Municipal para receber tratamento médico emergencial.
Polícia
DENARC e Receita Federal interceptam carregamento de drogas escondido em caixas
Uma ação conjunta entre o Departamento de Narcóticos (DENARC) e a Receita Federal resultou na apreensão de aproximadamente 9 quilos de skunk em uma transportadora de Ji-Paraná, em Rondônia.
De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, a droga foi encontrada durante uma fiscalização realizada no âmbito das operações NARKE e Protetor das Fronteiras. Ao vistoriarem embalagens que seriam enviadas para estados da região Sudeste, as equipes localizaram o entorpecente escondido dentro de caixas de papelão.
Após a apreensão, os policiais realizaram buscas em diferentes pontos do município para tentar identificar e localizar o responsável pelo envio da carga. No entanto, ninguém foi encontrado até o momento.
O material foi encaminhado para os procedimentos legais. O DENARC seguirá com as investigações para identificar os responsáveis pelo despacho e os possíveis destinatários da droga.



Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Homem morre após 11 dias internado depois de ser baleado enquanto comemorava reeleição de Lula
Um homem identificado como Vilson Delvoos, de 51 anos, morreu na quinta-feira (5), após passar 11 dias internado em decorrência de ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. Ele foi baleado na noite de 25 de outubro, enquanto comemorava a reeleição do presidente Lula (PT), em Porto União, Santa Catarina.
O ataque aconteceu por volta das 21h, pouco depois da divulgação do resultado das urnas, que confirmou a derrota de Flávio Bolsonaro (PL). Além de Vilson, outro homem também foi atingido por um disparo no braço esquerdo e sobreviveu.
De acordo com relatos de testemunhas à Polícia Militar, Vilson estava na rua comemorando o resultado eleitoral quando um homem armado se aproximou e efetuou vários disparos. A vítima foi atingida no tórax e na perna, sendo socorrida e encaminhada para atendimento médico.
Após o ataque, o autor fugiu em um veículo, mas foi localizado e preso em flagrante na cidade de Canoinhas. Durante a abordagem, os policiais encontraram no automóvel uma arma de fogo que teria sido utilizada no crime.
O caso foi inicialmente registrado como dupla tentativa de homicídio. Com a morte de Vilson, a investigação deverá considerar a nova circunstância. O nome do suspeito não foi divulgado.
Investigação continua
Após a prisão, a Polícia Civil encaminhou os autos ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). Em nota, o órgão informou que a Promotoria de Justiça responsável solicitou diligências complementares à Polícia Civil para aprofundar a apuração.
Vilson foi velado nesta sexta-feira (6).
Políticos e entidades lamentam morte
A morte de Vilson provocou manifestações de pesar nas redes sociais. O deputado federal Pedro Uczai (PT) prestou solidariedade aos familiares e amigos da vítima.
O Sindicato dos Mineiros de Santa Catarina também divulgou uma nota de repúdio à violência política.
Polícia
Padrasto é preso após bebê ser encontrada morta com sinais de violência
Dez dias após a dias da morte de Alice Fraga Delgado de Oliveira, de 1 ano e 3 meses, em Samambaia, o padrastro da criança, João Carlos Pereira da Costa, 23 anos, foi preso nesta sexta-feira (6/11). Ele é suspeito de provocar a morte da criança.
A menina morreu em 25 de outubro, após dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência pelo corpo. As investigações do caso são conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), através da 32ª Delegacia de Polícia, que realizou a prisão do suspeito.
Um familiar, que preferiu não se identificar, relatou que os parentes tiveram acesso à certidão de óbito da menina.
Justiça
O familiar também relatou sobre como a morte da menina causou uma grande comoção entre os parentes, amigos e até mesmo nas pessoas que não conheciam a criança. Segundo ele, todos os custos do velório e sepultamento foram pagos por meio de doações.
“Foram pessoas que amam a nossa família, que se sensibilizaram e fizeram doações para que ela [bebê] tivesse aquele velório”, contou.
Entenda
- Alice morreu em 25 de outubro, três dias após a Justiça negar um pedido do Conselho Tutelar de Samambaia para afastá-la da mãe, do padrasto e da babá.
- A solicitação foi feita após após profissionais de saúde identificarem lesões no corpo da criança.
- O episódio em questão ocorreu em 13 de outubro, quando a bebê foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, posteriormente, para o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Na quinta-feira (22/10), a Justiça indeferiu o pedido de afastamento.
- Durante o atendimento na UPA, profissionais identificaram hematomas que aparentavam estar em diferentes estágios de evolução. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) confirmou que a menina chegou à unidade em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência.
Fonte: Metrópoles
