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Polícia

Motociclista tem perna dilacerada após grave acidente

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Mais um acidente de trânsito é registrado na capital rondoniense. Dessa vez, uma mulher ficou gravemente na tarde desta sexta-feira (16/02). A colisão aconteceu na avenida Rio de Janeiro com Mapinguari, zona leste de Porto Velho (RO).

De acordo com informações repassadas por testemunhas, a jovem foi parar embaixo do caminhão da coca-cola após colidir na traseira de um ônibus do transporte coletivo.

Socorristas do Serviço de Atendimento
Móvel de Urgência (Samu) foram acionados e prestaram os primeiros atendimentos a vítima, mas devido a gravidade dos ferimentos foi encaminhada para o hospital João Paulo II. A Polícia Militar realizou o registro do acidente.

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Polícia

Homem investigado por homicídio é preso pela Polícia Militar

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A Polícia Militar localizou e prendeu, na noite da última segunda-feira (1º), um homem suspeito de envolvimento em um homicídio ocorrido no domingo (31), na zona rural de Nova Brasilândia d’Oeste.

Segundo as informações apuradas, o suspeito trabalhava na propriedade rural da vítima, onde um desentendimento teria terminado em um homicídio praticado com disparos de arma de fogo. Após o crime, o autor fugiu do local e passou a ser procurado pelas forças de segurança.

Durante as diligências, policiais militares do Grupamento de Castanheiras receberam informações de que um homem com características compatíveis às do suspeito estaria caminhando pela Linha 03. Diante da denúncia, uma guarnição iniciou buscas imediatas na região e conseguiu localizar o indivíduo.

No momento da abordagem, os policiais constataram que ele apresentava hematomas na região dos olhos e escoriações na cabeça, lesões que, segundo relatado pelo próprio suspeito, teriam sido causadas durante uma luta corporal ocorrida antes do crime.

Ainda conforme o relato apresentado aos policiais, após os disparos que atingiram a vítima, ele fugiu para uma área de mata, onde permaneceu escondido por receio de possíveis represálias de familiares da vítima. Questionado sobre a arma utilizada no crime, informou não saber seu paradeiro.

Diante dos indícios que o vinculavam ao homicídio investigado, bem como das declarações prestadas durante a abordagem, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Presidente Médici, juntamente com todos os objetos apreendidos.

A rápida resposta da Polícia Militar resultou na localização e apresentação do suspeito à Polícia Judiciária, contribuindo para o avanço das investigações, o esclarecimento dos fatos e a preservação da ordem pública, reforçando o compromisso da corporação com a segurança da população e o combate à criminalidade.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia

PM apreende arma durante cumprimento de medida protetiva

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A Polícia Militar apreendeu uma arma de fogo durante apoio ao cumprimento de uma Medida Protetiva de Urgência em uma propriedade rural localizada na Linha 86, na tarde da última terça-feira, 2, no distrito de Nova Colina, em Ji-Paraná.

A ação teve início após uma oficiala de Justiça solicitar o acompanhamento da guarnição policial para garantir a segurança durante o cumprimento da determinação judicial. No local, o morador foi devidamente cientificado sobre a medida protetiva expedida pela Justiça e informado da necessidade de deixar a residência, conforme previsto na decisão judicial.

Durante o procedimento, os policiais observaram, em um dos cômodos da residência, uma arma longa sobre uma cama. Diante da situação, foi realizada averiguação, sendo constatado que se tratava, aparentemente, de uma espingarda de pressão adaptada para o calibre .22.

Segundo a Polícia Militar, o armamento encontrava-se municiado, com uma munição intacta na câmara, pronta para uso. Questionado sobre a posse da arma, o morador relatou que o objeto estava sob sua guarda há aproximadamente um ano e teria sido deixado por um conhecido.

Após o cumprimento da ordem judicial, o homem recebeu voz de prisão e foi informado de seus direitos constitucionais. Em seguida, foi conduzido à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) de Ji-Paraná para prestar esclarecimentos sobre a posse do armamento.

A arma apreendida e a munição foram encaminhadas à unidade policial para os procedimentos cabíveis.

A atuação da guarnição ocorreu em apoio ao Poder Judiciário e reforça o compromisso da Polícia Militar com a preservação da ordem pública, a proteção das vítimas e o cumprimento das determinações judiciais.

Fonte: Polícia Militar

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Acusado de matar enfermeira indígena é denunciado por feminicídio

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) apresentou denúncia contra um homem acusado de matar a enfermeira indígena Gleicia Arikapu, na Aldeia Arikapu, zona rural de São Miguel do Guaporé. A denúncia também inclui outras duas pessoas, apontadas como responsáveis por auxiliar o acusado após o crime. O documento foi assinado pelo promotor de Justiça Rodrigo Nicoletti.

Segundo a denúncia, Gleicia foi morta com um disparo de arma de fogo na tarde do dia 2 de maio de 2026. O acusado, também indígena, D. T. M, teria atingido a vítima no rosto com um tiro efetuado a curta distância dentro da residência do casal.

Histórico de violência

De acordo com a investigação, conduzida pela Polícia Civil, ambos mantinham união estável havia cerca de um ano. A apuração aponta que a vítima já demonstrava intenção de encerrar o relacionamento, situação que não era aceita pelo denunciado.

O Ministério Público relata ainda que, entre janeiro e maio deste ano, o acusado teria ameaçado Gleicia de morte utilizando uma faca, em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.

Qualificadoras do crime

Na denúncia, o MPRO sustenta feminicídio, com as qualificadoras de que o homicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado ao inconformismo do acusado com o fim da relação. Também aponta que a vítima foi surpreendida pelo disparo, sem possibilidade de defesa. Além disso, o crime teria ocorrido em contexto de violência doméstica e familiar.

A denúncia destaca que Gleicia deixou um filho adolescente de 16 anos, que foi a primeira pessoa a encontrá-la após o crime.

Acusação

O MPRO denunciou ainda outros dois indígenas. Conforme a investigação, após o crime, o acusado teria procurado os dois na base da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A acusação aponta que eles receberam a arma utilizada no homicídio e ajudaram a ocultá-la em uma área de floresta, com o objetivo de dificultar a ação da Justiça.

Crimes denunciados

O MPRO denunciou o acusado ainda por posse irregular de arma de fogo e ameaça praticada contra a vítima. Já os outros dois envolvidos foram denunciados por prestar auxílio ao autor do crime após os fatos.

O Ministério Público também requereu a fixação de indenização mínima em favor dos familiares da vítima.

Fonte: MPRO

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