Polícia
Membro de facção criminosa morre após troca de tiros com a polícia no interior de Rondônia
Durante uma operação conjunta da Polícia Militar e da Polícia Civil no setor 08 de Buritis, Rondônia, na tarde desta terça-feira (27/2), ocorreu um confronto armado entre as forças policiais e um membro de facção criminosa.
O suspeito, cuja identidade ainda não foi divulgada pelas autoridades, reagiu à abordagem atirando contra os policiais. Como resultado, houve uma troca de tiros intensa, culminando na morte do indivíduo, que foi alvejado durante o confronto.
Segundo informações preliminares, o falecido possuía um histórico criminal extenso, com registros de envolvimento em roubos e tentativas de homicídios.
Matéria em atualização.
Polícia
Casal é preso após furto; mulher tenta desarmar PM e subornar policiais
Um furto de celular registrado na noite de sábado (25), em Ji-Paraná, terminou com a prisão de um casal e a apreensão do aparelho levado de um estabelecimento comercial. Além da suspeita de participação no furto, os envolvidos também poderão responder por outros crimes ocorridos durante a abordagem policial.
Segundo informações da Polícia Militar, o celular estava sobre o balcão de um comércio quando o casal entrou no local. Após permanecer alguns minutos no estabelecimento e passar pelo banheiro masculino, os dois deixaram o endereço. Instantes depois, os proprietários perceberam o desaparecimento do aparelho.
Ao verificar o banheiro devido a um problema na descarga, funcionários encontraram apenas a capa do celular. Diante da suspeita, um familiar da vítima passou a acompanhar os suspeitos à distância enquanto acionava a Polícia Militar.
O casal foi localizado nas proximidades da Rua Xingu. Durante a revista inicial, nenhum objeto ilícito foi encontrado. No entanto, a mulher, demonstrando nervosismo, acabou revelando que escondia o celular sob as roupas. Ela entregou o aparelho aos policiais e afirmou que o companheiro havia lhe passado o objeto durante o trajeto, alegando que acreditava tratar-se de um presente.
No momento em que recebeu voz de prisão, o homem reagiu à ação policial com chutes e empurrões. Conforme a ocorrência, foi necessário o uso de técnicas de imobilização, spray de pimenta e algemas para controlar a resistência.
Durante a intervenção, a mulher também tentou retirar a arma de um dos policiais militares, mas foi impedida pelos demais integrantes da equipe, sendo igualmente presa.
Já no deslocamento até a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), a suspeita retirou R$ 300 da bolsa e ofereceu o dinheiro aos policiais em troca de sua liberação. A tentativa de suborno foi registrada em vídeo, e o valor acabou apreendido para ser apresentado à autoridade policial.
O celular recuperado, o dinheiro, as imagens da ocorrência, além do casal, da vítima e das testemunhas, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, que dará continuidade às investigações e adotará as medidas cabíveis.
Polícia
Mulher é acusada de ameaçar matar familiares e morder o próprio pai
Uma ocorrência de violência doméstica mobilizou equipes da Polícia Militar no bairro Jardim Presidencial, em Ji-Paraná, após uma mulher ser acusada de ameaçar e agredir integrantes da própria família dentro de casa.
De acordo com as informações registradas, a suspeita chegou à residência apresentando sinais de embriaguez e iniciou uma discussão com os familiares. Durante o desentendimento, ela teria adotado comportamento agressivo e tentado atacar a própria mãe.
Conforme os relatos apresentados à polícia, a mulher também teria agredido uma das irmãs e mordido o pai na região do peito. Para evitar que a situação se agravasse, o homem precisou contê-la até a chegada da equipe policial.
Ainda segundo as informações da ocorrência, durante a confusão a suspeita teria ameaçado os familiares, afirmando que eles não sobreviveriam àquela noite. A declaração provocou preocupação entre as vítimas, que acionaram a Polícia Militar.
Ao ser ouvida pelos policiais, a mulher afirmou que a discussão começou após ser questionada pelos pais sobre o uso de medicamentos controlados.
A ocorrência foi registrada pelos possíveis crimes de ameaça e lesão corporal. Após os procedimentos realizados pela Polícia Militar, os envolvidos foram liberados, e o caso será encaminhado às autoridades competentes, que darão continuidade à apuração dos fatos e adotarão as medidas cabíveis.
Polícia
Presídios federais abrigam integrantes de 40 facções criminosas
As cinco penitenciárias federais de segurança máxima do país abrigam atualmente integrantes de 40 facções criminosas, entre organizações de alcance nacional, grupos regionais e até uma máfia internacional.
O levantamento, obtido pela coluna por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), traça um raio X inédito das organizações criminosas que hoje têm membros custodiados no Sistema Penitenciário Federal (SPF).
A relação, elaborada pela Diretoria da Polícia Penal Federal, confirma a presença das duas maiores facções do país – Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) –, mas também revela que o sistema reúne integrantes de grupos de praticamente todas as regiões brasileiras, como Família do Norte (FDN), Guardiões do Estado (GDE), Bonde do Maluco, Bonde dos 40, Sindicato do Crime, Primeiro Grupo Catarinense, Nova Okaida, Bala na Cara, Milícia do Zinho e dezenas de outras organizações.
Entre os nomes, também aparece a ’Ndrangheta, organização mafiosa originária da região da Calábria, na Itália, considerada uma das mais poderosas do mundo.
Segundo a resposta enviada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), 461 presos atualmente apresentam vínculo com facções criminosas dentro do sistema federal. Desse total, 159 são classificados como lideranças de organizações criminosas em âmbito regional ou nacional.
As unidades federais estão localizadas em Brasília (DF), Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Mossoró (RN) e Porto Velho (RO). Conforme informou a Polícia Penal Federal, todas adotam a separação formal de presos por facção criminosa, seguindo critérios previstos na Lei de Execução Penal.
A Senappen informou ainda que, em razão desse modelo de segregação, nunca foram registrados homicídios nem rebeliões motivados por disputas entre facções nas penitenciárias federais de segurança máxima.
O órgão também afirmou que não há registros de conflitos entre grupos rivais nas unidades federais.
Apesar de divulgar a relação das organizações atualmente presentes no sistema federal, a Diretoria de Inteligência Penal negou acesso ao relatório completo de mapeamento das facções.
Segundo o órgão, o documento tem caráter restrito por conter informações estratégicas utilizadas pela atividade de inteligência e pelo planejamento de ações de combate ao crime organizado.
De acordo com a Senappen, o mapeamento das organizações criminosas foi instituído em 2022 e tem como objetivo identificar, acompanhar e monitorar a atuação de grupos que impactam o sistema prisional brasileiro, subsidiando as ações da inteligência penitenciária e dos gestores da segurança pública.
Fonte: Metrópoles
