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Polícia

Motociclista resgatado em estado grave após colisão com van na BR-364

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Um terrível acidente chocou os moradores de Ji-Paraná nesta manhã de terça-feira, 27 de fevereiro de 2024, no cruzamento da BR-364 com a Avenida Aracaju, no segundo distrito da cidade.

Segundo relatos, uma van procedente de Ministro Andreazza, que transportava pacientes a caminho do Hospital do Amor para exames médicos, estava transitando pela BR-364. No entanto, ao chegar no sinal da Avenida Aracaju, acabou avançando o sinal vermelho e colidiu violentamente com um motociclista que estava em uma motoneta Honda Biz, entrando na Avenida Aracaju.

As imagens captadas pelas câmeras de monitoramento são estarrecedoras, mostrando o momento exato em que o motociclista é arrastado por quase 50 metros. Os bombeiros foram acionados e prestaram socorro imediato à vítima, encaminhando-a com urgência para o Hospital Municipal para receber tratamento médico emergencial.

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Polícia

PF, Funai, Ibama e EB combatem crimes ambientais em Rondônia

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A Polícia Federal deflagrou, em ação integrada com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e com o Exército Brasileiro, nesta sexta-feira (24/4), a Operação Três Eixos, voltada ao combate a crimes ambientais em Rondônia. 

A operação teve como objetivo coibir práticas ilícitas em área protegida, especialmente delitos relacionados à exploração irregular de recursos naturais, à invasões e ao desmatamento em terras indígenas da região.

Durante as diligências realizadas no interior da Terra Indígena Igarapé Ribeirão, foram encontrados três caminhões carregados com madeira de origem ilícita, utilizados no escoamento de material extraído ilegalmente da área protegida. Um dos veículos, que não pôde ser retirado do local, foi inutilizado pelo órgão competente. Os outros dois caminhões, que tinham condições de remoção, foram destinados para utilização de órgãos públicos.

Os responsáveis poderão responder, na medida de suas condutas, por crimes ambientais, por receptação de produto florestal de origem ilícita, por usurpação de bens da União e por demais infrações correlatas.

Fonte: PF

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Polícia

FICCO apreende 13 kg de maconha e prende suspeita em Porto Velho

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) apreendeu, nesta sexta-feira (24/4), cerca de 13 kg de maconha durante ação de combate ao tráfico de drogas na capital.

A diligência foi desencadeada a partir do cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara de Garantias de Porto Velho/RO.

Após a análise de dispositivo eletrônico apreendido, as equipes identificaram informações que subsidiaram a busca. No local, foram encontrados 13 tabletes de substância análoga à maconha, totalizando mais de 13 kg.

Diante dos fatos, uma mulher foi presa em flagrante e poderá responder pelo crime de tráfico de drogas.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar, pela Polícia Penal e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, as quais atuam de forma conjunta no combate ao crime organizado no estado.

Fonte: PF

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Polícia

MPRO obtém condenação de homem por feminicídio

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) obteve, na quinta-feira (23/4), a condenação de A.R. pelo assassinato de sua companheira, Rosineide Lourenço, em Santa Luzia do Oeste. O crime aconteceu na noite de 13 de agosto de 2025, na zona rural do município. Segundo a denúncia, o réu e a vítima estavam em casa quando ele iniciou uma série de agressões físicas que resultaram na morte da mulher, atingida na região do pescoço.

As investigações apontaram que o casal mantinha um relacionamento marcado por episódios de violência. A vítima pretendia encerrar a relação, o que não era aceito pelo denunciado. De acordo com o apurado, o crime ocorreu nesse contexto, agravado pela discordância do réu quanto ao término e à possibilidade de a vítima ficar com a guarda da filha do casal.

Julgamento
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com meio cruel, em razão do emprego de asfixia, bem como recurso que dificultou a defesa da vítima, sendo a ofendida surpreendida no interior de seu lar com as agressões físicas e lesões provocadas em seu pescoço na região cervical.

O crime foi cometido por motivo torpe, motivado pelo sentimento de posse e inconformismo pelo desejo da vítima em encerrar o relacionamento e exercer a guarda da filha do casal. A pena foi fixada em 38 anos, 10 meses e 20 dias de prisão em regime inicialmente fechado. O réu segue preso na Penitenciária de Rolim de Moura.

Direito protegido
A condenação reafirma o direito das mulheres a uma vida livre de violência. Meninas e mulheres têm direito à proteção contra todas as formas de agressão, conforme previsto na Constituição Federal. Em situações de emergência, a orientação é ligar para o 190. Denúncias de violência podem ser feitas à Ouvidoria do MPRO pelo número 127 ou pelo formulário online disponível no site da instituição.

Fonte: MPRO

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