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Polícia

Homem morre após 11 dias internado depois de ser baleado enquanto comemorava reeleição de Lula

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Um homem identificado como Vilson Delvoos, de 51 anos, morreu na quinta-feira (5), após passar 11 dias internado em decorrência de ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. Ele foi baleado na noite de 25 de outubro, enquanto comemorava a reeleição do presidente Lula (PT), em Porto União, Santa Catarina.

O ataque aconteceu por volta das 21h, pouco depois da divulgação do resultado das urnas, que confirmou a derrota de Flávio Bolsonaro (PL). Além de Vilson, outro homem também foi atingido por um disparo no braço esquerdo e sobreviveu.

De acordo com relatos de testemunhas à Polícia Militar, Vilson estava na rua comemorando o resultado eleitoral quando um homem armado se aproximou e efetuou vários disparos. A vítima foi atingida no tórax e na perna, sendo socorrida e encaminhada para atendimento médico.

Após o ataque, o autor fugiu em um veículo, mas foi localizado e preso em flagrante na cidade de Canoinhas. Durante a abordagem, os policiais encontraram no automóvel uma arma de fogo que teria sido utilizada no crime.

O caso foi inicialmente registrado como dupla tentativa de homicídio. Com a morte de Vilson, a investigação deverá considerar a nova circunstância. O nome do suspeito não foi divulgado.

Investigação continua

Após a prisão, a Polícia Civil encaminhou os autos ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). Em nota, o órgão informou que a Promotoria de Justiça responsável solicitou diligências complementares à Polícia Civil para aprofundar a apuração.

Vilson foi velado nesta sexta-feira (6).

Políticos e entidades lamentam morte

A morte de Vilson provocou manifestações de pesar nas redes sociais. O deputado federal Pedro Uczai (PT) prestou solidariedade aos familiares e amigos da vítima.

O Sindicato dos Mineiros de Santa Catarina também divulgou uma nota de repúdio à violência política.

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Polícia

Padrasto é preso após bebê ser encontrada morta com sinais de violência

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Dez dias após a dias da morte de Alice Fraga Delgado de Oliveira, de 1 ano e 3 meses, em Samambaia, o padrastro da criança, João Carlos Pereira da Costa, 23 anos, foi preso nesta sexta-feira (6/11). Ele é suspeito de provocar a morte da criança.

A menina morreu em 25 de outubro, após dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência pelo corpo. As investigações do caso são conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), através da 32ª Delegacia de Polícia, que realizou a prisão do suspeito.

Um familiar, que preferiu não se identificar, relatou que os parentes tiveram acesso à certidão de óbito da menina.

Justiça

O familiar também relatou sobre como a morte da menina causou uma grande comoção entre os parentes, amigos e até mesmo nas pessoas que não conheciam a criança. Segundo ele, todos os custos do velório e sepultamento foram pagos por meio de doações.

“Foram pessoas que amam a nossa família, que se sensibilizaram e fizeram doações para que ela [bebê] tivesse aquele velório”, contou.

Entenda

  • Alice morreu em 25 de outubro, três dias após a Justiça negar um pedido do Conselho Tutelar de Samambaia para afastá-la da mãe, do padrasto e da babá.
  • A solicitação foi feita após após profissionais de saúde identificarem lesões no corpo da criança.
  • O episódio em questão ocorreu em 13 de outubro, quando a bebê foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, posteriormente, para o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Na quinta-feira (22/10), a Justiça indeferiu o pedido de afastamento.
  • Durante o atendimento na UPA, profissionais identificaram hematomas que aparentavam estar em diferentes estágios de evolução. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) confirmou que a menina chegou à unidade em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Polícia Civil deflagra operação e mira envolvidos com o tráfico de drogas

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da DRACO2, deflagrou nesta sexta-feira (6) a Operação Quirinus, em Rolim de Moura, para desarticular uma estrutura de tráfico de drogas ligada a uma facção criminosa. A ação cumpriu sete mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão.

As investigações identificaram redes de distribuição de maconha, cocaína e crack, além de pontos fixos de venda e atividades relacionadas à organização de rinhas de galos e apostas ilegais.

Como resultado da operação, foram apreendidas cinco armas de fogo, munições, drogas e dinheiro em espécie. Também foram encontrados mais de 200 animais em situação de maus-tratos.

A operação integra as ações da Renorcrim e contou com o apoio da SESDEC, GAECO/MPRO, DECCO, DPI, IDARON e Secretaria de Estado do Meio Ambiente. As investigações continuam com a análise do material apreendido.

Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo telefone 197.

Fonte: Assessoria da Polícia Civil

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Polícia

Delegado revela valor pago para encomendar morte de médica

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O delegado de Polícia Civil Alex Dany, responsável pelas investigações em Brasileia e Epitaciolândia, revelou na manhã desta sexta-feira, 06, em coletiva de imprensa, que o advogado Francisco Valadares Neto teria pago R$ 40 mil para encomendar o assassinato da médica Elyne de Assis Nogueira, de 39 anos, morta na noite de Finados, em Brasileia (AC). A coletiva foi transmitida ao vivo pelo site O Alto Acre.

Segundo a investigação, apenas R$ 10 mil seriam destinados ao executor, Lucival Lopes de Souza, conhecido como “Pitaca”. Os outros R$ 30 mil teriam ficado com pessoas responsáveis pela intermediação do crime.

Durante entrevista à imprensa, Alex Dany confirmou que Lucival foi interrogado na manhã desta sexta-feira e confessou ter executado a médica. Ele havia sido preso na noite anterior, após o cumprimento de uma ordem judicial. Segundo o delegado, a abordagem ocorreu sem resistência.

“Ele foi preso ontem, imediatamente após a decisão judicial de ordem de prisão, e, no interrogatório na manhã de hoje, confessa a autoria do crime como sendo executor da morte da doutora Elyne”, afirmou.

O delegado explicou que, embora a polícia já tenha identificado o suposto mandante e o executor, ainda trabalha para esclarecer toda a cadeia de intermediação entre os dois. A informação sobre o valor de R$ 40 mil foi apresentada a partir do depoimento do próprio Lucival.

“O valor total pelo qual foi pago para a morte da vítima foi o valor de R$ 40 mil, isso de acordo com o próprio executor [Lucival]. A ele coube a parte de R$ 10 mil”, declarou.

De acordo com Alex Dany, Lucival recebeu R$ 2 mil antecipadamente, enquanto os outros R$ 8 mil seriam pagos depois da morte da médica. Durante as buscas, os investigadores conseguiram apreender R$ 700, que podem ter relação com o pagamento.

“Para o Lucival, ele ia receber R$ 10 mil. Em espécie, ele recebeu R$ 2 mil de adiantamento para executar, os R$ 8 mil seriam pós-morte. Desses R$ 2 mil que ele recebeu, nós conseguimos arrecadar R$ 700 em sete cédulas de R$ 100”, detalhou.

A Polícia Civil também identificou a participação de outras pessoas na negociação. Segundo o delegado, os intermediários seriam responsáveis por estabelecer a ligação entre quem encomendou o assassinato e quem realizou os disparos. A investigação aponta que não houve apenas uma pessoa nessa etapa. “Já temos identificadas algumas pessoas, não apenas uma, mas algumas pessoas envolvidas nessa intermediação entre o mando e a execução da morte”, disse.

Alex Dany afirmou que a linha de investigação aponta o advogado como mandante e Lucival como executor. Entretanto, a motivação do assassinato ainda não foi esclarecida, já que Francisco Valadares Neto está hospitalizado e não teve condições de ser interrogado.

“Não temos como responder a motivação, visto que essa motivação é originária da própria pessoa que encomendou a morte dela, a qual não tivemos a oportunidade de interrogar, visto que está em uma situação de gravidade”, explicou.

Questionado sobre a possibilidade de o crime ter relação com o relacionamento anterior entre o advogado e a médica, o delegado afirmou que a polícia ainda não dispõe de elementos suficientes para confirmar essa hipótese. Ele mencionou a possibilidade de mágoa ou ressentimento, mas ressaltou que a motivação precisa ser esclarecida pelo próprio investigado.

“A questão de ser um crime passional, a questão de ser feito por qualquer outro motivo, uma vez que eles já não estavam mais nesse relacionamento, pode ter sido uma mágoa, algum rancor guardado. Então, não temos elementos que nos indiquem para essa situação”, afirmou.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do advogado, os policiais encontraram o investigado desacordado. Segundo Alex Dany, a Polícia Penal precisou arrombar a casa para prestar socorro, depois de perceber que a tornozeleira eletrônica não registrava movimentação.

“Os policiais penais, preocupados com a situação dele, pensando inclusive numa hipótese de suicídio, arrombaram o ambiente da casa dele para que pudesse ser prestado socorro”, relatou.

No imóvel, os investigadores encontraram medicamentos, uma substância com características semelhantes às da cocaína e um computador ligado. O equipamento apresentava pesquisas relacionadas à morte da médica.

“Encontramos no balcão remédio, um pó supostamente com as mesmas características de cocaína, o computador dele aberto, com páginas de pesquisas sobre a morte das vítimas e outros pertences mais que estavam ali naquele cenário”, afirmou.

Em outro momento da entrevista, o delegado acrescentou que o notebook foi apreendido e que o investigado havia pesquisado especificamente pelo nome da médica durante a madrugada. Também foram encontradas cartas na residência, que serão analisadas no decorrer da investigação.

O telefone celular do advogado, entretanto, não foi localizado durante as buscas. Segundo a equipe policial, o aparelho continua sendo procurado. A Polícia Civil também informou que o telefone da vítima foi recuperado após ter sido entregue por familiares a um advogado de confiança.

Outro detalhe apresentado na coletiva diz respeito à roupa encontrada pelos policiais durante as buscas. A peça foi considerada inicialmente como possivelmente utilizada no dia do assassinato. No entanto, durante o interrogatório, Lucival apresentou outra versão.

“Ele me disse o seguinte: delegado, essa roupa que vocês apreenderam não se refere à roupa que ele estava utilizando no dia da morte da médica, mas sim à roupa que ele estava utilizando no dia do roubo tentado, que não deu certo”, contou Alex Dany.

O delegado ressaltou que a prisão do executor representa uma resposta inicial à sociedade, mas que ainda existem etapas importantes para a conclusão do inquérito. Segundo ele, a Polícia Civil trabalha para identificar todos os intermediários e reunir provas que permitam esclarecer integralmente a participação de cada envolvido.

“Infelizmente, a Polícia Civil sempre atua após a ocorrência do crime, e mais uma vez a polícia é chamada a dar uma resposta à sociedade. A gente apresenta essa resposta intermediária, não a resposta final. A gente pretende ainda avançar nos trabalhos investigatórios para que traga uma resposta completa e conclua esse caso”, declarou.

Fonte: AC24horas

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