Polícia
EM RONDÔNIA: Polícia prende foragido condenado a mais de 100 anos de prisão
A Polícia Militar (PM) recapturou um fugitivo do presídio de segurança máxima de Vilhena (RO). Segundo o registro policial, os crimes atribuídos a ele totalizam mais de 100 anos de prisão,entre homicídios, tráfico de drogas e latrocínios.
A prisão aconteceu no município de Ji-Paraná (RO), a cerca de 300 quilômetros de onde a fuga ocorreu.
Com o fugitivo, foram encontrados mais de 70 relógios que ele roubou de uma relojoaria em Cujubim (RO), há cerca de duas semanas. Também foram apreendidos:
- 02 (dois) pares de botinas, de cor marrom;
- 01 (uma) caixa de perfume da marca Malbec;
- 02 (dois) capacetes, de cor preta;
- 01 (um) aparelho celular.
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Ainda conforme a polícia, o fugitivo possuía sete mandados de prisão em aberto, por homicídios, tráfico de drogas e latrocínios.
Polícia
Motorista é baleado após reagir a roubo e atropelar assaltante no bairro Três Marias; VEJA VÍDEO
Um homem foi baleado na tarde desta quarta-feira (4), ao tentar impedir a fuga de um assaltante na zona Leste de Porto Velho. O caso ocorreu no cruzamento das ruas Canaã e Santa Cruz, no bairro Três Marias, e terminou com a vítima atingida na perna após perseguir o suspeito.
Segundo apurado pela equipe do Noticias Urgentes, o criminoso havia acabado de praticar o roubo e fugia em uma motoneta Honda Biz azul. O motorista, que estava em um carro, decidiu seguir o suspeito e, ao tentar pará-lo, acabou atropelando-o. Com a batida, a motocicleta ficou presa sob o automóvel, impedindo que o veículo continuasse em movimento.
Mesmo após cair, o assaltante conseguiu se levantar, sacou uma arma de fogo e efetuou vários disparos contra o condutor. A vítima atingida na coxa direita da foi socorrida e encaminhada à UPA da Zona Leste.
Diligências são realizadas para prender o autor do crime, que é apenado monitorado e teria rompido a tornozeleira eletrônica.


Polícia
Servidor público suspeito de estupro contra bebê e criança é solto após audiência
A cidade de Cacoal, em Rondônia, vive dias de profunda consternação e revolta popular após a soltura de um servidor público da Câmara Municipal, suspeito de ter cometido abusos sexuais contra duas crianças de tenra idade. O caso, que envolve uma menina de aproximadamente 3 anos e um bebê de apenas 6 meses, chocou a comunidade local pela brutalidade dos relatos e pela rapidez com que o indivíduo retornou às ruas após a audiência de custódia.
O horror foi descoberto pela mãe das vítimas ao retornar para sua residência. Em um relato angustiante, a filha mais velha descreveu atos libidinosos praticados pelo homem, enquanto a gravidade da situação se confirmou de forma visual quando a mãe, ao dar banho no filho caçula, notou ferimentos severos na região genital do bebê. Diante do cenário desesperador, as crianças foram levadas imediatamente ao Hospital Materno Infantil, onde a equipe médica, após exames detalhados, teria confirmado os sinais de violência sexual, acionando prontamente as autoridades.
RELEMBRE O CASO:
A Polícia Militar efetuou a prisão do suspeito, que, segundo informações preliminares, já se encontrava afastado de suas funções no legislativo municipal sob a justificativa de problemas de saúde mental. No entanto, a indignação coletiva tomou conta das redes sociais e das ruas de Cacoal quando, em menos de 24 horas, a justiça concedeu ao homem o direito de responder ao processo em liberdade. A decisão gerou uma onda de protestos, com moradores e familiares questionando a segurança das vítimas e a eficácia do sistema judiciário em casos de extrema vulnerabilidade.
Atualmente, o caso permanece sob investigação rigorosa da Polícia Civil. Enquanto os laudos periciais e os depoimentos são consolidados, a sociedade rondoniense clama por uma resposta mais contundente das instituições competentes, manifestando o temor de que a impunidade prevaleça diante de um crime que interrompeu precocemente a inocência de duas crianças.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Rolnews
Polícia
Professoras de creche são presas por sedar e agredir crianças
Duas professoras de uma creche foram presas de forma preventiva por sedar e agredir crianças de 2 a 5 anos, nesta terça-feira (3/3), no Rio Grande do Sul. A ação ocorreu a pedido do Ministério Público do Estado (MPRS), que determinou a medida de prisão preventiva contra as acusadas após a conclusão da investigação.
De acordo com o MPRS, a investigação teve início com uma denúncia de mães de alunos, que tomaram conhecimento do caso e acionaram as autoridades.
O inquérito policial mostrou que as professoras de uma creche do município de Alvorada davam medicamentos para dopar as crianças e deixá-las dormindo ou “mais calmas”.
Além de fornecer remédios sem prescrição médica ou autorização dos pais, as professoras determinavam castigos, negligenciavam higiene e alimentação, além de “utilizar condutas degradantes”.
Ainda segundo o órgão público, na medida requerida pela promotora de Justiça Karen Mallmann, da 3ª Promotoria de Justiça Criminal de Alvorada, havia provas comprobatórias sobre os crimes.
“No pedido de prisão, depoimentos e imagens mostram crianças sedadas, compartilhamento inadequado de utensílios e mensagens entre funcionárias sugerindo o aumento de doses de remédios”, detalhou o MPRS, em nota.
Após juntar os fatos na investigação, com materiais midiáticos comprovando a autoria das professoras, o MPRS determinou que havia risco à ordem pública e à instrução criminal, pois as suspeitas influenciavam testemunhas durante a investigação.
As professoras são investigadas pelos crimes de lesão corporal e tortura, além de outras irregularidades cometidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A Justiça acolheu a prisão preventiva requerida pela promotora Karen.
“A gravidade concreta do delito foi um dos principais elementos que tornou necessária a prisão das investigadas”, explicou a promotora.
Segundo ela, “os crimes foram cometidos contra crianças de tenra idade, cujos pais confiaram os seus cuidados e segurança, e as investigadas, para facilitar o seu trabalho no manejo com os alunos, ministravam-lhes medicamentos com efeito sedativo, além de negligenciar nos cuidados de higiene e agredi-los física e psicologicamente”.
A prisão expedida pelo MPRS recebeu o nome de Operação Dose de Silêncio e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e com apoio da Brigada Militar. As professoras foram detidas em Canoas e Alvorada.
Denuncie
Para denúncias relacionadas a crianças, procure a Delegacia de Polícia, o Conselho Tutelar ou a Promotoria de Justiça mais perto ou disque 100. Em caso de urgência: disque 190, da Polícia Militar.
Fonte: Metrópoles
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