Polícia
Ex-prefeito de Candeias é preso por porte ilegal de arma
O ex-prefeito do município de Candeias do Jamari (RO) Valteir Queiroz foi preso por porte ilegal de arma de fogo na noite desta sexta-feira (16) no posto de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal, na BR-364, em Porto Velho.
Segundo informações repassadas pela polícia rodoviária federal, durante uma fiscalização que estava sendo realizada, o político foi flagrado com um revólver dentro do carro em que estava dirigindo.
Ao ser questionado pela polícia sobre o certificado de registro de arma de fogo, Valteir informou não possuir documentos necessários, mediante a isso, os policiais deram voz de prisão e o conduziu para o Departamento de Flagrantes na capital rondoniense.

Polícia
Homem sofre descarga elétrica de alta tensão e fica em estado grave
Um homem ficou gravemente ferido após sofrer uma descarga elétrica na manhã deste sábado (31), no cruzamento da avenida Sete de Setembro com a rua Ana Nery.
De acordo com informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, ele trabalhava em uma construção no segundo andar quando teria encostado em um fio de alta tensão. Com o choque, a vítima permaneceu sobre o telhado do imóvel, sendo necessário um trabalho de resgate.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e motolância foram mobilizadas para atender à ocorrência e realizar o resgate. O estado de saúde da vítima foi considerado grave.
Matéria em atualização

Polícia
PF e Ibama destroem dragas milionárias usadas em garimpo ilegal no Rio Madeira
A Polícia Federal, em atuação conjunta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deflagrou nesta sexta-feira (30/10) a segunda fase da Operação Nêmesis, com o objetivo de reprimir a extração ilegal de ouro no Rio Madeira, no trecho situado a montante da Usina Hidrelétrica Jirau, em Porto Velho.
A fiscalização ficou restrita aos pontos em que as dragas operavam sem autorização, não alcançando áreas com título minerário e licença ambiental válidos. Para delimitar esses pontos, a Polícia Federal comparou a posição das dragas com os registros da Agência Nacional de Mineração (ANM) e verificou que, nesses locais, não havia Permissão de Lavra Garimpeira nem licenciamento ambiental.
Imagens de satélite mostram dragas reunidas no trecho ilegal desde abril de 2025. Ao longo desse período, elas mudaram de posição no rio fora das áreas permitidas e alteraram visivelmente as margens.
As dragas encontradas são estruturas flutuantes de grande porte, com valor médio estimado acima de R$ 4 milhões cada, cujo porte e o investimento afastam a hipótese de garimpo individual ou rudimentar e indicam atividade organizada, com capacidade de extração em larga escala.
A inutilização é autorizada pelo Decreto nº 6.514/2008 (art. 111) nas hipóteses em que o transporte e a guarda dos bens são inviáveis ou em que sua manutenção expõe o meio ambiente e os agentes públicos a risco.
Durante os trabalhos, constatou-se a impossibilidade de remoção das estruturas, as quais se encontravam a cerca de 27 km da usina, a montante da barragem e sem meios de reboque nem local de guarda compatível com seu porte.
Antes da inutilização, as equipes retiraram das dragas o mercúrio metálico e as demais substâncias nocivas encontradas a bordo, para evitar que fossem lançados no rio. Esse material foi apreendido e terá destinação ambientalmente adequada. Também foram apreendidos armas de fogo e equipamentos usados na queima do amálgama para separar o ouro, com vestígios de uso de mercúrio. Todos os bens apreendidos serão contabilizados e destinados conforme os procedimentos legais.
O uso de mercúrio na extração de ouro é proibido no Brasil fora de atividade licenciada pelo órgão ambiental competente (Decreto nº 97.507/1989), condição que nenhuma das dragas fiscalizadas possuía. Pela Convenção de Minamata sobre Mercúrio, promulgada pelo Decreto nº 9.470/2018, o país também assumiu o compromisso de reduzir e eliminar o emprego do metal no garimpo. Altamente tóxico, o mercúrio usado para amalgamar o ouro é descartado nos rios e no ar durante a queima, acumula-se nos peixes e atinge as populações ribeirinhas e indígenas que dependem do Rio Madeira.
Além da contaminação, o garimpo ilegal no leito do rio provoca assoreamento e destruição das margens. As investigações seguem para identificar os financiadores, os operadores logísticos e os responsáveis pelo fornecimento do mercúrio, pelo suporte material e pela receptação do ouro extraído.
Os envolvidos poderão responder, na medida de sua participação, pelos crimes de extração mineral sem autorização, com pena de seis meses a um ano de detenção e multa; usurpação de bens da União, com pena de um a cinco anos de detenção e multa; uso de substância tóxica em desacordo com a lei, com pena de um a quatro anos de reclusão e multa; e associação criminosa, com pena de um a três anos de reclusão.


Fonte: Polícia Federal
Polícia
Filho é suspeito de matar o próprio pai com golpes de machado
Um homem morreu na tarde desta sexta-feira (30), no bairro Senador José Esteves, em Maués (a 276 quilômetros a leste de Manaus). O próprio filho da vítima, de 18 anos, é apontado como suspeito do crime. A vítima teria sido atacada com golpes de machado.
Após o ocorrido, o jovem teria deixado o local e seguido em direção a uma área de mata. Até o momento, ele não havia sido localizado.
Segundo informações de familiares, o filho possui diagnóstico de esquizofrenia e histórico de acompanhamento médico, com laudos que comprovam sua condição de saúde.
A polícia está apurando o caso que causou comoção entre moradores da região. O corpo da vítima foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
Fonte: D24am
